Rafaella julho 16, 2019 Nenhum Comentário

CRECI-PI discute cobrança do IPTU com auditores do TCE

 

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI-PI) recebeu nesta terça-feira (16) a visita dos auditores do Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI) para discutir a auditoria na cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) do município de Teresina. O trabalho, conduzido pelo TCE, tem como objetivo acompanhar como o imposto vem sendo cobrado e as suas consequências para a sociedade.

Nogueira

Nogueira Neto, presidente do CRECI-PI, destaca a necessidade de discutir a cobrança do imposto visto que o mesmo não é cobrado com o mesmo critério para todos os contribuintes. Ele ainda ressalta que o TCE enquanto órgão fiscalizador trará um grande benefício para a população com a cobrança de valores em caráter de igualdade para todos.

“O encontro foi fundamental para discutir os valores que estão sendo distorcidos da base de cálculo para a cobrança do imposto. O que temos são imóveis vizinhos que estão sendo cobrados valores bem distintos. Produzimos um relatório esclarecendo os pontos críticos e o TCE irá fazer um juízo de valor e tomar a melhor decisão que certamente será importante para a sociedade e o fisco”, disse Nogueira Neto.

Paulo

O Coordenador da equipe de auditoria do TCE, Paulo Castelo Branco, fala da importância do Conselho na obtenção de informações sobre como se dá atualmente a cobrança do imposto. Segundo o gestor, esse tipo de auditoria operacional prevê a participação de todos os envolvidos e o CRECI, por ser uma entidade que congrega profissionais que trabalham no mercado imobiliário, não poderia ficar de fora desse trabalho.

Geral

“A instituição imediatamente se colocou à disposição para prestar esclarecimentos e fornecer as informações necessárias. A visita foi no sentido de entender melhor sobre como é feita a cobrança do IPTU e como suas consequências tem afetado o mercado e a vida da comunidade. Vamos conversar com a Prefeitura de Teresina e o contribuinte, uma vez que a ideia é que possamos chegar a um bom termo e assim a cobrança seja feita da maneira mais justa possível”, afirmou o Coordenador da equipe de auditoria.

Rafaella julho 8, 2019 Nenhum Comentário

Imóveis compactos moldam futuro do mercado imobiliário

Com redução para 6% da taxa de juros Selic, que chegou a superar os 13% em 2017, e estabilização da inflação a 2,5% ao ano, segundo o Banco Central, o ano passado deu acenos promissores para que o mercado imobiliário possa se regenerar e se renovar em 2019. Outro fator, entretanto, que vem transformando o cenário imobiliário é justamente o perfil de seus consumidores.

A primeira geração a ter nascido na era digital encontra-se agora em transição de emancipação e é sua demanda que tem redesenhado os aspectos dos novos empreendimentos, especialmente os residenciais. De acordo com dados da Zap Imóveis, pessoas de entre 20 e 35 anos de idade são as que mais pesquisam por imóveis na internet.

Segundo o  empresário Felipe Zaidan, que é especialista na comercialização de imóveis compactos, cita os motivos deste tipo de produto estar sendo bastante comercializado na atual fase do mercado imobiliário pernambucano.

Segundo ele, a chamada geração milenium- público alvo deste segmento, investe nesse nicho de mercado, devido ao baixo custo de manutenção e ampla área de lazer. Além disto, a alta liquidez e elevada demanda para contratos de aluguéis por temporada, favorece a sua aquisição por investidores.

A modernização do perfil do consumidor imobiliário, consequentemente, gera demanda pela modernização das plantas dos imóveis. “Este novo consumidor nasceu já num mundo onde a tecnologia proporciona uma integração entre funcionalidade e estética, e é esta integração que dará a cara das novas plantas de agora em diante”, completa Zaidan.

Nesses 10 anos, mudamos a nossa relação com o espaço físico e adotamos o lema da escola Bauhaus: menos é mais. Menos trânsito é mais qualidade de vida; menos espaço é mais organização; menos burocracia é mais tempo livre. É por isso que os apartamentos compactos já representam mais da metade dos lançamentos em Recife e essa tendência é irreversível. Estamos trocando metro quadrado por qualidade de vida ao quadrado.

