Rafaella novembro 27, 2018 Nenhum Comentário

Brasil concederá residência a estrangeiros que investirem em imóveis

O Conselho Nacional de Imigração, integrante da estrutura básica do Ministério do Trabalho  editou resolução que determina concessão de residência a estrangeiros que adquirirem propriedades imobiliárias urbanas, em território nacional.

O investimento inicial necessário para o alcance do benefício é de R$ 1.000,000,00 (hum milhão de reais). O principal objetivo da medida é atrair investimentos que gerem riquezas e renda no Brasil. Há incentivos para a compra nas regiões Norte e Nordeste, e também para a aquisição de imóveis ainda em construção.

A medida alinha nosso país com economias como os Estados Unidos, por exemplo, que já incentivam a permanência de estrangeiros a partir de investimentos no setor imobiliário. Leia íntegra da medida no link: Aqui.

Fonte: Legisweb

Rafaella novembro 23, 2018 Nenhum Comentário

CRECI-PI contará com Centro de Mediação, Arbitragem e Conciliação (CEMAC)

Dando continuidade as ações de fortalecimento da categoria, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI-PI) passará a contar em breve com um Centro de Mediação, Arbitragem e Conciliação (CEMAC) na sede da autarquia. Nessa quarta-feira, dia 21, aconteceu a reunião de apresentação da operacionalização do Centro para os corretores de imóveis do Conselho. O encontro foi conduzido pelos advogados Dr. Marconi Fonseca, Dra. Neilan Argento, Dra. Bruna Pimentel que estarão à frente do CEMAC.

O CEMAC possibilitará a realização de conciliações de conflitos de forma rápida, sigilosa e menos onerosa para as partes envolvidas. Além disso, os corretores de imóveis também poderão participar dos programas de treinamento que serão oferecidos pelo Centro a partir do próximo ano. Para o presidente do CRECI-PI, Nogueira Neto, isso representa um marco na história do Conselho que sempre tem buscado atuar em defesa dos interesses coletivos.

“A partir de agora todos os corretores de imóveis e a sociedade em geral terão à sua disposição todas as ferramentas necessárias para a solução de conflitos por meio do CEMAC. Esse mecanismo possibilita resolutividade de forma mais célere a conflitos de inúmeros segmentos, não somente imobiliário. Além disso, contribuirá para desafogar o judiciário do nosso Estado”, destacou.

O advogado e professor Marconi Fonseca externou a sua satisfação em participar da implementação do projeto. Ele recordou que há 10 anos surgiu o primeiro Centro de Mediação na Estácio CEUT. “Esse será um novo nicho para o mercado imobiliário contribuindo diretamente com o poder judiciário que, na maioria das vezes, não consegue solucionar com a eficácia necessária alguns problemas. O investimento nesses meios alternativos trará inúmeros benefícios para a categoria”, disse.

Durante a reunião, a advogada Bruna Pimentel apresentou um quadro com o tempo médio da sentença nas fases de execução e conhecimento no 1° grau, reforçando a morosidade e burocracia nos dias de hoje. Segundo ela, com o investimento nesses novos tipos de práticas de solução de conflitos, o CRECI-PI ficará equiparado a outros Estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraíba e Goiás, que já utilizam esses métodos nos Conselhos Regionais da categoria.

Atuando no mercado imobiliário há cinco anos, o corretor Félix Coelho assistiu toda a explanação e destacou a importância da implementação deste mecanismo no Conselho. “Vai facilitar muito o nosso trabalho, porque quando procuramos diretamente a Justiça se torna mais oneroso e com um tempo de tramitação bem maior. O Centro veio para agregar de forma muito positiva”, disse. Já o advogado Valterlin Noleto, que também marcou presença, afirmou que a iniciativa é excelente porque vai diminuir as demandas dos juizados especiais e da justiça como. “E como foi explanada, que o CEMAC é bastante preparada e organizada trará muita credibilidade”, finalizou.

