Rafaella setembro 13, 2017 Nenhum Comentário

Tecnologias despontam como soluções para o mercado imobiliário brasileiro

Seja nos métodos de construção, na intermediação da compra, na busca pelo cliente e nos próprios empreendimentos, tendências já são realidade

Novas tecnologias surgem o tempo todo em todas as áreas da sociedade e no mundo inteiro e o segmento da construção civil e o mercado imobiliário não fogem às novas tendências que despontam. Seja nos novos métodos de construir, nas soluções que os empreendimentos já apresentam, nas novas formas de os corretores intermediarem a compra e ainda como os consumidores finais encaram tudo isso, todo o ciclo já está inserido em um contexto mais tecnológico. E os impactos já podem ser sentidos no Brasil. Confira as tendências de tecnologias que já são realidade no mercado imobiliário brasileiro.

Para Guilherme Ribeiro, diretor de Tecnologia da Rede Imobiliária do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), o mercado da construção e imobiliário historicamente absorvem as novas tendências de tecnologias de forma mais lenta. “É mais tradicional porque é um ciclo de compra maior. Mas, hoje em dia, até mesmo o próprio consumidor exige o uso da tecnologia e elas já estão mais acessíveis e práticas”, explica. Mesmo que não leve exatamente à compra, as tecnologias facilitam todo o processo. “Ela leva a um contato mais rápido, à economia de tempo, resolve etapas intermediárias do processo e o deixa mais transparente. O cliente acaba tendo mais informações e só entra em contato com o imóvel que ele realmente deseja”, completa.

As tecnologias proporcionam facilidades tanto para o profissional que está atuando na intermediação da unidade como também para quem deseja comprar um imóvel. “O corretor de imóveis pode através das ferramentas tecnológicas conquistar mais clientes e alavancar as vendas. Afinal de contas, as novas tecnologias e aplicativos vieram para auxiliar e não para substituir o profissional. De uma forma mais geral, o profissional poderá contar com informações mais precisas sobre as unidades que estiver negociando”, afirma Manoel da Silveira Maia, presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ).

Ele cita, como facilitadores para os corretores, aplicativos que já existem no mercado. “O que gera cartões de visita que podem ser enviados por e-mail ou o que simula uma Calculadora HP12C são exemplos de como podem ser úteis ao profissional da intermediação imobiliária”, lista Manoel da Silveira Maia. “Além disso, já existem até mesmo aplicativos que guardam documentos dos imóveis captados, tornando a atuação do corretor de imóveis mais eficiente e produtiva”, acrescenta.

Os clientes interessados em comprar um imóvel também se beneficiam das tecnologias. Óculos de realidade virtual que permitem o consumidor a visitar, mesmo que remotamente, o imóvel de interesse já começam a ser difundidos no Brasil. “O equipamento facilita a vida do cliente, que pode ver diversos empreendimentos simultaneamente sem se deslocar”, ressalta o presidente do Creci-RJ. Aplicativos que se baseiam na posição geográfica do cliente também já são bastante utilizados. “Eles acabam criando uma nova maneira de buscar um imóvel, no entorno”, completa o diretor do Secovi-SP, que ainda cita a utilização de drones para captar imagens aéreas e o crescimento do uso de vídeos para que os consumidores se sintam andando dentro do imóvel.

A tendência é que esses tipos de tecnologias só cresçam no Brasil. “É um custo barato para quem contrata, não tem custo para o cliente final e só traz qualidade”, acredita Guilherme Ribeiro. Além disso, as tecnologias proporcionam um interesse maior por parte dos clientes. “Quando a tecnologia permite ao consumidor conhecer, por exemplo, como ficará um imóvel que hoje ainda está em construção ou quando percebe a aplicação dos benefícios da tecnologia no imóvel e os impactos e facilidades que poderá ter ao adquirir a unidade, com certeza estará mais inclinado a concretizar a compra”, reforça Manoel da Silveira Maia.