Fonte: Terra

Rafaella julho 3, 2019 Nenhum Comentário

Conselho Federal coíbe atuação de falsos corretores de imóveis durante fiscalização no Piauí

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI-PI) recebeu entre os dias 24 e 28 de junho, o Grupo Especial de Agentes de Fiscalização Federal (GEAF) do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI), com o objetivo de intensificar as fiscalizações de profissionais e imobiliárias no Piauí. Ao todo, os agentes lavraram 545 autos de constatação, 30 notificações, 285 autos de infração e 29 autos de infração por exercício ilegal da profissão de corretor de imóveis. Outras irregularidades como a ausência de pagamento das anuidades do Conselho e a falta de documentação em alguns empreendimentos também foram identificadas.

Anualmente, o Grupo Especial de Agentes de Fiscalização Federal (GEAF) vem ao Piauí para realizar as fiscalizações. Na semana, o grupo percorreu as cidades de Teresina, Parnaíba, Piripiri e Campo Maior. O presidente do CRECI-PI, Nogueira Neto, destaca a importância do sistema COFECI-CRECI no sentido de coibir o exercício ilegal da profissão, o que por consequência trará a valorização dos profissionais regularizados pelo Conselho Regional, mas também de toda a sociedade para não cair em armadilhas na hora de uma transação imobiliária.

“O GEAF tem como objetivo intensificar o trabalho de fiscalização que já vem sendo realizado periodicamente pelo CRECI na capital e interior. Com isso, temos mais um importante mecanismo para combater e proteger a sociedade contra pessoas que atuam de forma ilegal como corretores de imóveis no nosso Estado”, afirmou.

O coordenador de fiscalização do CRECI-PI, Dannyel Viana, também pontua que, além de disciplinar a profissão de corretores de imóveis, os agentes também fiscalizam a legalidade de empreendimentos imobiliários, garantindo que as transações relacionadas aos imóveis aconteçam de forma segura. “A medida serve para resguardar a sociedade da segurança jurídica das intermediações imobiliárias. Devemos destacar que para acontecer essas intermediações, os empreendimentos e imóveis necessitam estar regularizados”, finaliza o coordenador.

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Rafaella julho 2, 2019 Nenhum Comentário

CRECI/PI e PASS Mediadores realizam segundo módulo do Curso de Formação de Mediadores em conflitos imobiliários

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI/PI), em parceria com a PASS Mediadores, realizou o segundo módulo do Curso de Formação de Mediadores Extrajudiciais em Conflitos Imobiliários. Durante o módulo, os presentes tiveram a oportunidade de discutir sobre as noções gerais do direito imobiliário, os conflitos imobiliários e a teoria da comunicação.

A advogada e gestora Bruna Pimentel destaca a importância do curso para a capacitação dos profissionais que atuam ou desejam atuar no ramo da mediação imobiliária. “O curso tem o intuito de preparar o mediador para compreender o cenário do ramo imobiliário, uma vez que o mesmo oferece uma formação técnica. Durante as aulas, o aluno poderá desenvolver habilidades comunicacionais, negociais e procedimentais. Na mediação é muito importante que o profissional consiga acompanhar o ritmo do diálogo, compreender os termos técnicos para auxiliar na promoção do diálogo e na facilitação dessa negociação entre os interessados. Por isso, que estamos investindo nesse tipo de formação de mediadores”, destacou Bruna Pimentel.

A Formação de Mediadores Extrajudiciais em Conflitos tem como público-alvo corretores de imóveis, advogados, acadêmicos e demais interessados pelo tema. O mediador imobiliário é o profissional capacitado que utiliza técnicas comunicacionais e procedimentais para tentar uma negociação entre partes envolvidas em uma situação conflituosa.

“O curso busca preparar os profissionais para trabalhar dentro do segmento imobiliário porque o mesmo necessita das técnicas de mediação e do conhecimento jurídico para viabilizar a conciliação e aplicar a fundamentação. Assim, dando segurança as partes que estão envolvidas na mediação. O judiciário em nosso Estado está sobrecarregado e a mediação vem para minimizar tais conflitos imobiliários”, disse a advogada e assessora jurídica de condomínios e imobiliárias, Patrícia Pinheiro.   