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Rafaella novembro 20, 2018 Nenhum Comentário

Distratos – Como resolver um dos maiores problemas do Mercado Imobiliário

Incorporadoras e construtoras desejam rápida aprovação do Projeto de Lei que regulamenta a questão dos distratos

Afetando diretamente as incorporadoras e as construtoras, o problema dos distratos ainda não foi superado em 2018. “Os distratos são um dos principais entraves para o crescimento do setor. Muitas construtoras e incorporadoras são prejudicadas por eles, muitas vezes, oriundos de investidores que ao verificarem que não terão lucro nos imóveis adquiridos, rompem os contratos para receberem de volta até 100% da quantia já paga”, ressalta Renato Lomonaco, gerente de projetos da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC).

De acordo com dados levantados pela ABRAINC-FIPE, o número médio de unidades distratadas de janeiro a julho desse ano é de 2.418 por mês. Nos últimos 12 meses, no entanto, a distribuição dos distratos por tipologia foi a seguinte: 38,9% de unidades distratadas eram de médio e alto padrão; 40,5% foram unidades do Minha Casa, Minha Vida; e, por final, 20,6%, representavam unidades sem informação.

A relação distratos/vendas, no acumulado de 2018, chegou a 34,2% para as tipologias médio e alto padrão e 17,4% para Minha Casa Minha Vida.

Segundo Lomonaco, a inexistência de leis claras que regrem a questão dos distratos provoca insegurança jurídica e impacta o mercado como um todo, inibindo os investimentos, provocando desemprego e afetando o crescimento do país.

Hoje, as devoluções das unidades não só afetam negativamente os empresários, mas também demais consumidores que adquiriram imóveis, os quais podem ter que lidar com atrasos nas suas entregas, devido à possibilidade de as construtoras não terem saúde financeira para continuar as obras.

Há, ainda, casos de pequenas construtoras que chegaram a decretar falência por ter um número de distratos elevado. Nos demais casos, as empresas enfrentam prejuízos financeiros e atrasos nas obras.

“O Brasil é o único país obrigado a devolver o dinheiro pela desistência na compra de um empreendimento. Nos demais países, o dinheiro da compra é perdido totalmente.

Para exemplificar, se você vai a uma loja e adquire uma televisão ou um carro e perde o emprego na sequência, você tem como devolver o produto e pegar o dinheiro de volta? Não”, explica o representante da Abrainc.

Dessa forma, a demanda do setor é que seja aplicada a mesma regra para imóveis. “A construtora compra areia, cimento, tijolos e inicia a obra, tem gastos com materiais e mão-de-obra. Não tem como devolver tudo porque o comprador desistiu de adquirir seu imóvel”, complementa. Depois disso, o prejuízo chega a ser duplo, pela queda nas vendas que decorrem da crise e pela devolução dos imóveis distratados.

PL dos distratos

Ainda está em tramitação a lei que regra os distratos. O Projeto de Lei 1220/2015 está no Senado para ser votado – aguardando também as análises de emendas. “Espera-se que sua aprovação ocorra ainda este ano, tudo dependerá de como ficará o país após as eleições”, afirma Lomonaco.

De acordo com o representante da Abrainc, o PL aprovado na Câmara prevê que em caso de rompimento do contrato, mediante distrato ou resolução por inadimplemento total de obrigação por adquirente, o incorporador que tiver optado pelo Patrimônio de Afetação poderá reter até 50% dos valores pagos pelo adquirente, além da corretagem. As incorporadoras que não tiverem Patrimônio de Afetação poderão reter até 25% dos valores pagos, mais a corretagem.

Confira quais os artigos do PL 1220/2015 (sem considerar as emendas):

1º Nos contratos de compra e venda de imóveis adquiridos na planta é facultado à incorporadora a retenção do valor de até 10 % (dez por cento) do valor pago pelo adquirente desistente do negócio, incluindo a taxa de corretagem.
1º O prazo para a devolução da quantia ao adquirente será de 30 (trinta) dias úteis contados da notificação, acrescidos de correção monetária sobre cada um dos pagamentos e juros de 1% (um por cento) ao mês.
2º Deverá a totalidade da quantia ser devolvida de uma só vez no prazo do parágrafo anterior.
3º a incorporadora poderá descontar os valores devidos da quantia total a ser devolvida do adquirente inadimplente.
4º Na hipótese de rescisão de contrato por culpa inexcusável da incorporadora não é devida a retenção.
2º O adquirente poderá desistir da compra do imóvel a qualquer momento.
Parágrafo único. A incorporadora poderá reter eventuais prejuízos no caso o adquirente já usufrua do imóvel.
3º O adquirente poderá requerer a devolução proporcional da quantia paga ao incorporador e à instituição financeira na hipótese da incorporadora obter financiamento do imóvel junto à instituição financeira.
2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

FONTE: Mapa da Obra

Rafaella novembro 8, 2018 Nenhum Comentário

Pesquisa revela que 73% dos clientes pretendem comprar imóvel nos próximos 6 meses

Segundo pesquisa realizada pelo Portal Imovelk no início do mês de outubro, 73% dos clientes pretendem comprar imóvel nos próximos 6 meses. A intenção de compra de imóveis e a velocidade da compra aumentaram. Em 2017 esse número era de 48%, segundo dados do Imovelk.

Sergio Langer, fundador do Imovelk, atribui que a velocidade de compra aumentou principalmente pelo aumento da oferta de crédito imobiliário. “Os bancos privados entraram de vez na disputa do financiamento imobiliário”, analisa Langer.

De acordo com dados divulgados pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), no primeiro semestre de 2018 a liberação de crédito imobiliário com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança teve um alta de 23% ante o mesmo período de 2017.

A pesquisa revela também as formas preferidas do cliente receber um contato de um corretor de imóveis. 66% preferem o WhatsApp. A forma de comunicação mudou. Segundo Julio Aguiar, sócio do Imovelk, cada vez mais os clientes estão adotando aplicativos de mensagens para se comunicar. Dados da Sensor Tower, consultoria que analisa o mercado de aplicativos para smartphones, mostram que os aplicativos de mensagens (como WhatsApp e Messenger) sempre aparecem entre os 10 mais baixados nas lojas virtuais.

O período do dia preferido para buscar imóveis na internet é a noite. 52% dos clientes utilizam o horário noturno para procurar imóveis na internet.

A pesquisa completa está disponível gratuitamente para download em: http://bit.ly/imovelk2018

FONTE: Terra

Rafaella novembro 6, 2018 Nenhum Comentário

Veja como comprar um imóvel em Portugal

Documentação correta permite aquisição para moradia ou investimento e pode até garantir visto

Portugal está em alta. Com qualidade de vida, segurança e belas paisagens, o país viu disparar o número de turistas, pedidos de residência e venda de imóveis nos últimos anos. Comprar um imóvel em Portugal pode ser uma excelente opção para quem deseja mudar de país, fazer vistas prolongadas ou mesmo investir.

Não é necessário ter nacionalidade da União Europeia para comprar imóveis em Portugal. Segundo levantamento da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, em 2017, um em cada quatro imóveis em Portugal foi comprado por estrangeiros. Os brasileiros aparecem em terceiro lugar na lista de nacionalidades, atrás de chineses e franceses.

“Há muito brasileiro a comprar casa em Portugal, muitos para fugir de um futuro incerto. Eles vêm do próprio Brasil e também dos Estados Unidos”, diz Raul Neves, 43, corretor de imóveis na região sul do país.

Segundo ele, mesmo com os preços subindo, o mercado continua aquecido e vale o investimento. “Tudo o que temos para venda sai rapidamente. Ainda vale para investir porque os imóveis tendem a continuar valorizando e os alugueis também estão altos”, afirma.

primeiro passo para comprar um imóvel em Portugal é tirar o NIF (Número de Identificação Fiscal), o equivalente português do CPF. O documento é requerido nas Finanças, autoridade do país como a Receita Federal brasileira.

Também será preciso obter a caderneta predial, que descreve a situação do imóvel, a licença de utilização, que comprova o tipo de uso (residencial, comercial, etc) e a ficha técnica de habitação, que descreve as características do imóvel.

As imobiliárias em Portugal, em especial as redes grandes, estão acostumadas com a compra por estrangeiros, cada vez mais frequente, e podem ajudar na documentação. Também há serviços de consultoria, a pagamento. Nas duas opções, quase sempre, é possível entrar em contato com os profissionais ainda a partir do Brasil.

É importante se programar para pagar impostos e taxas, como o IMT (Imposto Municipal sobre a Transmissão Onerosa de Imóveis) e o Imposto do Selo, que variam conforme o valor do imóvel, além da taxa de transferência e dos custos de registro do contrato. Para um imóvel de 500 mil euros, estima-se um custo na faixa de 40 mil euros.

Um apartamento de dois quartos vai de 150 mil a 2 milhões de euros, de acordo com a cidade. Essa variação pode ser encontrada até mesmo dentro de Lisboa, conforme o bairro.

A capital e Porto, maiores cidades do país, também são as mais procuradas por terem estrutura de serviços e oferta de emprego superiores, o que eleva o preço dos imóveis. Mais ao sul, Cascais, já um reduto de brasileiros, Faro e Algarve também são muito buscadas por terem boas praias. Cidades menores e distritos do centro têm propriedades mais em conta.

A compra de um imóvel de 500 mil euros ou mais garante a ARI (Autorização de Residência para Investimento), chamada de Visto Gold — 350 mil euros, se for uma propriedade em área de recuperação.

FONTE: Revista Zap Imóveis

Rafaella outubro 30, 2018 Nenhum Comentário

Novo limite de R$ 1,5 mi para compra de imóvel com FGTS começa nesta terça

O CMN (Conselho Monetário Nacional) antecipou de janeiro de 2019 para esta terça-feira (29) a elevação do limite para financiamento de imóveis que permitem o uso de FGTS de até R$ 950 mil para R$ 1,5 milhão.

A medida havia sido tomada em julho, e entraria em vigor somente em janeiro do ano que vem, mas foi antecipada pelo conselho.

De acordo com o CMN, isso foi feito porque a vigência imediata não trará necessidade de maiores ajustes nos sistemas internos das instituições.

Pela decisão, o teto do imóvel financiado dentro do SFH (Sistema Financeiro de Habitação) vai subir de R$ 950 mil, valor válido hoje para compradores de imóveis em São Paulo, Minas Gerais, Rio e Distrito Federal, para R$ 1,5 milhão em todos os estados.

A decisão reedita uma medida de caráter temporário tomada entre fevereiro e dezembro do ano passado. Agora, o novo valor não terá prazo para acabar.

O limite máximo dos juros das operações enquadradas nas regras do SFH é de 12% ao ano, com atualização pela TR (Taxa Referencial). O sistema regula a maioria dos financiamentos imobiliários no Brasil e usa recursos do FGTS ou da poupança.

Para usar os recursos que acumulou em sua conta do Fundo, o comprador de um imóvel adere automaticamente ao sistema.

Fonte: Folhapress

Rafaella outubro 15, 2018 Nenhum Comentário

6 Dicas para atrair mais clientes para sua imobiliária

Atrair clientes costuma ser uma das maiores preocupações de toda imobiliária. Afinal, são eles que garantem suas vendas e, consequentemente, o seu faturamento.

Quer saber o que fazer para ter uma prospecção mais eficaz e se tornar referência da sua área? Confira nossas dicas!

1. Conhecer seu público para atrair clientes

Para quem você vende ou deseja vender sua carteira de imóveis? Como eles se comportam, quais as suas dúvidas, necessidades e desejos? Como você pode agir para garantir que eles escolham você entre tantos concorrentes?

O primeiro passo para atrair clientes é pesquisar e conhecer a fundo o seu público-alvo. A razão é simples: ao saber quem são fica muito mais fácil definir suas estratégias e práticas para o marketing e atendimento da imobiliária.

Faça pesquisas, analise a concorrência e lembre-se de atualizar periodicamente o perfil da clientela.

2. Ter um ótimo site

Segundo o IBGE, metade dos lares brasileiros tem acesso à internet e a tendência é que esse número aumente. Por isso, ter um site atualizado, cheio de informações relevantes e responsivo é fundamental.

Ofereça imagens, vídeos e descrições de boa qualidade para os imóveis ofertados, tenha um blog que ajude o cliente a escolher a melhor propriedade, tenha canais de atendimento diversificados (telefone, e-mail, redes sociais, WhatsApp), entre outras funcionalidades.

Não se esqueça do design e usabilidade, que devem garantir uma navegação tranquila, representando a seriedade e o comprometimento do seu negócio com os clientes.

Segundo o IBGE, metade dos lares brasileiros tem acesso à internet e a tendência é que esse número aumente. Por isso, ter um site atualizado, cheio de informações relevantes e responsivo é fundamental.

Ofereça imagens, vídeos e descrições de boa qualidade para os imóveis ofertados, tenha um blog que ajude o cliente a escolher a melhor propriedade, tenha canais de atendimento diversificados (telefone, e-mail, redes sociais, WhatsApp), entre outras funcionalidades.

Não se esqueça do design e usabilidade, que devem garantir uma navegação tranquila, representando a seriedade e o comprometimento do seu negócio com os clientes.

3. Estar presente nas redes sociais

As mídias sociais são superpopulares. Ambientes cheios de atualização e voltados para a interatividade, elas conquistam cada vez mais adeptos dos mais diferentes grupos. Por isso, não deixe de incluí-las nas suas estratégias para atrair clientes.

A decisão sobre as melhores redes para sua imobiliária será feita a partir da sua pesquisa junto ao perfil da clientela. Nesse sentido, não se esqueça de explorar as mídias ao máximo!

Se for investir no Facebook, por exemplo, perceba que ele tem espaço para criar uma vitrine de sua carteira, um chat para atendimento, espaço para receber avaliações para clientes e outras tantas ferramentas. Além disso, também tem uma área para anúncios que pode ser aproveitada para atrair clientes e aumentar as vendas.

4. Investir em e-mail marketing

Já reparou como muitas empresas, das mais diversas áreas, investem no e-mail marketing? Isso porque as chances de atrair clientes e melhorar as conversões são imensas.

Muitos checam suas caixas de mensagens diariamente e possuem aplicativos que avisam sobre a chegada de novas mensagens. Crie uma boa listagem de contatos e elabore envios para grupos de acordo com seus interesses.

Personalize a mensagem na medida do possível, fazendo com que as conexões percebam o seu cuidado para oferecer informações valiosas que os ajudem na busca por um imóvel.

Não se esqueça de respeitar a privacidade: nunca inclua endereços por conta própria e nem compre listas de contatos.

5. Ficar atento às novidades

O mundo é dinâmico e tudo muda o tempo todo. Por isso, não adianta ter um plano de marketing estático e imutável. Leia e se informe sobre as novidades, mudanças e tendências.

Há alguns anos, por exemplo, as redes sociais eram consideradas um passatempo e hoje são canais importantes para atrair clientes e conquistar vendas. Os aplicativos para dispositivos móveis também são outra novidade que vêm rendendo ótimo retorno para muitas empresas do setor imobiliário.

6. Planejar tudo

O sucesso requer planejamento. Então, essa última dica não poderia faltar na nossa lista. Crie um plano e acompanhe constantemente a execução. Treine sua equipe e invista para corrigir erros e melhorar os resultados, sempre.

Os obstáculos existirão. Não desista e tenha foco para atingir as suas metas.

Esperamos que você coloque em prática as nossas dicas para atrair clientes na sua imobiliária.

FONTE: Sami Blo

 

Rafaella outubro 10, 2018 Nenhum Comentário

Teresina sediará Simpósio de Arrecadação Tributária e Regularização fundiária

Teresina será palco entre os dias 22 e 23 de outubro do Simpósio de Gestão Municipal: Arrecadação Tributária e Regularização Fundiária, que será realizado pelo Instituto de Estudos e Projetos de Interesse Social (IEPIS) e a França Assessoria e Consultoria. O evento conta com o apoio do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI-PI).

Para o presidente do CRECI-PI, Nogueira Neto, o evento representa uma ótima oportunidade para capacitação dos profissionais. “Sempre procuramos apoiar eventos como esses, pois acreditamos ser importante para a atualização e capacitação de nossos consultores imobiliários. O Simpósio contará com a presença de profissionais renomados no qual teremos a oportunidade de trocar experiências e aprender sobre as novas diretrizes do mercado. Convido a todos para participarem desse momento”, disse Nogueira Neto.

Na oportunidade, serão ministradas palestras com renomados profissionais das áreas do direito tributário e imobiliário, arquitetos, engenheiro de agrimensura, entre outros profissionais. Entre os palestrantes confirmados teremos, José de Arimatéia Barbosa, Oficial Registrador de imóveis da comarca de Campo Novo do Parecis (MT); Richard Torsiano, Consultor das Nações Unidas em Governança de Terras e ex-diretor de Ordenamento Fundiário do Incra; Omar Augusto Leite Melo, advogado e consultor Tributário; Petrus Mendonça, advogado especialista em Direito Imobiliário – OAB/PE, dentre outros.

O Simpósio será realizado no auditório do Cine Teatro da Assembleia Legislativa, no dia 22 a partir das 17h e dia 23 a partir das 8h. As inscrições podem ser realizadas através do site www.even3.com.br/simposiodegestaomunicipal. Mais informações através dos contatos (86) 9 9905-7798 ou (86) 9 9978-7292.

 

 

Rafaella outubro 3, 2018 Nenhum Comentário

CRECI-PI discute parcerias com Banco do Brasil

A diretoria do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI-PI) esteve reunida nessa terça-feira, dia 02 de outubro, com o novo superintendente do Banco do Brasil no Estado do Piauí, Ivan Cerqueira Suzart, para discutir futuras parcerias visando o aquecimento do mercado imobiliário.

O diálogo com a instituição financeira tem como objetivo beneficiar a categoria, os construtores e principalmente os clientes, que vão adquirir seu imóvel com mais facilidade. O presidente do CRECI-PI, Nogueira Neto, destacou que esse diálogo é de suma importância para o Conselho, porque o Banco do Brasil é uma instituição financeira de muita credibilidade.

“Essa parceria proporcionará bons resultados. A categoria será beneficiada com esses financiamentos imobiliários e também com financiamentos de produtos para o desenvolvimento profissional dos corretores. Mas também os construtores e principalmente a sociedade, que vai poder adquirir o seu imóvel com mais facilidades”, pontuou.

Segundo o superintendente Ivan Cerqueira Suzart, o Banco do Brasil tem interesse em intensificar sua participação no mercado imobiliário. “O banco tem todas as condições, seja através de prazos, como também em taxas de juros. E essa proximidade com o CRECI objetiva ampliar os negócios garantindo mais fluidez e atendimento pleno aos clientes que querem ter acesso as linhas de créditos da instituição financeira”, finalizou.

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Rafaella setembro 24, 2018 Nenhum Comentário

Caixa começa a cobrar juros menores para financiamento imobiliário

Começam a valer hoje (24) as novas taxas de juros de financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal.

No último dia 14, o banco informou que reduziu em 0,75 ponto percentual as taxas de juros do crédito para compra de imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

A redução vale para imóvel de até R$ 1,5 milhão. As taxas mínimas do SFI passam de 9,5% ao ano para 8,75% ao ano. E a taxa máxima cai de 11% para 10,25% ao ano.

A Caixa também informou também que, a partir de novembro, oferecerá um novo serviço de avaliações de imóveis, disponibilizando laudo diretamente para pessoas físicas e jurídica.

Segundo o banco, o Caixa Avalia é uma plataforma que vai permitir a venda de avaliações pelo site com contratação 100% digital.

Reduções de juros no financiamento imobiliário

Em abril, a Caixa reduziu em até 1,25 ponto percentual as taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

O limite de cota de financiamento do imóvel usado subiu de 50% para 70%. A Caixa também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%.

Em julho, o banco reduziu em média de 1 a 2 pontos percentuais ao ano as taxas do crédito imobiliário para pessoa jurídica.

Em agosto, promoveu uma redução de até 0,5 ponto percentual das taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do SBPE.

O limite de cota de financiamento de imóveis usados para pessoa física subiu de 70% para 80%.

A Caixa tem R$ 85 bilhões disponíveis para o crédito habitacional este ano. No primeiro semestre, foram contratados mais de R$ 40 bilhões.

O banco tem cerca de 70% das operações para aquisição da casa própria.

Operado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o SFH financia imóveis de até R$ 800 mil em todo o país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o teto corresponde a R$ 950 mil.

Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI, que financia imóveis com recursos de poupança.

Fonte: Agência Brasil