Por dentro

A tendência é que surjam ideias cada vez mais inovadoras e que agreguem valor aos serviços imobiliários, impactem na forma de construir e também valorizem os próprios imóveis. Condomínios com aplicativos próprios que oferecem serviços aos moradores já estão despontando no mercado brasileiro. Dentro dos próprios imóveis, os sistemas de automação residencial ainda possuem um alto custo no país, mas, segundo o presidente do Creci-RJ, Manoel da Silveira Maia, podem futuramente ser aliados na economia mensal dos moradores.”Fogões e geladeiras controlados via aplicativo de celular ou tablete, lâmpadas que acendem via wi-fi, sensores que avisam o que está faltando na geladeira, câmeras de segurança controladas via vídeo, entre outras diversas modalidades de sistemas de automação estão em ascensão no país”, garante, ressaltando que a implantação pode agregar valor ao imóvel.

Confira tendências de tecnologias no mercado imobiliário

– Mensagens virtuais – A comunicação entre corretores e clientes se torna, cada vez mais, facilitada por aplicativos de mensagens. O telefonema, usado antigamente, já se torna menos usual por conta da praticidade da troca de mensagens a qualquer momento, com a possibilidade de troca de fotos e vídeos. Além do mais, é uma comunicação mais barata.

– Aplicativos de imóveis – O mercado imobiliário aderiu à onda de aplicativos para smartphones. A facilidade de ter todas as informações sobre os imóveis de interesse na mão, a qualquer hora e lugar já se tornou realidade.

– Anúncios com geolocalização – marcar a área onde o imóvel se encontra facilita a busca do cliente pelo apartamento ou casa ideal, já que a localização, hoje em dia, é quesito fundamental na hora da escolha. Apontar a localização em um mapa ajuda o interessado a saber área e redondezas do imóvel.

– Uso de vídeos – o mercado já percebeu que o cliente gosta de se sentir andando dentro do imóvel que deseja comprar. Com vídeos, essa possibilidade se torna realidade.

– Realidade virtual – Os óculos 3D já se tornaram realidade no mercado brasileiro e permite, de forma ainda mais evoluída, um passeio virtual do cliente no imóvel de interesse. Esta tecnologia evita que os consumidores precisem de muitos deslocamentos e já entre em contato para imóveis que realmente o interessem.

– Imagens por drones – este é o tipo de equipamento já acessível no Brasil e prático para utilizar. Ele permite fazer imagens aéreas dos imóveis, registrando não apenas o empreendimento, mas também o seu entorno, dando uma visão geral.

– Automação – apesar de ainda não ser muito difundida no Brasil por conta do custo alto, já aparece como solução em muitos imóveis. São muitas as possibilidades de automação, como luzes com sensores de presença, ar-condicionado e geladeira que funcionam através de comandos no aplicativo no celular, lâmpadas que acendem via wi-fi, entre outras.

Fonte: ZAP em Casa

Rafaella setembro 11, 2017 Nenhum Comentário

O que fazer quando seu imóvel encalha

A placa de “aluga-se” ou “vende-se” já está lá há meses, mas nada de o imóvel encontrar um locatário ou comprador. Uma casa ou apartamento encalhado pode até ser indicativo de um mercado mais difícil ou de um imóvel problemático, mas como no mercado se acredita que tudo é vendável pelo preço certo, o mais provável é que esteja na hora de o proprietário rever sua estratégia. O preço pedido é alto demais? Ou será que você está sendo intransigente ao negociar com os interessados?

Em geral, quem procura anunciar seu imóvel por meio de uma boa consultoria imobiliária já encontra auxílio profissional para adequar os anúncios, o preço e a estratégia ao público do imóvel. Mesmo assim, cabe rediscutir a tática ou mudar de comportamento na hora de negociar se mesmo assim o imóvel não encontrar alguém para fechar negócio. Veja a seguir o que fazer se o seu imóvel encalhar em cada caso: venda e locação.

Venda

Segundo Roseli Hernandes, diretora comercial da Lello Imóveis, bons imóveis levam de três a seis meses para serem vendidos. A menos que estejam abaixo do preço de mercado – nesses casos, provavelmente a venda será imediata. Proprietários de imóveis anunciados há mais de um ano já devem rever sua estratégia.

1. Foque a divulgação na internet. Para Roseli Hernandes, a melhor forma de divulgação hoje em dia é a internet, pois é a que atinge o público mais selecionado. Quem busca por imóveis em sites de classificados já define seus parâmetros para procurar exatamente o que deseja, vê antes as fotos e já conhece as condições da venda. Anúncios com foto são preferidos.

2. Anúncios em jornais são caros e pouco efetivos. “As imobiliárias até colocam anúncio no jornal para marcar presença no mercado, mas é uma mídia cara e com resultado insignificante para atrair potenciais compradores”, diz Roseli.

3. Placas são boas formas de divulgação.
 A placa em frente ao imóvel atrai compradores em potencial menos prováveis e pessoas que já buscam imóvel naquela região. Porém, seu uso é mais seguro quando o proprietário usa os serviços de uma imobiliária e pode colocar nas placas o telefone do corretor. Se puser seu próprio contato, além de se expor, o vendedor terá de atender o telefone continuamenteo para pessoas que busquem um imóvel totalmente diferente, corretores, pessoas mal intencionadas e até trotes.

4. Deixe apenas uma placa. Quem usa os serviços de mais de uma imobiliária para estimular a competição entre os corretores pode acabar com o tiro saindo pela culatra. Várias placas de empresas diferentes em frente a um mesmo imóvel podem denotar para os possíveis interessados que o imóvel está encalhado porque tem algum problema.

5. Deixe o imóvel em bom estado. Não deixe o imóvel com aspecto de abandonado. Ele deve parecer habitável, com jardim limpo, se for o caso, fachada sem pichação, interior bem cuidado e sem sinais de mofo ou infiltração. Deixe o interior bastante neutro, retirando qualquer sinal religioso, de time de futebol ou qualquer outra preferência que possa afastar algum grupo de compradores em potencial. Procure também pintar o interior com uma cor clara e neutra: uma sala de paredes roxas pode ser polêmica.

6. Reveja o preço pedido. Se o preço estiver muito mais alto do que o valor médio da região, seu imóvel não vai sequer aparecer nas buscas pela internet dos compradores em potencial.

7. Seja flexível nas condições de pagamento. Se você só aceita pagamento à vista, considere aceitar um parcelamento, por exemplo.

8. Considere contratar uma imobiliária para melhorar sua estratégia de divulgação.
 Se arcar com o ônus da divulgação por sua conta não está dando certo, lembre-se de que imobiliárias podem conseguir uma divulgação mais efetiva, até mesmo por meio de anúncios pagos na internet, que sairiam muito caros para a pessoa física independente. Lembre-se de que a imobiliária apenas será paga quando o imóvel for vendido, por meio da comissão.

Locação

Segundo Roseli Hernandes, uma boa propriedade, em boas condições, é alugada em até três meses. “Alugamos cerca de 30% dos nossos imóveis no mesmo mês do anúncio”, diz a diretora da Lello. Os imóveis que encontram locatário mais rapidamente são os residenciais menores, de um ou dois quartos. Os de alto padrão levam até seis meses para alugar. Já para os comerciais, o tempo varia muito, diz ela.

1. Valorize a divulgação pela internet. Procure divulgar todos os detalhes sobre o imóvel em sites especializados, com fotos, valor do IPTU, descrição, número de vagas e localização, bem como o preço correto de mercado, para que ele apareça bem nas buscas. Continuam valendo as regras do jornal e das placas do item anterior (números 2, 3 e 4).

2. Seja flexível para negociar valores e condições. Todo locatário gosta de negociar o valor do aluguel, e pode ser que os candidatos a inquilino também desejem negociar, por exemplo, uma reforma ou um reparo antes de fechar negócio. Leve isso em consideração.

3. Considere aceitar outros tipos de garantia. Uma imobiliária que só aceite fiador com imóvel na cidade pode não ser a melhor opção para quem quer acelerar a locação do seu imóvel. Aceitar seguro-fiança ou fiadores com imóveis em outra cidade aumentará suas chances de conseguir um locatário, mas é preciso verificar se a imobiliária escolhida aceita esse tipo de coisa. “Às vezes a imobiliária não tem estrutura para administrar essas outras formas de fiança”, explica Roseli Hernandes.

Fonte: Exame

Rafaella setembro 6, 2017 Nenhum Comentário

O que é INCC? Saiba o significado deste termo tão comum na Construção Civil

INCC significa Índice Nacional de Custo da Construção, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas. Tem a finalidade de apurar a evolução dos custos das construções habitacionais.  Usualmente é utilizado para correção dos contratos de compra de imóveis, enquanto a obra está em execução.

A apuração abrange materiais e equipamentos, serviços e mão-de-obra da construção. Atualmente a coleta de dados é feita em 7 capitais do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília).

Histórico – O INCC foi divulgado pela primeira vez em 1950. De inicio, o índice cobria apenas a cidade do Rio de Janeiro e sua sigla era ICC (Índice de Custo da Construção). Nas décadas seguintes, a atividade econômica descentralizou-se e o IBRE (Instituto Brasileiro de Economia) passou a acompanhar os custos da construção em outras localidades. Além disso, em vista das inovações introduzidas nas técnicas de construção, o ICC teve que incorporar novos produtos e especialidades de mão de obra.Em fevereiro de 1985, para efeito de cálculo do IGP (Índices Gerais de Preços), o ICC deu lugar ao INCC.

Fonte: Blog da Construtora MBigucci. 

Rafaella setembro 6, 2017 Nenhum Comentário

Mercado Imobiliário mantém reação positiva e cresce no segundo trimestre

O lançamento de novas unidades e as vendas do mercado imobiliário brasileiro voltaram a crescer no segundo trimestre de 2017. Esse é o principal resultado da segunda rodada do estudo Indicadores Nacionais do Mercado Imobiliário, apresentado, na última quarta-feira (30), pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). No período, o volume de imóveis novos cresceu 59,8% e as vendas aumentaram 17,4%. “O mercado oferece muitas oportunidades e as pessoas voltaram a buscar o sonho da casa própria”, avalia José Carlos Martins, presidente da CBIC.

“O destaque no trimestre continua sendo a predominância dos lançamentos e venda dos imóveis de dois dormitórios, com 74% e 65% respectivamente, indicando uma presença muito forte do produto econômico no país”, avalia o economista Celso Luiz Petrucci, presidente da Comissão da Indústria Imobiliária (CII) da CBIC e coordenador desse projeto. Ele destaca que as vendas no primeiro semestre superaram em 41,2% os lançamentos no período, com 17.135 unidades a mais vendidas. Esse movimento, entretanto, não é suficiente para recuperar o desempenho do mercado, quando comparado com o primeiro semestre de 2016: o primeiro semestre de 2017 ainda apresenta queda, tanto em vendas como em lançamentos em 5,1 e 21,6%, respectivamente.

Formulado pela CBIC em correalização com o SENAI Nacional, o estudo Indicadores Nacionais do Mercado Imobiliário é trimestral e mapeou a atividade do setor em 18 localidades, oferecendo um panorama nacional desse mercado. As amostras da pesquisa são colhidas e avaliadas com a mesma metodologia, o que confere consistência aos dados. A primeira rodada foi apresentada nos primeiros dias de maio, já sinalizando a reação do setor.

A segunda rodada registra queda de 3,5% na oferta final de imóveis para venda e um desempenho desigual entre as diversas regiões brasileiras. Para o presidente da CBIC, a queda nos preços, gerada pela crise econômica, torna 2017 um bom ano para a aquisição ou troca de imóveis. “Os estoques estão caindo e a tendência é que falte produto no futuro”, diz Martins.

Fonte: WSCOM/Publicidade Imobiliária

Rafaella setembro 5, 2017 Nenhum Comentário

Corretor de imóveis: 8 ferramentas para facilitar e melhorar suas vendas

Imagine ter todas as informações sobre os imóveis organizadas, compartilhá-las automaticamente com os seus clientes e nas redes sociais online, agendar compromissos, receber notificações e acompanhar suas vendas e negociações em tempo real e de qualquer lugar.

Alie a isso a oportunidade de ter sempre em suas mãos um portfólio bem apresentado e acessá-lo de qualquer lugar, saber com precisão o tamanho de cômodo e passar esta informação ao cliente sem precisar retomar a planta do imóvel, apresentar sem margem de dúvida a posição do sol e não se perder para chegar naquele imóvel que você ainda não conhece.

Tudo isso é possível e pode estar disponível em apenas um clique. Essas são algumas facilidades que as novas tecnologias podem proporcionar ao corretor, gerando  um melhor aproveitamento do tempo, credibilidade e impactando, de forma efetiva, na relação com os clientes.

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Confira 8 ferramentas que irão revolucionar sua forma de trabalhar.

1. Evernote: um aplicativo muito útil no gerenciamento e organização para o corretor de imóveis. Ele permite anotações via comando de voz, além de arquivamento de textos e imagens. Uma das funções que mais gosto é o web clipper, onde é possível com apenas um clique, armazenar textos e imagens e ainda catalogar por pastas.

Com esta ferramenta, o corretor pode criar sua biblioteca virtual com notícias e matérias relevantes sobre o mercado imobiliário para usá-la como um catalisador de argumentações junto ao seu cliente. Toda informação é arquivada em “nuvem” e o acesso pode ser feito em qualquer plataforma. Além disso, todo item adicionado é atualizado automaticamente.

2. Magic Plan: Será que minha cama cabe aqui? E o meu armário? Estes são questionamentos corriqueiros aos quais, muitas vezes, nos faltam respostas por não termos por perto uma trena para medir e dimensionar para os clientes os espaços do novo imóvel.

O magic plan é um aplicativo fantástico, pois funciona como uma trena virtual. Ele mede e desenha os ambientes.

3. OZ Sun Seeker: Sol da manhã ou da tarde? Esta é outra pergunta comum e que pode deixar o corretor em dúvida. Pare de trabalhar com as palavras e apresente fatos reais ao seu cliente com este aplicativo.

O OZ Sun Seeker usa um GPS e magnetômetro para encontrar a posição solar correta e um caminho para sua localização atual.

4. Dropbox: Com armazenamento em “nuvem”, esse aplicativo permite que você  leve todos os seus documentos para qualquer lugar. Com ele, todo arquivo salvo na pasta é automaticamente armazenado em todos os dispositivos nos quais você tenha baixado o aplicativo.

Imagine se você tivesse que carregar em meio impresso todas as informações que precisa para sua apresentação: fotos, documentos, plantas, etc. Seriam necessárias mais de duas mãos para carregar tudo. Com o dropbox, isto se torna possível com maior facilidade.

5. Google Maps: Aplicativo essencial para que o corretor não se perca e encontre de forma ágil um endereço do imóvel a ser apresentado. Permite, ainda, a localização de pontos comerciais, transporte público e outras informações relevantes para sua argumentação.

6. Foursquare: Aplicativo e uma rede social online de geolocalização. Umas das coisas que mais gosto nele é a possibilidade de dar dicas. Você pode potencializar a sua apresentação recomendando atividades e locais interessantes disponíveis no bairro ou em regiões próximas à localização do empreendimento, além de ter a possibilidade de convidar pessoas para conhecer determinado imóvel.

Em suma, com o foursquare, o corretor pode estimular possíveis despretensiosos compradores a visitá-lo ou criar interesse pela região.

7. HP 12C: Este aplicativo proporciona ter no seu celular a famosa calculadora científica, ferramenta tão fundamental para garantia de decisões adequadas na relação com o cliente. Seu uso torna as negociações mais eficientes.

8. ColorSmart: O corretor precisa trabalhar de forma personalizada e criativa para atender os mais variados desejos. Este aplicativo contribui de forma interativa para que o seu cliente simule as combinações de cores para as paredes de seu futuro apartamento. Uma forma de quebrar possíveis objeções e criar um ambiente favorável na relação.

 

FONTE: Guilherme Machado

Rafaella setembro 1, 2017 Nenhum Comentário

CRECI/PI confirma presença no ENBRACI 2017

Maior evento do segmento imobiliário da América Latina, o Encontro Brasileiro do Mercado Imobiliário (ENBRACI) acontece este ano nos dias 5 e 6 de outubro no Complexo de Eventos Brasil 21, em Brasília-DF.

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI/PI) confirmou presença no evento que abordará as melhores práticas do mercado imobiliário nacional e internacional.

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas no link: http://www.premierturismo.com.br/eventos/enbraci2017/.

Confira o convite o presidente do COFECI, João Teodoro da Silva:

 

Rafaella agosto 29, 2017 Nenhum Comentário

CRECI-PI comemora Dia do Corretor com dois dias de evento

O Dia do Corretor foi no último dia 27 de agosto, mas no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI-PI), as comemorações se estenderam até esta terça, 29, com muito aprendizado e motivação. O Conselho realizou gratuitamente o minicurso “O Poder da Autorresponsabilidade”, com o palestrante Ricardo Cavalcanti, voltado para os corretores de imóveis cadastrados e alunos do curso Técnico em Transações Imobiliárias.

 

De acordo com o presidente do CRECI-PI, Nogueira Neto, todas as conquistas alcançadas nos últimos anos fazem do Dia do Corretor um momento de muito orgulho. “No dia 27, comemoramos 55 anos de regulamentação profissional e acreditamos que nossa profissão se torna cada vez mais valorizada. Nós temos um compromisso de valorização da instituição e dos profissionais”, comentou Nogueira Neto.

Nogueira Neto, presidente  do CRECI-PI.

 

Pensando em sempre proporcionar qualificação profissional, o Conselho convidou o Coach formado pela Federação Brasileira de Coaching Integral Sistêmico- FEBRACIS, Ricardo Cavalcanti, para ministrar o curso “O Poder da Autorresponsabilidade” durante os dois dias de evento.

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“Trouxemos ferramentas para que o ser humano, não apenas como corretores, possam entender que eles estão no controle da própria vida. Nós somos os únicos responsáveis pelo que acontece em nossas vidas. Nada é tão bom que não possa melhorar e nada é tão ruim que não possa piorar. Então, é uma questão de foco e entender qual o problema que ele está passando e ter atitude autorresponsável. Nós colhemos o que plantamos”, comentou o palestrante.

 

A Gislândia Araújo é corretora há dez anos e se disse muito satisfeita com a forma escolhida pelo Conselho para comemorar o Dia do Corretor. “É importante porque muitas vezes estamos cometendo erros e, na correria do dia a dia, não percebemos. É bom dar uma pausa, analisar o todo da nossa vida e melhorar o nosso trabalho”, comentou.

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Rafaella agosto 18, 2017 Nenhum Comentário

Por que um corretor de imóveis precisa entender de decoração?

À primeira vista, você pode achar que é bobeira: entender de decoração pode parecer desimportante para um corretor de imóveis. Mas não se engane, conhecimentos básicos de como decorar e reformar ambientes pode ser seu diferencial na hora de fechar uma venda e o que vai fazer com que você conquiste um cliente e o seu concorrente não! É mais uma característica do corretor de imóveis quebra-regras: ele entende de áreas diversas, tem conhecimentos diferenciados de sua profissão e usa tudo isso a seu favor.

Imagine a seguinte situação: você vai visitar uma casa com um casal de moradores prestes a se casar. A dupla está em busca da primeira morada, o lar dos sonhos, onde irá criar os filhos e construir a vida juntos. É um momento especial da vida dos dois. No entanto, você chega no imóvel e o piso usado pela construtora não é dos mais bonitos, as paredes não estão com a distribuição desejada pelos noivos, a ausência de móveis faz a esposa se desiludir com o espaço. A venda está prestes a escapar pela janela.

Essa pequena história é bem comum na vida de um corretor de imóveis, mas pode ter um final feliz exatamente se você tiver noções de arquitetura e decoração. Se você entender alguns conceitos dessa área, pode argumentar que o piso do qual o casal reclamou poderia ser substituído por um com material mais refinado, e até mostrar quais cairiam bem naquele ambiente. Pode rebater que, de fato, a disposição da parede poderia não ser a melhor, mas que a distribuição dos móveis e acessórios pode contornar esses problemas e resultar na casa dos sonhos – na pior das hipóteses, pode mostrar exemplos de antes e depois de uma reforma que resultaram em moradas deslumbrantes.  Por fim, para tirar a má impressão da cliente sobre o vazio no espaço, você pode dar exemplos de estofados, mobiliários e acessórios que poderiam ser usados para decorar a casa e deixar com cara de lar aquele lugar que estava sem vida.

Quando você entende de decoração, não fica apenas empurrando um imóvel para o cliente, mas se torna um consultor dele, dá ideias e apresenta soluções para dar a certeza de que aquela é a morada desejada. Você ajuda o cliente a sonhar e a visualizar a sua casa pronta, mesmo quando o aspecto do imóvel não é agradável, pela falta de mobiliário, por exemplo.

E nem é somente na hora da venda que você irá se dar bem caso entenda de décor. Antes da visita com o cliente, também pode usar esses conhecimentos a seu favor. Na hora de fotografar a casa para apresentar seu portfólio no site, uma produção simples (conceito de arquitetura e decoração para se referir à arrumação do ambiente para fotografias) deixa os imóveis disponíveis mais atrativos. Só é preciso tomar cuidado para que as peças não passem uma imagem que mais espante do que atraia o consumidor!

Portanto, tanto na hora de atrair quando na hora de fechar uma venda, entender de decoração e arquitetura pode ser um grande diferencial para um corretor de imóveis. Conhecimento nunca é demais e apenas irá colaborar com seu sucesso, seja aproximando-o do cliente ou apresentando a solução para resolver problemas de espaço.

Mas por onde começar? Sugiro que você visite o site Viva Decora, um dos maiores bancos de imagens de arquitetura do Brasil, e comece a navegar pelas mais de 120 mil fotografias de ambientes decorados por arquitetos e designers de interiores do país. Lá – e nas matérias informativas do blog da mesma plataforma – você poderá começar a mergulhar em referências, dicas e tendências importantes para se capacitar. Aproveite para instalar o aplicativo do Viva Decora, no iOS (iPhone ou iPad) ou no Android.
Aprenda e esteja preparado para ser um corretor ainda mais quebra-regras e que, quando for questionado sobre decoração, irá surpreender e não enrolar.

Texto por Diego Simon, CEO do Viva Decora

Rafaella agosto 14, 2017 Nenhum Comentário

CONVITE

Rafaella agosto 11, 2017 Nenhum Comentário

CRECI-PI sedia curso de Avaliação de Imóveis e Perícias Judiciais

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI-PI) realiza até esta sexta-feira (11) o curso de Avaliação de Imóveis e Perícias Judiciais.. O treinamento de 24 horas/aula é ministrado pelo professor e perito avaliador, Frederico Mendonça, que também é autor da coleção “Gestão Imobiliária”.

Mendonça garante que a capacitação permite que os corretores de imóveis tenham condições de prestar um serviço com mais qualidade aos seus clientes e ao mesmo tempo abrir as portas para que eles tenham possibilidade de fazer mais negócios. “Dessa forma eles têm condição de lucrar mais, inclusive no momento em que nós estamos vivendo, que o mercado imobiliário atravessa uma situação muito delicada”, esclarece.

O professor pernambucano ministra cursos no Brasil inteiro e destacou que no Piauí os corretores estão muito interessados na capacitação profissional. “Eles têm procurado com muita ênfase adquirir mais conhecimentos. É muito bom ver uma turma tão ávida por fazer a diferença no mercado”, comemora.

José Marques, corretor há 3 anos, veio com um grupo de Piripiri aproveitar o curso. “Esse treinamento engrandece o nosso currículo. O que vemos no interior é a necessidade de buscar se especializar, pois ainda é feito um trabalho muito artesanal. Com estamos nos destacando em Piripiri, viemos buscar ainda mais riqueza técnica para poder trabalhar”, afirmou.

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