“O advogado e corretor imobiliário Wener Arcoverde destaca a importância da mediação para a resolução dos conflitos sociais. “A mediação é o futuro para a resolução dos conflitos não só na área dos conflitos imobiliários, mas também para a sociedade como um todo nas diversas áreas. Tanto que os centros judiciários de solução de conflitos são uma realidade da nossa sociedade. O CEMAC para a área de conflitos imobiliários vem para abrir um leque de opções para que os conflitos possam ser resolvidos sem ter que recorrer ao judiciário que está sobrecarregado de ações e atrasado nas resoluções desses conflitos”, finalizou Wener Arcoverde.  

A Formação de Mediadores possui uma carga horária de 100 horas que alinha aulas teóricas e práticas, ao longo de quatro meses de curso. O terceiro módulo da capacitação vai acontecer nos próximos dias 19 e 20 de julho. Já as aulas práticas que envolvem produção de relatórios, observações e simulações, serão ministradas na primeira quinzena de agosto/2019.

“A mediação é uma ferramenta que está a serviço da sociedade para auxiliar as pessoas na busca por uma solução que seja satisfatória para as partes envolvidas. O CEMAC funciona como um centro de mediação, arbitragem e conciliação a serviço da sociedade piauiense. A atual gestão percebeu a importância da gente ter um centro com profissionais de gabarito para atuarem a serviço da população”, declarou a gestora do CEMAC-CRECI/PI, Neilan Argento. 

As aulas acontecem na sede do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI/PI), localizada na Rua Mato Grosso, 275 – Centro (Sul).

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Rafaella junho 24, 2019 Nenhum Comentário

Conheça o Habite-se, um dos documentos mais importantes para empreendimentos imobiliários

Na hora de comprar um imóvel, uma pergunta é comum em meio ao processo de negociação: o empreendimento tem o Habite-se? Pode soar apenas como uma mera formalidade, mas não é e essa documentação se torna bastante importante para quem vai adquirir um apartamento.

Este é o documento expedido pela prefeitura da cidade onde o condomínio está localizado após as fiscalizações necessárias e atesta a conclusão da obra. Ou seja, ele serve como uma garantia de que a construção seguiu o projeto pré-estabelecido e também é importante porque tem uma série de questões relacionadas a ele, inclusive quando se trata do financiamento imobiliário. Saiba o que é o Habite-se e para que ele serve.

Durante a construção, o empreendimento está registrado no cartório de registros como uma obra e, a partir da liberação do Habite-se e o registro dele no cartório, fica definido que este cenário está encerrado e que agora o edifício se tornou residencial e que os apartamentos podem ser ocupados. Para garantir o documento, é preciso que seja feita uma série de avaliações.

“Existem regras e uma delas é que a prefeitura precisa fazer uma fiscalização para analisar se o projeto foi executado de acordo com o que estava previsto. Se o construtor fez diferente, tem que aprovar novamente porque, ao construir do zero, erros podem acontecer. Mas hoje em dia, com a qualidade que existe na parte topográfica, é difícil de sair algo errado”, explica Thiago Melo, vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE).

Além disso, é necessária também uma fiscalização dos Bombeiros e que as ligações de energia e água estejam feitas para a emissão do Habite-se. E para o registro no cartório, também há outras exigências.

“É preciso apresentar a certidão de quitação do INSS para provar que não houve funcionários que trabalharam sem carteira assinada. Pelo tamanho da obra e quanto tempo ela demorou, faz o balanço de quanto deveria ser recebido e faz um cruzamento com o que foi pago. O Habite-se sai se a obra foi executada com trabalho regularizado”, ressalta.

O Habite-se também é fundamental para o consumidor que deseja comprar um imóvel no empreendimento. Principalmente para os que vão fazer um financiamento imobiliário.

“Efetivamente, o bem só é considerado construído a partir do Habite-se e é a partir dele também que os bancos financiam. Eles só pagam o saldo para o cliente com o documento, é uma exigência para pagar para a construtora. Os bancos consideram que enquanto ainda está em obra ou não tem o Habite-se, há o risco de a construção não terminar. Mas quando tem a documentação, a carta de crédito pode ser liberada, o pagamento é feito à construtora e a dívida passa a ser entre o cliente e o banco”, detalha.

Outro ponto que Thiago Melo ressalta para que os clientes tenham atenção diz respeito ao IPTU. “Enquanto está em obra, é o IPTU do terreno e que deve ser pago pela construtora. Mas a partir do Habite-se, o imposto passa a ser cobrado das unidades. É um marco importante de fim da obra”, conclui.

Fonte: Revista Zap Imóveis 

Rafaella junho 17, 2019 Nenhum Comentário

CRECI/PI e PASS Mediadores iniciam Curso de Formação de Mediadores para mediação de conflitos imobiliários

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI/PI), em parceria com a PASS Mediadores, promoveu no último final de semana, o primeiro módulo do Curso de Formação de Mediadores Extrajudiciais em Conflitos Imobiliários. O mediador imobiliário é o profissional que por meio de técnicas procedimentais e comunicacionais tem o propósito de realizar a negociação entre os envolvidos em uma situação conflituosa.

Bruna

A advogada e gestora Bruna Pimentel fala da importância das pessoas conhecerem a mediação, pois atualmente é um tema bastante recorrente na sociedade. “Durante esse primeiro módulo, trabalhamos a questão do panorama histórico da mediação com o objetivo de compreender porque o tema passou a ser o centro das discussões. Assim, debatemos toda uma perspectiva no âmbito nacional, bem como a mediação está sendo aplicada no Piauí. Os alunos puderam conhecer os métodos adequados de resolução de conflitos e quais as principais características de cada um”, disse Bruna Pimentel.

No primeiro módulo, os alunos ainda discutiram temas como o panorama da mediação, o código de ética, moderna teoria e legislações que norteiam a mediação dos conflitos.  A capacitação tem como público-alvo corretores de imóveis, advogados, acadêmicos e demais profissionais que atuam no mercado imobiliário.

Neilan

“O curso não é voltado somente para corretores de imóveis, profissionais que trabalham em imobiliárias ou na construção civil, mas para a sociedade em geral como forma de agregar conhecimentos sobre o tema. Assim, a iniciativa visa capacitar o aluno para atuar como mediador extrajudicial por meio de técnicas da comunicação e negociação”, declarou a gestora do CEMAC-CRECI/PI, Neilan Argento.

A Formação de Mediadores tem quatro meses de duração e uma carga horária de 100 horas que alinha teoria e prática. O segundo módulo do curso está previsto para acontecer nos próximos dias 28 e 29/06. A fase prática que envolve simulações, observações e produção de relatórios, será realizada na primeira quinzena de agosto/2019.

   Adelmar

O estudante de direito Adelmar Rosado destaca a importância do Conselho realizar a capacitação de profissionais que desejam atuar no mercado da mediação. “Acho bastante válido a instituição promover esse curso com uma temática tão importante e que está em franca ascensão. Na minha opinião, quanto mais rápido o conflito for resolvido melhor será para as partes envolvidas. Como estudante vejo isso como uma oportunidade de agregar conhecimentos para no futuro virar um mediador e resolver da forma mais adequada tais conflitos”, afirmou o estudante.

As aulas acontecerão na sede do CRECI/PI que fica localizado na Rua Mato Grosso, 275 – Centro (Sul). Na sexta-feira, a aula acontece no horário de 18h às 22h30, e no sábado, de 08h às 12h e de 14h às 18h30.

 

 

Rafaella junho 7, 2019 Nenhum Comentário

Investir em imóveis residenciais ou comerciais: o que é mais vantajoso?

Na hora de fazer um investimento, comprar um imóvel se mostra uma solução cobiçada entre os brasileiros. Este é um mercado tradicionalmente valorizado e pode gerar uma margem de lucro boa se a escolha for acertada ao ter um imóvel para alugar. O preço, tamanho ou a localização são apenas algumas das diversas  variáveis muito importantes para escolher o imóvel certo para investir.

Uma das principais definições, para quem vai investir em um imóvel, é a escolha entre um imóvel residencial ou comercial. Os dois têm pontos positivos e conhecer o que cada um proporciona pode garantir um resultado financeiro melhor, principalmente a médio e longo prazos. Saiba quais são as vantagens, desvantagens e como optar pelo melhor tipo de imóvel para ter o maior retorno possível.

Historicamente, os imóveis comerciais costumam atrair mais investidores, porém é preciso analisar vários fatores que podem influenciar na escolha. Uma questão em comum é que a localização é importante tanto para os comerciais quanto para os residenciais, mas pode ter um peso maior e até auxiliar no sucesso de uma loja, por exemplo.

“É preciso que ele seja em um ponto que tenha a certeza da vocação comercial da região. E é importante ficar atento a outros detalhes também, como ver se em uma determinada rua um dos dois lados, o direito ou esquerdo, tem valor comercialmente maior do que o outro lado. É bom ter uma visão do local”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP).

Outro fator é que os contratos de aluguéis de imóveis comerciais costumam ser mais duradouros. “No residencial, é comum precisar de algum tipo de reforma com a saída do inquilino. O locador precisa fazer isso o mais rápido possível para recolocar o imóvel no mercado e concorrer com outros reformados ou novos”, ressalta Luciano Novaes, vice-presidente do Sindicato da Habitação de Pernambuco (Secovi-PE).

A situação econômica do Brasil também pode influenciar na escolha do melhor tipo de investimento. Eventuais crises geram desconfianças e posturas mais conservadoras que retraem investimentos das empresas e também na aposta de empreender. O resultado é uma menor procura de imóveis comerciais e até mesmo a redução em valores de aluguéis para conseguir um locatário.

“Com a população empregada, havia mais possibilidade de as pessoas empreenderem. Com uma crise, a taxa de desemprego alta e a instabilidade, muitas pessoas preferem não arriscar. Portanto, a procura por imóveis comerciais para alugar consequentemente cai”, diz Manoel da Silva Maia, presidente do Creci-RJ.

Portanto, diante deste contexto, avaliar a atual situação da economia também é necessário. Para Manoel da Silva Maia, as pessoas acabam fazendo um esforço quando se trata de um lugar para morar. Nesta questão, o economista Antônio Pessoa, professor do UniFBV, aconselha investimento em imóveis menores, seja residencial ou comercial.

“As pessoas têm dado prioridade para imóveis pequenos até para trabalhar com aluguel na faixa mais acessível. Além disso, deve-se priorizar empreendimentos que agreguem serviços e que tenham o lazer como diferencial. A tendência de condomínio clube é uma alternativa que pode trazer benefícios”, reforça.

Ou seja, no final das contas, a decisão passa pela análise de vários fatores que podem influenciar o rendimento com um imóvel, seja residencial ou comercial.

“É importante buscar um imóvel que ofereça um custo benefício melhor, que possa cobrar um aluguel que seja com o preço do mercado, mas que também remunere o investidor. No mercado de aluguel, vale muito a localização, proximidade de área que ofereçam serviços, coisas que vão valorizá-lo. Se a pessoa tem esse tipo de imóvel, fica mais fácil de alugar e ter retorno, seja comercial ou residencial”, conclui Antônio Pessoa.

 

Fonte: Zapimoveis

 

Rafaella junho 4, 2019 Nenhum Comentário

CRECI/PI apoia e sedia curso de Avaliação de Imóveis e Perícia Imobiliária     

 A Inácio Antônio Treinamentos com o apoio do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (Creci/PI) realizou o curso de Avaliação de Imóveis e Perícia Imobiliária no último final de semana. O treinamento ministrado pelo arquiteto e urbanista Humberto Gonzaga, contou com a participação de corretores, advogados, arquitetos e interessados pelo tema.

O presidente do CRECI-PI, Nogueira Neto, destaca a importância do curso para a qualificação dos profissionais. “O Conselho sempre tem a preocupação de promover e apoiar iniciativas que possibilite a capacitação de nossos corretores. Acreditamos que é somente por meio da qualificação que teremos profissionais cada vez mais qualificados para atuar e ajudar no desenvolvimento do mercado imobiliário em nosso Estado”, pontuou o presidente.

O curso de Avaliação de Imóveis e Perícia Imobiliária teve como objetivo discutir importantes temas como a avaliação de imóveis urbanos, unidades padronizadas e imóveis rurais.

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Humberto Gonzaga é arquiteto e urbanista, e afirma que por meio do curso os profissionais tiveram acesso a informações para realizar uma avaliação mais precisa do mercado. “Durante o curso, os alunos conheceram as novas diretrizes do setor, o que por consequência será fundamental para que os profissionais tenham totais condições de avaliar e identificar fatores como localização, zoneamento, padrões construtivos, estados de conservação, materiais de acabamento, ou seja, fazer toda a análise e pesquisa de mercado. