Rafaella outubro 13, 2017 Nenhum Comentário

5 dicas para vender imóvel rápido sem baixar demais o preço

Está difícil para vender seu imóvel? Estes detalhes podem fazer toda a diferença para fechar o negócio

Se você está tentando vender seu imóvel há meses e não consegue fechar negócio, ou se pretende colocar o maior bem da sua vida à venda, esta matéria é para você. As dicas a seguir podem ajudar a elaborar um anúncio atraente e a chegar a um preço ideal para os dois lados.

Para não perder negócio em tempos de baixa liquidez no mercado imobiliário, pequenos detalhes fazem diferença. Confira a seguir cinco dicas para vender o imóvel rápido sem baixar demais o preço:

1) Organize os documentos

Cerca de 20% das negociações de imóveis à venda em São Paulo são interrompidas na hora de assinar o contrato por problemas de documentação do vendedor ou do imóvel, segundo a imobiliária e administradora Lello. A burocracia é grande, por isso, é essencial organizar toda a documentação para não perder a venda por um detalhe.

A lista de documentos necessários é imensa: inclui escritura e certidão atualizada do imóvel, negativas de débitos de IPTU e condomínio, além de diversos documentos pessoais. Você terá que regularizar qualquer pendência e provar que seu nome não está envolvido em processos judiciais ou dívidas com a Receita Federal ou com o banco.

Qualquer irregularidade impede que você venda seu imóvel. Por isso, vale contar com assessoria jurídica para revisar toda a documentação antes colocar o imóvel à venda.

“Esse processo de análise dos documentos é extenso, mas boa parte dos problemas são facilmente sanados. Quem faz isso com antecedência leva vantagem na venda”, orienta o diretor de Vendas da Lello Imóveis, Igor Freire.

2) Estabeleça um preço justo

Os especialistas em mercado imobiliário garantem: se o preço do imóvel estiver de acordo com o seu valor de mercado, três meses é o tempo máximo que leva para você conseguir vendê-lo.

“A maioria dos vendedores coloca o preço acima do valor de mercado e, por isso, tem dificuldade para fechar negócio”, diz o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, José Augusto Viana Neto.

O especialista em mercado imobiliário Marcelo Prata, fundador dos sites Resale e Canal do Crédito, concorda: “Não existe mercado imobiliário ruim. Existem imóveis fora do preço”.

Segundo Prata, em geral, os imóveis são efetivamente vendidos com preço entre 15% e 25% abaixo do valor anunciado por índices como o FipeZap. “O imóvel vale quanto os compradores estão dispostos a pagar, e não quanto o vendedor quer”, diz.

Isso não significa que você deve cobrar o mesmo preço pelo qual o vizinho vendeu, pois imóveis no mesmo condomínio podem ter valores diferentes conforme o estado de conservação, a iluminação e a ventilação. “O mercado é predador. Os preços mudam muito se você atravessar a rua ou o corredor”, alerta Viana Neto.

3) Escolha com atenção o corretor e a imobiliária

Como você viu, a tarefa de determinar um preço pode ser difícil para quem tem pouca prática. Por isso, procure uma imobiliária ou corretor de referência, que conheça o mercado imobiliário na região, para ajudar a determinar o melhor preço de anúncio.

Assim como você faz quando vai a um médico especialista, busque recomendações de corretores com quem já vendeu um imóvel. “Um bom corretor conhece a realidade dos preços do mercado e vai falar o que você não gostaria de ouvir. Esteja aberto para isso”, diz Prata.

Outra dica é escolher com cuidado apenas uma imobiliária. “Cinco ou seis placas de imobiliárias diferentes depreciam o imóvel. É melhor contratar apenas uma imobiliária, que se empenhe muito para vender seu imóvel”, ensina.

4) Capriche no anúncio

Com português impecável, detalhe como é o imóvel e destaque o ele tem de melhor, mas não minta ou exagere nos elogios para não perder tempo com visitas de potenciais compradores que vão se decepcionar com o imóvel.

Descreva o condomínio, se tem garagem ou área de lazer, e não esqueça de falar sobre a região e suas facilidades, como acesso a transporte público e a serviços como supermercado e farmácia.

Tudo o que está descrito deve aparecer nas fotos. Se necessário, contrate um fotógrafo para apresentar fotos que valorizem o que o imóvel tem de melhor, sem cachorro, roupa no varal ou cama desarrumada à vista. “Preço e foto são os itens determinantes para o comprador marque uma visita”, diz Freire.

5) Tenha jogo de cintura para negociar

No Brasil, se você não tiver uma pequena margem de manobra para negociar, você cria uma barreira emocional no comprador que impede o negócio, como explica o especialista em negociações José Roberto Ribeiro do Valle, presidente da consultoria Scotwork Brasil.

Por isso, estabeleça um limite mínimo de valor desejado para vender o imóvel e esteja disposto a negociar dentro desse teto. “Não flexibilize demais. O segredo é estabelecer margens pequenas e exigir algo em troca”, orienta. Tenha cuidado para não demonstrar que você tem pressa para vender o imóvel.

Fonte: Exame

 

Rafaella outubro 11, 2017 Nenhum Comentário

Preço médio do M² no Brasil atinge R$4.833, aponta pesquisa

Pesquisa realizada pela Viva Real, empresa do segmento imobiliário, relativa ao terceiro trimestre de 2017, aponta que o preço nominal médio do m² para venda no Brasil atingiu o valor de R$4.833. A constatação, comparada ao segundo trimestre deste ano (R$ 4.8333), é considerada estável. No entanto, em comparação ao mesmo período de 2016, houve uma desvalorização de 0,72%.

Denominado de DMI (Dados do Mercado Imobiliário), o relatório analisou mais de dois milhões de imóveis, em 30 cidades de diferentes regiões. Com isso, ao todo, em relação ao terceiro trimestre do ano passado, 20 cidades registraram alta no preço médio do imóvel, enquanto duas se mantiveram estáveis e outras oito, entre elas Campinas, João Pessoa, Natal e Porto Alegre, sofreram queda.

A pesquisa também enumerou 16 cidades que estão com os valores do m² acima da média nacional (R$4.833/m²). A lista é encabeçada pela capital federal, Brasília (R$7.805/m²). Na segunda colocação está o Rio de Janeiro (R$7.174/m²), seguido por São Paulo (R$ 6.875/m²). Já em relação as cidades com valores abaixo da média, Campinas lidera a lista com o valor R$ 4.806/m², seguida por Fortaleza (R$ 4.688/m²) e Belo Horizonte (R$ 4.600/m²).

Outro dado do estudo revela que a procura por imóveis à venda, no valor de R$500 mil, corresponde a 73% das buscas. Contudo, a oferta desse tipo de imóvel foi de 52% nos meses de julho, agosto e setembro deste ano.

Por fim, o ranking também elaborou uma lista com os bairros mais procurados para venda no país. Vila Mariana, em São Paulo, Tatuapé, também na capital paulista, além da Barra da Tijuca, no Rio, são os primeiros da relação. No que diz respeito aos bairros mais caros para venda, o quadro é composto por três locais da capital fluminense: Leblon (R$ 21.667/m²), Ipanema (R$ 20.000/m²) e Lagoa (17.123/m²).

Fonte: Estadão

Rafaella outubro 10, 2017 Nenhum Comentário

Após mobilização, empresários conseguem retirar de pauta projeto que aumenta impostos no PI

Representantes de diversos setores empresariais do Piauí estiveram na manhã desta terça-feira (10) na Assembleia Legislativa do Piauí para pressionar parlamentares para retirada de pauta do projeto de lei de autoria do Executivo Estadual que aumenta a alíquota de impostos de diversos produtos e serviços, como telecomunicações, combustíveis e energia elétrica. Além disso, a proposta prevê a anistia de multas e juros para débitos e ICMS e IPVA.

Após reunião com o relator do projeto, deputado Fernando Monteiro (PRTB), os representantes do setor empresarial participaram da discussão do projeto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde conseguiram a retirada do projeto de pauta. Para o presidente do Sindicato da Construção Civil, André Baía, o aumento de imposto é inexplicável e compromete a própria recuperação econômica do Estado, já que a proposta atinge áreas sensíveis do dia a dia da população.

“A energia aumentou 27% na semana passada e agora, de acordo com esse projeto, terá um aumento de mais 4%. Nós estamos falando não somente de empresário, mas do cidadão comum, do trabalhador da construção civil que tem uma moto e vai sofrer com o aumento de combustível, do trabalhador do comércio, de todo mundo que tem seu celular e vai sentir o impacto do aumento. Estamos falando de itens básicos das pessoas.  Vamos mobilizar os sindicatos laborais para dizer que não tem como passar como está. Esse é um problema do Piauí, nãos é somente da Assembleia, é de todos nós”, afirmou André Baía.

Evandro Cosme, presidente da Câmara Dirigentes Lojistas (CDL) e do Sebrae, afirmou que o Governo precisa apresentar soluções alternativas à criação de impostos, já que a carga tributária está no limite. “Tributos não é mais a solução. Temos que buscar soluções, atitudes mais criativas e compartilhadas com aqueles que recolhem e pagam tributos. Precisamos ser mais ouvidos, não temos como conviver com mais tributos. Altas taxas prejudicam o trabalho dos empresários. Temos uma realidade exposta: aumento de tributo não é a solução”, pontuou.

Representando os corretores de imóveis, Nogueira Neto, presidente do CRECI/PI, fez duras críticas à essa medida do Governo Estadual e lembrou o impacto que a medida terá em todos os níveis sociais. “Essa proposta é desastrosa para a sociedade. O Governo é pago pelos contribuintes para desenvolver uma boa gestão, a favor da sociedade. Não é somente o setor produtivo que será afetado, mas todas as pessoas serão prejudicadas”, frisou.

Após a retirada do projeto de pauta na CCJ, o líder do Governo na Assembleia, deputado João de Deus (PT) viabilizou uma reunião do setor empresarial com o secretário de Fazenda, Rafael Fonteles para esta quarta-feira (11) para discussão do projeto que chegou ao poder legislativo em regime de urgência. Já o deputado Rubem Martins (PSB) informou que ingressará com pedido de requerimento para a realização de uma audiência pública.

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Rafaella outubro 10, 2017 Nenhum Comentário

Piauí marca presença no ENBRACI 2017

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI-PI) mais uma vez marcou presença no Encontro Brasileiro do Mercado Imobiliário (Enbraci), que aconteceu nos dias 05 e 06 de outubro em Brasília (DF). Considerado o maior evento do segmento imobiliário da América Latina, o Enbraci reuniu cerca de 1200 corretores de imóveis dos Estados do Brasil.

A programação contou com palestras ministradas por grandes nomes nacionais e internacionais do cenário imobiliário, marketing e negócios. O presidente do Sistema Cofeci-Creci, João Teodoro da Silva, destacou durante sua fala os 55 anos de regulamentação da profissão e a importância do corretor de imóveis para a economia do país. “Fico muito contente em ver esse auditório lotado, só mostra que a nossa categoria está buscando se capacitar para enfrentar os desafios diários do mercado”, disse.

O presidente do CRECI-PI, Nogueira Neto, destacou a presença da delegação do Piauí em mais uma edição do evento que contribui diretamente para a qualificação profissional. “Fico muito orgulhoso que os corretores do nosso Estado estão cada vez mais em busca de aprimorar seus conhecimentos”, pontuou. Nogueira também aproveitou a oportunidade para parabenizar toda a equipe que esteve à frente do evento, em especial, o presidente João Teodoro e Paschoal Rodrigues

O coordenador da delegação do CRECI-PI, Inácio Guimarães, pontuou a riqueza da programação com excelentes palestrantes e a participação integral de toda a comitiva do Estado. “Todos voltaram muito empolgados a organização do evento e com o aprendizado adquirido durante estes dias. E nós enquanto diretoria ficamos muito satisfeitos com o sucesso de todo o evento”, disse.

Renomados nomes como o do comentarista Carlos Alberto Sardenberg, o ministro do TSE, Tarcísio de Carvalho, o economista Ricardo Amorim, Nailor Marques, Peixoto Aciolly, Paulo de Vilhena, Gabriel Vilarreal e Geraldo Rufino estiveram presentes no Enbraci 2017 discutindo temas da atualidade dentro da política, economia, marketing e negócios. O Painel Internacional do Sistema COFECI-CRECI realizado no dia 05 contou com a presença de palestrantes estrangeiros como o veterano do setor imobiliário Thomas Riley; o diretor regional da Remax Argentina e Uruguai, Sebastián Sosa; e a especialista em imóveis globais Eleonore Rojas.

Corretores destacam importância do evento

O corretor de imóveis Marlus Santos ressaltou que foi muito bom compartilhar esses dias de capacitação, novas experiências e ensinamentos importantes para a profissão. “Com certeza chegamos mais preparados e motivados para novos desafios. Agora vamos trabalhar juntos em busca de uma classe mais unida e capacitada. O mercado é grandioso e promissor para todos, basta somente acreditar e estarmos preparados para isso”, afirmou o profissional.

Já a corretora Cristina Lopes agradeceu mais uma vez a iniciativa do CRECI-PI, na pessoa do presidente Sr. Nogueira Neto e toda a sua equipe, por terem proporcionado esses dias de conhecimento de grande importância ao aperfeiçoamento do segmento imobiliário.

Rafaella outubro 9, 2017 Nenhum Comentário

Preço dos imóveis cai pelo sétimo mês consecutivo, mostra FipeZap

Em setembro, o preço médio dos imóveis à venda sofreu uma leve queda pelo sétimo mês consecutivo, de 0,07%, segundo o Índice FipeZap. A boa notícia para quem quer comprar imóvel é que os preços ainda devem demorar para voltar a subir com força.

“Para o tamanho da crise que tivemos, a queda no preço dos imóveis foi pequena. Por isso, ainda vamos demorar para ver uma escalada dos preços novamente”, explica o coordenador do Índice FipeZap, Eduardo Zylbersajn.

A pesquisa acompanha a variação dos valores de apartamentos anunciados para venda em 20 cidades brasileiras. No ano, o preço médio dos imóveis à venda caiu 0,56%, puxado para baixo por Fortaleza, Rio de Janeiro e Niterói.

Nos últimos 12 meses, a queda foi de 0,26%. No entanto, a inflação medida pelo IPCA esperada para o período é de 2,48%, o que significa que o preço dos imóveis caiu, enquanto os demais preços da economia subiram. Ou seja, a queda real foi de 2,67% nos últimos 12 meses.

A queda real é registrada quando o valor de um determinado bem tem uma alta inferior ao aumento generalizado dos preços, medido por índices inflacionários, como o IPCA. Vale destacar que a variação real não é obtida com uma simples subtração. Para realizar o cálculo, é preciso dividir a oscilação dos preços pela variação da inflação.

 

Fonte: Exame

Foto: Aleksandra Zlatkovic/Thinkstock

Rafaella outubro 3, 2017 Nenhum Comentário

CRECI-PI se reúne com Águas de Teresina e conquista melhorias para imobiliárias

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI-PI), através de seu conselheiro federal Valdemar Junior e da diretora Cristina Verçosa, esteve reunido com a empresa Águas de Teresina, responsável pelos serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto da zona urbana de Teresina, para tratar de melhorias nos serviços e no atendimento às imobiliárias de Teresina.

Durante o encontro foi discutida a distribuição de água em alguns bairros da cidade, que impacta diretamente o mercado imobiliário local. Além disso, a empresa disponibilizará um campo no site e um atendimento especial via telefone para as imobiliárias. Para Valdemar Júnior isso é uma conquista para as imobiliárias. “É um avanço muito grande pra gente e vai facilitar a vida das empresas”, contou o conselheiro

A reunião contou com a presença do Gerente Comercial do Águas de Teresina. Pedro Alvez, do Coordenador de Clientes Especiais, Zied Warrak e a Coordenadora de Atendimento, Sandra Duarte. A partir desse encontro com a empresa e com as melhorias no atendimento, as imobiliárias de Teresina conseguirão ofertar um serviço com mais qualidade aos usuários.

Rafaella setembro 28, 2017 Nenhum Comentário

Veja os segredos dos corretores de imóveis que são campeões de venda

Com eles não tem transação perdida. Os corretores campeões de venda sabem tudo o que é preciso para conquistar o cliente e fechar o negócio dentre as inúmeras ofertas que surgem em empreendimentos do “Minha casa, minha vida”. O segredo? Informação, atenção e tempo para esclarecer todas as dúvidas do mutuário e deixá-lo seguro para sair do aluguel.

Leonardo Freitas, gerente de Vendas da Direcional no Rio de Janeiro, garante que ter informações precisas, com respostas na ponta da língua quando o cliente fizer perguntas, é o mais importante para que o corretor consiga fechar uma venda.

— Muitos não conhecem os detalhes do programa “Minha casa, minha vida”. Chegam com dúvidas, querendo detalhes, e precisam de segurança nas informações. E o trabalho principal de um corretor campeão de vendas é responder a todas essas perguntas do cliente. E, claro, mostrar que ele pode sair do aluguel e comprar um imóvel. O importante é transformar a curiosidade em interesse e, depois, em venda. Sempre enfatizando que é possível para esse cliente se tornar dono do próprio imóvel — diz Leonardo.

Rosana Coelho, que é gerente geral de Vendas da construtora Cury no Rio, afirma que, para ser um bom corretor, é preciso ser um ótimo ouvinte.

— Temos que entender o que o cliente deseja. Por isso, a sondagem é um passo muito importante. O corretor de imóveis tem que estar preparado e capacitado para poder receber o cliente e transformar uma simples visita em venda — afirma ela, que atualmente ocupa o cargo de gerente de Vendas, mas está sempre com a mão na massa, ao lado da equipe.

Rosana destaca, ainda, que um fator de grande importância para fechar o negócio é conhecer os produtos da empresa, além de ter argumentos concretos e apresentar todas as possibilidades ao cliente.

— Conhecendo seu produto e entendendo o cliente você consegue ter argumentos. Cada um tem um perfil e uma necessidade, e isso deve ser respeitado. O importante é nunca desistir do cliente na primeira negativa dele — ensina.

As informações sobre tudo o que diz respeito ao imóvel, às condições de financiamento e à documentação necessária para fechar o negócio ajudam a preparar o cliente para que ele se sinta seguro de fazer uma dívida que vai ser paga por 30, 35 anos. E o corretor não pode esmorecer nunca, principalmente em momentos de crise.

— Eu conseguia fechar dez vendas ao mês e continuo trabalhando com as mesmas determinação e vontade de antes — disse Leonardo Freitas, gerente de Vendas da Direcional no Rio de Janeiro.

Fonte: Extra Globo

Rafaella setembro 26, 2017 Nenhum Comentário

Mercado imobiliário dá sinais de retomada

Em julho, a BR Properties anunciou a conclusão da compra dos dois edifícios que compõem o Condomínio Centenário Plaza, em São Paulo, por R$ 439,6 milhões. Em janeiro, o fundo canadense Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB) tinha anunciado acordo com a Cyrela Commercial Properties (CCP), que envolveu troca de ativos e previa a formação de joint venture para investimentos em escritórios comerciais no valor de até R$ 400 milhões.

Esses movimentos ainda são isolados, mesmo assim são apontados por alguns executivos como exemplos de que o mercado de imóveis comerciais começa a dar sinais de vida depois de um período de estagnação. Com os preços ainda em baixa e taxas de vacância altas, a aposta é de que é o momento de comprar para atender a uma futura demanda por essas locações que, eles preveem, não deverá demorar muito mais que quatro anos para se apresentar.

“Há praticamente quatro anos esse mercado enfrenta declínio e, este ano, finalmente, os preços e as taxas de vacância começaram a se estabilizar”, diz Edson Ferrari, diretor da CBRE. Pelos seus cálculos, o próximo ciclo nesse ramo deverá ser de recuperação plena em quatro ou, no máximo, cinco anos.

Em São Paulo, que concentra o maior volume de ofertas, entram no mercado cerca de 370 mil m2 de imóveis comerciais por ano. Mas alguns problemas, como zonas saturadas e dificuldades de potencial construtivo em algumas regiões, segundo ele, devem diminuir esse número para algo como 200 mil m2 anuais.

Portanto, na sua avaliação, diante de uma recuperação econômica mais forte haverá o aumento da demanda que, mesmo com consumo do estoque atual, não deverá ser suprida totalmente por novos lançamentos, pressionando preços. “Se considerarmos apenas o que está represado, como a queda de aproximadamente 25% no valor de locação – que se reflete no valor de venda – e uma inflação acumulada nesse período de maior crise no setor de cerca de 30%, a recuperação poderá elevar, no mínimo, 60% do valor dos negócios nessa área”, ressaltou.

Esse quadro, na sua opinião, é o que está atraindo grandes investidores para esse mercado e que poderá, inclusive, ter reflexos também nas cotas dos fundos imobiliários permitindo acesso de mais pessoas, inclusive físicas. Entre os incentivos, para o executivo, está a queda das taxas de juros.

Mas, claro, há riscos. Trata-se de um mercado muito sensível às variáveis macroeconômicas. “Os indicadores não estão ainda totalmente favoráveis.”

As mesmas indefinições se aplicam também à área residencial. Segundo Guilherme Bueno Neto, sócio da RBR Asset, o mercado de padrão médio – valores que variam de R$ 300 mil a R$ 1 milhão – teve uma queda de até 20% durante o período de crise. “Ao que tudo indica, o pior já passou e os preços começam a se estabilizar.”

Mesmo com liquidez, o executivo lembra que não se trata de um mercado para amadores. “Com pouco dinheiro em circulação tem muita gente disposta a fazer muitas concessões para vender seus imóveis. Mas é preciso ter suporte para conduzir negociações adequadas e aproveitar as oportunidades”, observou.

Se no mercado brasileiro há ainda muitas incógnitas pela frente, o investimento em imóveis no exterior pode trazer algumas oportunidades. Pelo menos é o que acredita Daniel Toledo, sócio fundador da Loyalty Miami. “Há oportunidades de negócios em empreendimentos comerciais, casas para aluguel de férias ou mesmo imóveis para locação durante o ano.” Ele acredita que os mercados mais rentáveis estão nos Estados do Texas, Flórida – com exceção de Orlando que dá sinais de saturação – e em Nova York.

Fonte: Valor Econômico

Rafaella setembro 22, 2017 Nenhum Comentário

Caixa reduz juros e limite mínimo de financiamento para crédito imobiliário

As pessoas físicas e jurídicas que comprarem imóveis financiados pela Caixa Econômica Federal vão pagar menos juros. O banco reduziu as taxas dos financiamentos imobiliários e diminuiu a cota mínima de financiamento dos imóveis comprados dentro do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Em nota, a Caixa informou que a redução dos juros é reflexo da diminuição da taxa Selic (juros básicos da economia), anunciada recentemente pelo Banco Central. De acordo com o banco, o objetivo é contribuir para impulsionar as vendas de imóveis novos de construtoras parceiras e atrair novos clientes para a instituição.

Todos os clientes pessoa física que financiarem imóveis novos ou usados, enquadrados no SBPE, terão redução linear de 0,25 ponto percentual na taxa, independente do relacionamento com o banco, que concentra dois terços do crédito imobiliário do país. Caso o cliente compre imóveis novos ou na planta, com construção financiada pela Caixa e escolham receber o salário pelo banco, a redução será maior, com juros iguais aos oferecidos aos servidores públicos.

Para as pessoas físicas nessa situação, os juros passarão de 11,22% para 9,75% ao ano para imóveis do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), de menor valor, e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis do Sistema Financeiro Imobiliário, de valor mais alto.

Para os financiamentos imobiliários a empresas, a Caixa reduziu os juros em 1 ponto percentual para todas as faixas de relacionamento. As taxas cairão de 14% para 13% ao ano para micro e pequenas empresas e de 13,5% para 12,5% ao ano para médias e grandes empresas. O banco adotou ainda um sistema de classificação de risco que poderá beneficiar as empresas consideradas como boas pagadoras com redução de até 1,5 ponto percentual.

Além da redução dos juros, a Caixa diminuiu, de R$ 100 mil para R$ 80 mil, o limite mínimo de financiamento no SBPE para pessoas físicas. A medida vale tanto para imóveis novos e usados e independe do valor da unidade habitacional.

Operado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o SFH financia imóveis de até R$ 650 mil em todo o país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o teto corresponde a R$ 750 mil. O SFI, que cobra juros mais altos, financia imóveis acima desse com recursos da poupança, sem o uso do FGTS.

Fonte: Agência Brasil

Rafaella setembro 21, 2017 Nenhum Comentário

Vendas de imóveis sobem 40% em julho, mostram Fipe e Abrainc

O mercado imobiliário mostrou expansão nas vendas e nos lançamentos em julho, bem como recuo dos distratos, de acordo com pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), em parceria com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e divulgada nesta segunda-feira, 18.

A pesquisa mostra que, em julho, as vendas líquidas (já descontados os distratos) totalizaram 5.130 unidades, crescimento de 40% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os distratos foram de 2.821 unidades, retração de 35%. Os lançamentos totalizaram 6.628 unidades, um salto de 182%.

Com os dados positivos de julho, o mercado imobiliário mantém a trajetória de recuperação das operações. No acumulado do ano, as vendas líquidas somaram 37.571 unidades, aumento de 20,3% frente o mesmo período do ano passado.

No acumulado do ano, os distratos atingiram 20.643 unidades, queda de 22,3%, e os lançamentos alcançaram 30.530 unidades, recuo de 3,5%.

No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em junho, as vendas líquidas foram de 63.749 unidades, alta de 11,6%. Os distratos totalizaram 39.790 unidades, baixa de 15,4%, e os lançamentos alcançaram 37.158 unidades, alta de 9,4%.

Os dados da pesquisa abrangem imóveis novos, dos setores residencial, comercial e loteamentos de 20 empresas associadas à Abrainc, com atuação em diversos estados e concentração na região Sudeste.

Fonte: Exame