Rafaella outubro 9, 2017 Nenhum Comentário

Preço dos imóveis cai pelo sétimo mês consecutivo, mostra FipeZap

Em setembro, o preço médio dos imóveis à venda sofreu uma leve queda pelo sétimo mês consecutivo, de 0,07%, segundo o Índice FipeZap. A boa notícia para quem quer comprar imóvel é que os preços ainda devem demorar para voltar a subir com força.

“Para o tamanho da crise que tivemos, a queda no preço dos imóveis foi pequena. Por isso, ainda vamos demorar para ver uma escalada dos preços novamente”, explica o coordenador do Índice FipeZap, Eduardo Zylbersajn.

A pesquisa acompanha a variação dos valores de apartamentos anunciados para venda em 20 cidades brasileiras. No ano, o preço médio dos imóveis à venda caiu 0,56%, puxado para baixo por Fortaleza, Rio de Janeiro e Niterói.

Nos últimos 12 meses, a queda foi de 0,26%. No entanto, a inflação medida pelo IPCA esperada para o período é de 2,48%, o que significa que o preço dos imóveis caiu, enquanto os demais preços da economia subiram. Ou seja, a queda real foi de 2,67% nos últimos 12 meses.

A queda real é registrada quando o valor de um determinado bem tem uma alta inferior ao aumento generalizado dos preços, medido por índices inflacionários, como o IPCA. Vale destacar que a variação real não é obtida com uma simples subtração. Para realizar o cálculo, é preciso dividir a oscilação dos preços pela variação da inflação.

 

Fonte: Exame

Foto: Aleksandra Zlatkovic/Thinkstock

Rafaella outubro 3, 2017 Nenhum Comentário

CRECI-PI se reúne com Águas de Teresina e conquista melhorias para imobiliárias

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI-PI), através de seu conselheiro federal Valdemar Junior e da diretora Cristina Verçosa, esteve reunido com a empresa Águas de Teresina, responsável pelos serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto da zona urbana de Teresina, para tratar de melhorias nos serviços e no atendimento às imobiliárias de Teresina.

Durante o encontro foi discutida a distribuição de água em alguns bairros da cidade, que impacta diretamente o mercado imobiliário local. Além disso, a empresa disponibilizará um campo no site e um atendimento especial via telefone para as imobiliárias. Para Valdemar Júnior isso é uma conquista para as imobiliárias. “É um avanço muito grande pra gente e vai facilitar a vida das empresas”, contou o conselheiro

A reunião contou com a presença do Gerente Comercial do Águas de Teresina. Pedro Alvez, do Coordenador de Clientes Especiais, Zied Warrak e a Coordenadora de Atendimento, Sandra Duarte. A partir desse encontro com a empresa e com as melhorias no atendimento, as imobiliárias de Teresina conseguirão ofertar um serviço com mais qualidade aos usuários.

Rafaella setembro 28, 2017 Nenhum Comentário

Veja os segredos dos corretores de imóveis que são campeões de venda

Com eles não tem transação perdida. Os corretores campeões de venda sabem tudo o que é preciso para conquistar o cliente e fechar o negócio dentre as inúmeras ofertas que surgem em empreendimentos do “Minha casa, minha vida”. O segredo? Informação, atenção e tempo para esclarecer todas as dúvidas do mutuário e deixá-lo seguro para sair do aluguel.

Leonardo Freitas, gerente de Vendas da Direcional no Rio de Janeiro, garante que ter informações precisas, com respostas na ponta da língua quando o cliente fizer perguntas, é o mais importante para que o corretor consiga fechar uma venda.

— Muitos não conhecem os detalhes do programa “Minha casa, minha vida”. Chegam com dúvidas, querendo detalhes, e precisam de segurança nas informações. E o trabalho principal de um corretor campeão de vendas é responder a todas essas perguntas do cliente. E, claro, mostrar que ele pode sair do aluguel e comprar um imóvel. O importante é transformar a curiosidade em interesse e, depois, em venda. Sempre enfatizando que é possível para esse cliente se tornar dono do próprio imóvel — diz Leonardo.

Rosana Coelho, que é gerente geral de Vendas da construtora Cury no Rio, afirma que, para ser um bom corretor, é preciso ser um ótimo ouvinte.

— Temos que entender o que o cliente deseja. Por isso, a sondagem é um passo muito importante. O corretor de imóveis tem que estar preparado e capacitado para poder receber o cliente e transformar uma simples visita em venda — afirma ela, que atualmente ocupa o cargo de gerente de Vendas, mas está sempre com a mão na massa, ao lado da equipe.

Rosana destaca, ainda, que um fator de grande importância para fechar o negócio é conhecer os produtos da empresa, além de ter argumentos concretos e apresentar todas as possibilidades ao cliente.

— Conhecendo seu produto e entendendo o cliente você consegue ter argumentos. Cada um tem um perfil e uma necessidade, e isso deve ser respeitado. O importante é nunca desistir do cliente na primeira negativa dele — ensina.

As informações sobre tudo o que diz respeito ao imóvel, às condições de financiamento e à documentação necessária para fechar o negócio ajudam a preparar o cliente para que ele se sinta seguro de fazer uma dívida que vai ser paga por 30, 35 anos. E o corretor não pode esmorecer nunca, principalmente em momentos de crise.

— Eu conseguia fechar dez vendas ao mês e continuo trabalhando com as mesmas determinação e vontade de antes — disse Leonardo Freitas, gerente de Vendas da Direcional no Rio de Janeiro.

Fonte: Extra Globo

Rafaella setembro 26, 2017 Nenhum Comentário

Mercado imobiliário dá sinais de retomada

Em julho, a BR Properties anunciou a conclusão da compra dos dois edifícios que compõem o Condomínio Centenário Plaza, em São Paulo, por R$ 439,6 milhões. Em janeiro, o fundo canadense Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB) tinha anunciado acordo com a Cyrela Commercial Properties (CCP), que envolveu troca de ativos e previa a formação de joint venture para investimentos em escritórios comerciais no valor de até R$ 400 milhões.

Esses movimentos ainda são isolados, mesmo assim são apontados por alguns executivos como exemplos de que o mercado de imóveis comerciais começa a dar sinais de vida depois de um período de estagnação. Com os preços ainda em baixa e taxas de vacância altas, a aposta é de que é o momento de comprar para atender a uma futura demanda por essas locações que, eles preveem, não deverá demorar muito mais que quatro anos para se apresentar.

“Há praticamente quatro anos esse mercado enfrenta declínio e, este ano, finalmente, os preços e as taxas de vacância começaram a se estabilizar”, diz Edson Ferrari, diretor da CBRE. Pelos seus cálculos, o próximo ciclo nesse ramo deverá ser de recuperação plena em quatro ou, no máximo, cinco anos.

Em São Paulo, que concentra o maior volume de ofertas, entram no mercado cerca de 370 mil m2 de imóveis comerciais por ano. Mas alguns problemas, como zonas saturadas e dificuldades de potencial construtivo em algumas regiões, segundo ele, devem diminuir esse número para algo como 200 mil m2 anuais.

Portanto, na sua avaliação, diante de uma recuperação econômica mais forte haverá o aumento da demanda que, mesmo com consumo do estoque atual, não deverá ser suprida totalmente por novos lançamentos, pressionando preços. “Se considerarmos apenas o que está represado, como a queda de aproximadamente 25% no valor de locação – que se reflete no valor de venda – e uma inflação acumulada nesse período de maior crise no setor de cerca de 30%, a recuperação poderá elevar, no mínimo, 60% do valor dos negócios nessa área”, ressaltou.

Esse quadro, na sua opinião, é o que está atraindo grandes investidores para esse mercado e que poderá, inclusive, ter reflexos também nas cotas dos fundos imobiliários permitindo acesso de mais pessoas, inclusive físicas. Entre os incentivos, para o executivo, está a queda das taxas de juros.

Mas, claro, há riscos. Trata-se de um mercado muito sensível às variáveis macroeconômicas. “Os indicadores não estão ainda totalmente favoráveis.”

As mesmas indefinições se aplicam também à área residencial. Segundo Guilherme Bueno Neto, sócio da RBR Asset, o mercado de padrão médio – valores que variam de R$ 300 mil a R$ 1 milhão – teve uma queda de até 20% durante o período de crise. “Ao que tudo indica, o pior já passou e os preços começam a se estabilizar.”

Mesmo com liquidez, o executivo lembra que não se trata de um mercado para amadores. “Com pouco dinheiro em circulação tem muita gente disposta a fazer muitas concessões para vender seus imóveis. Mas é preciso ter suporte para conduzir negociações adequadas e aproveitar as oportunidades”, observou.

Se no mercado brasileiro há ainda muitas incógnitas pela frente, o investimento em imóveis no exterior pode trazer algumas oportunidades. Pelo menos é o que acredita Daniel Toledo, sócio fundador da Loyalty Miami. “Há oportunidades de negócios em empreendimentos comerciais, casas para aluguel de férias ou mesmo imóveis para locação durante o ano.” Ele acredita que os mercados mais rentáveis estão nos Estados do Texas, Flórida – com exceção de Orlando que dá sinais de saturação – e em Nova York.

Fonte: Valor Econômico

Rafaella setembro 22, 2017 Nenhum Comentário

Caixa reduz juros e limite mínimo de financiamento para crédito imobiliário

As pessoas físicas e jurídicas que comprarem imóveis financiados pela Caixa Econômica Federal vão pagar menos juros. O banco reduziu as taxas dos financiamentos imobiliários e diminuiu a cota mínima de financiamento dos imóveis comprados dentro do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Em nota, a Caixa informou que a redução dos juros é reflexo da diminuição da taxa Selic (juros básicos da economia), anunciada recentemente pelo Banco Central. De acordo com o banco, o objetivo é contribuir para impulsionar as vendas de imóveis novos de construtoras parceiras e atrair novos clientes para a instituição.

Todos os clientes pessoa física que financiarem imóveis novos ou usados, enquadrados no SBPE, terão redução linear de 0,25 ponto percentual na taxa, independente do relacionamento com o banco, que concentra dois terços do crédito imobiliário do país. Caso o cliente compre imóveis novos ou na planta, com construção financiada pela Caixa e escolham receber o salário pelo banco, a redução será maior, com juros iguais aos oferecidos aos servidores públicos.

Para as pessoas físicas nessa situação, os juros passarão de 11,22% para 9,75% ao ano para imóveis do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), de menor valor, e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis do Sistema Financeiro Imobiliário, de valor mais alto.

Para os financiamentos imobiliários a empresas, a Caixa reduziu os juros em 1 ponto percentual para todas as faixas de relacionamento. As taxas cairão de 14% para 13% ao ano para micro e pequenas empresas e de 13,5% para 12,5% ao ano para médias e grandes empresas. O banco adotou ainda um sistema de classificação de risco que poderá beneficiar as empresas consideradas como boas pagadoras com redução de até 1,5 ponto percentual.

Além da redução dos juros, a Caixa diminuiu, de R$ 100 mil para R$ 80 mil, o limite mínimo de financiamento no SBPE para pessoas físicas. A medida vale tanto para imóveis novos e usados e independe do valor da unidade habitacional.

Operado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o SFH financia imóveis de até R$ 650 mil em todo o país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o teto corresponde a R$ 750 mil. O SFI, que cobra juros mais altos, financia imóveis acima desse com recursos da poupança, sem o uso do FGTS.

Fonte: Agência Brasil

Rafaella setembro 21, 2017 Nenhum Comentário

Vendas de imóveis sobem 40% em julho, mostram Fipe e Abrainc

O mercado imobiliário mostrou expansão nas vendas e nos lançamentos em julho, bem como recuo dos distratos, de acordo com pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), em parceria com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e divulgada nesta segunda-feira, 18.

A pesquisa mostra que, em julho, as vendas líquidas (já descontados os distratos) totalizaram 5.130 unidades, crescimento de 40% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os distratos foram de 2.821 unidades, retração de 35%. Os lançamentos totalizaram 6.628 unidades, um salto de 182%.

Com os dados positivos de julho, o mercado imobiliário mantém a trajetória de recuperação das operações. No acumulado do ano, as vendas líquidas somaram 37.571 unidades, aumento de 20,3% frente o mesmo período do ano passado.

No acumulado do ano, os distratos atingiram 20.643 unidades, queda de 22,3%, e os lançamentos alcançaram 30.530 unidades, recuo de 3,5%.

No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em junho, as vendas líquidas foram de 63.749 unidades, alta de 11,6%. Os distratos totalizaram 39.790 unidades, baixa de 15,4%, e os lançamentos alcançaram 37.158 unidades, alta de 9,4%.

Os dados da pesquisa abrangem imóveis novos, dos setores residencial, comercial e loteamentos de 20 empresas associadas à Abrainc, com atuação em diversos estados e concentração na região Sudeste.

Fonte: Exame

Rafaella setembro 19, 2017 Nenhum Comentário

Enbraci 2017 divulga programação do evento

Os maiores especialistas em mercado imobiliário, marketing e negócios conduzirão palestras de grande importância para corretores de imóveis durante o Encontro Brasileiro do Mercado Imobiliário (ENBRACI), que acontece nos dias 5 e 6 de outubro no Complexo de Eventos Brasil 21, em Brasília-DF. O evento é o maior do segmento imobiliário da América Latina.

O encontro inicia com a palestra “A influência das reformas e da recuperação da economia no mercado imobiliário”, ministrada pelo jornalista Carlos Alberto Sardenberg.

O Painel Internacional do Sistema COFECI-CRECI contará com a presença de palestrantes estrangeiros como o veterano do setor imobiliário Thomas Riley; o diretor regional da Remax Argentina e Uruguai, Sebastián Sosa; e a especialista em imóveis globais Eleonore Rojas.

Confira a programação completa do ENBRACI 2017 COMPLEXO BRASIL 21 – MELIÁ:

04/10 Quarta-feira
– 15h às 19h – Credenciamento – Complexo Brasil 21

05/10 – Quinta-feira
– 7h30 – Credenciamento – Complexo Brasil 21

– 8h30 – Abertura do evento: Presidente João Teodoro da Silva

– Carlos Alberto Sardenberg – A influência das reformas e da recuperação da economia no mercado imobiliário.

– Tarcísio de Carvalho – Ministro do TSE – O que esperar das Eleições 2018.

– Almoço: Pavilhão Brasília Brasil 21

– 14h – Dado Schneider – O mundo mudou bem na minha vez!

– Ricardo Amorim – Como prosperar na crise?

– Coffee Break
Painel Internacional do Sistema COFECI-CRECI
– Thomas Riley – Saudação da “NAR”

– Eleonore Rojas – GO Digital

– Sebastian Sosa – As Melhores pessoas fazem os Melhores Profissionais Imobiliários
– 21h: Feedback Pavilhão Brasília no complexo Brasil 21

06/10 Sexta-feira:
– 9h – Início

– Nailor Marques – Atitudes de empreendedor

– Gabriel Vilarreal – Lições de Walt Disney para aumentar seu faturamento

– Almoço: Pavilhão Brasília Brasil 21

– 14h – Peixoto Accioly – Como sobreviver e ainda crescer no mercado imobiliário atual

– Paulo de Vilhena – Como se tornar um corretor de sucesso – alto desempenho em vendas

– Coffee Break

– Geraldo Rufino – Catador de sonhos

– Encerramento oficial – ação social e sorteios

 

 

Rafaella setembro 18, 2017 Nenhum Comentário

Dicas para tornar sua rotina imobiliária mais produtiva

Atuando como corretor e depois como gestor, muitas vezes eu sentia dificuldade de explicar às pessoas mais próximas sobre a complexidade de todas as tarefas que faziam parte da minha rotina imobiliária.

Organizar escala, distribuir contatos para corretores, acompanhar o trabalho de follow up, agendamentos com clientes, reuniões de equipe ou com a diretoria, meetings de lançamentos, orientar corretores, conferir documentos de clientes para encaminhar ao departamento jurídico, tudo isto, além de conferir e responder e-mails e mensagens estão entre as tarefas que constituem boa parte da rotina imobiliária de um gestor.

Mesmo assim, atingindo a maioria dos resultados e metas, não era incomum chegar ao final do dia com a sensação ruim de improdutividade por não ter terminado todos os trabalhos e no dia seguinte, começaria tudo novamente.

Para não voltar todos os dias para casa com esta sensação, eu adotei um padrão de hábitos para melhorar a minha rotina imobiliária, um método de trabalho que vai além dos softwares de produtividade integrados ao seu smartphone pois é feito pelo próprio gestor  e depende só de sua disciplina para apresentar resultados rapidamente.

Planeje O Seu Dia Antes De Começar A Trabalhar

Por mais óbvio que pareça, planejar o seu dia segundo o vencimento de prazos e reuniões pré agendadas já é um bom começo para ter uma rotina mais produtiva. Muitos gestores não fazem isto e saem de casa aguardando que o dia o surpreenda. E estas surpresas vão desde corretores que pedem ajuda para ir visitar um cliente ou um incorporador que precisa de atenção de última hora.

Situações como esta minam o seu tempo e diminuem a sua produtividade, em contrapartida sair de casa com um plano pré estabelecido permitirá saber quais compromissos você deve cumprir. Avisar a sua equipe de sua agenda também será muito útil para que você só seja solicitado quando realmente for necessário.

Foque Em Uma Coisa De Cada Vez

Cobrar a assinatura de contrato da venda do final de semana, entrevistar novos candidatos para ingressar em sua equipe, analisar a previsão de vendas para a reunião com um diretor, etc. Você não irá conseguir terminar nenhuma destas tarefas se não focar em uma delas de cada vez. Evite fazer tudo ao mesmo tempo e exercite o hábito de só começar uma nova tarefa depois de terminar a anterior. É difícil, a rotina imobiliária é dinâmica, mas com dedicação você conseguirá e será conhecido por ser um gestor disciplinado.

Priorize O Mais Importante Primeiro

Qual a tarefa mais importante do dia? Ir ao cartório e solicitar uma matrícula atualizada? Uma palestra que tomará toda a sua manhã explicando a futuros corretores o porque eles devem trabalhar na sua equipe? Qualquer que seja a tarefa mais importante do seu dia, ela deverá ser colocada em primeiro lugar pois é provavelmente a que te tomará mais tempo também.

Crie Uma ‘To-Do List’ Do Que Não Fazer

O cotidianamente te rouba tempo? Quais pequenas tarefas somadas contribuem para que você volte para a casa com a sua produtividade em baixa? Seja quais foram os seus ladrões de tempo, você deverá listá-los e evitá-los até conseguir eliminá-los completamente. É um dos principais exercícios que um gestor pode fazer em nome de sua busca por resultados.

Diminuir um cigarro, ir uma vez menos a padaria para podem fazer parte de sua lista de coisas que tomam um pequena parte do seu tempo, mas que somados, levam boa parte do seu dia.

Divida Grandes Trabalhos Em Pequenas Tarefas

É praticamente impossível para um gestor imobiliário dispor de um dia inteiro de trabalho para dedicar-se a um único projeto. São tantas interrupções que ele terá que fazer que será impossível manter a concentração se estiver se dedicando a criar uma pauta de reunião por exemplo. Por isto, quando tiver um projeto que mereça uma grande atenção e muito tempo dedicado a ele, divida o mesmo em pequenas e médias tarefas. Será mais fácil atingir o objetivo assim do que se precisar fazê-lo de uma só vez.

Separe Um Tempo Limite Para Cada Tarefa

As tarefas simples, muitas vezes levam mais tempo para serem realizadas do que o planejado. Você sabe que é muito fácil e rápido fazer a escala da sua equipe, preparar uma simulação ou aquele estudo sobre o valor de metro quadrado em determinada região serão sempre deixados para depois, afinal, você, gestor experiente que é, em poucos minutos irá conseguir finalizar.

O problema é que estas pequenas tarefas se acumulam e acabam ou te tomando tempo ou passando a sua equipe a figura de gestor enrolado, que prometeu fazer e deixou para depois.

Quando chegar até você uma tarefa simples, realize-a o quanto antes e determine quanto tempo você levará para isso seja em minutos ou horas, mas deixe acumular nem ultrapasse o tempo determinado. Vai perceber que se fizer isso, vai sobrar mais tempo para os trabalhos mais difíceis que precisam de sua concentração.

Tenha Sempre Em Mente A Visão Macro Do Seu Trabalho

Mesmo que você precise quebrar seus trabalhos em tarefas pequenas ou que precise determinar tempo para cada etapa do seu dia em nome da produtividade, você não pode perder de vista todo o seu projeto como gestor.

Saber onde você quer chegar como gestor ou quanto sua equipe deverá atingir em volume de vendas ou em unidades vendidas são informações que nenhuma tarefa diária deverá ser capaz de tirar sua visão sobre o seu objetivo final, pelo contrário, melhorar a sua produtividade, deve ser visto como uma parte importante de sua estratégia para atingir suas metas e de sua equipe.

Estas são as práticas que adotei e busco diariamente colocar em prática no meu modo de trabalho, afim de melhorar a minha produtividade e minha rotina imobiliária

Fonte: Tecimob

Rafaella setembro 18, 2017 Nenhum Comentário

CRECI/PI entrega certificado aos participantes do curso de Avaliação de imóveis e perícias judiciais

Os participantes do curso de “Avaliação de imóveis e perícias judiciais”, promovido pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI/PI), agora terão mais uma qualificação no currículo. Os profissionais receberam na manhã desta segunda-feira (18) os certificados do curso que foi ministrado pelo professor Frederico Medonça no mês de agosto.

Para o diretor pedagógico do órgão, Inácio Guimarães, o curso teve grande aproveitamento e agora os profissionais terão uma qualificação a mais no currículo. “O curso é uma qualificação a mais que o corretor de imóveis tem. Com ele, os profissionais podem fazer avaliações tanto a nível judicial como qualquer tipo de avaliação com imóveis dentro da área comercial. O aproveitamento do curso foi excelente, todos os participantes foram aprovados com mérito e o resultado é a certificação. Com isso, eles vão ganhar mais dinheiro com a profissão de corretor de imóveis, eles serão peritos avaliadores e podem agora emitir laudos”, explicou o diretor.

A turma contou com 43 participantes e um deles é o corretor Reginaldo Freitas que recebeu seu certificado. Ele conta que a qualificação irá permitir que sua renda aumente e falou sobre o incentivo que os profissionais recebem ao fazer um curso desse tipo. “Foi uma grande oportunidade para aprimorar nossos conhecimentos. Essa qualificação nos incentiva a continuar trabalhando e agora podemos atuar também como peritos, o que vai nos permitir ter uma renda maior”, declarou.

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Rafaella setembro 15, 2017 Nenhum Comentário

10 dicas para vender imóveis para investidores

O mercado imobiliário no Brasil continua aquecido, mas com dificuldades para os corretores de imóveis. Clientes mais exigentes querendo pagar menos. Esse artigo, de forma simples e direta, traz 10 dicas para corretores de imóveis aplicarem nas negociações e aumentarem as vendas.

1- A abordagem é o início do fechamento de qualquer venda. Muitos investidores estão preocupados com a sua segurança e por este motivo a apresentação, com dados claros que deram origem ao primeiro contato, é muito importante e deve ser feita no máximo em 2 minutos. Informar o seu nome e sobrenome, empresa onde trabalha e como a empresa conseguiu o contato do investidor (se foi por indicação, cadastro em alguma loja, por mailing do site da construtora ou da imobiliária ou outro).

2- Após a apresentação identifique ao cliente a oportunidade que gerou o contato, perguntando-lhe se teria alguns minutos para ouvi-lo. Se a resposta for negativa, por falta de tempo, lembre-se de que é uma das respostas mais utilizadas, peça um e-mail de contato para encaminhar as informações, valores e previsão de retorno financeiro acima da média do mercado. O cliente precisa ter certeza de que o assunto é sério e de interesse dele; se for um retorno financeiro padrão ou abaixo do mercado, o investidor dificilmente terá interesse.

3- Conheça o mercado: é importante que leia matérias sobre economia, imóveis, classificados, política e que pesquise outros imóveis na região onde atua, lançamentos ou não.

4- Bolha imobiliária no Brasil: existe ou não existe? Quanto os imóveis valorizaram acima da inflação nos últimos 3 anos? Por qual motivo continuar investindo em imóveis é um ótimo negócio se muitos dizem que os preços estão baixando?

5- Localização: o que existe próximo ao imóvel que é possível ir sem carro? Exemplos: padaria, supermercado, açougue, shopping, parque e etc. O acesso é fácil? Há feira ou outro evento na rua do imóvel que pode prejudicar o acesso? Há vaga para visitantes ou condições para estacionar próximo ao imóvel?

6- Imóvel usado: qual a situação real do imóvel? Quando foi feita a última manutenção periódica e o que foi feito? Quais as mudanças feitas no imóvel da planta original? Qual a face do imóvel, qual o período que “bate” sol? Qual a qualidade dos acabamentos das pias, torneiras, portas, janelas e etc? Existem tomadas elétricas espalhadas na casa de acordo com as necessidades padrão? Quantas vagas de garagem? Se for prédio, qual o valor do condomínio? Qual o valor do IPTU?

7- Imóvel novo (lançamento): quais os diferenciais da construtora? Qual a previsão de lançamento? Qual o último lançamento entregue pela construtora e quanto valorizou o imóvel do lançamento até a entrega das chaves? Qual a qualidade dos acabamentos das pias, torneiras, portas, janelas e etc? Qual o diferencial deste empreendimento em relação aos outros do bairro? Quantas vagas de garagem? Se for prédio, qual a previsão do valor do condomínio? Qual o valor do IPTU? Se o imóvel é para investir, por qual motivo comprar um imóvel novo que ficará pronto entre 2 e 3 anos e não comprar um imóvel usado onde tenho condições de já alugar no mês seguinte e recuperar o meu investimento mais rápido? Por que é vantajoso este lançamento.

8- Perguntas “chaves”: você conhece o investidor? Qual o perfil de investimentos de que ele gosta? Imóveis, comerciais ou residências? Cidades do interior ou Capitais? Alto padrão, médio ou imóveis populares? Investimento para vender a médio ou longo prazo ou para locação? Sem conhecer o cliente, a venda se torna robotizada, o cliente irá ouvir muitas vezes o que não quer ouvir e dará pouca atenção. Quer vender, diga o que ele quer ouvir. Por isso se não conhecer bem o cliente, levante os interesses e necessidades dele.

9- Nas principais Capitais brasileiras, existem muitos lançamentos em construção que não podem parar pela pouca demanda. Em breve teremos imóveis vagos e disponíveis no mercado. Este fator é verdadeiro ou falso? Se verdadeiro, a previsão em até 3 anos é dos preços baixarem pela regra da procura e oferta. Neste caso, por qual motivo o investidor deve comprar agora e não aguardar?

10- Investimento para locação: na cidade de São Paulo, o retorno médio com aluguel de imóveis está em torno de 0,48% ao mês, ou seja, 5,76% ao ano. Importante lembrar que precisamos descontar os gastos com imposto de renda (27,5% na faixa mais alta) e em média 8% de taxa de administração imobiliária (máximo recomendado pelo CRECI-SP). Neste caso, o retorno líquido desta locação, seria de aproximadamente 0,32% ao mês ou 3,84% ao ano. Quando alugado pela imobiliária, geralmente pagamos o primeiro aluguel de comissionamento e precisamos descontá-lo na soma do primeiro ano de locação, diminuindo ainda mais o percentual. Podemos comparar este percentual com a caderneta de poupança, que não incidem taxas ou imposto de renda. Com a Selic em 7,25% ao ano, a caderneta de poupança está em 0,41% ao mês, pagando juros sobre juros, mas não tem a correção anual da inflação. Já a locação tem, uma vez por ano, geralmente pelo IGP-M.

Para vender com qualidade e manter o investidor fiel comprador, é importante conhecer o mercado e vender consultoria e não um imóvel. Investidor quer retorno financeiro e não imóvel.

Por: Jaques Grinberg

Fonte: Administradores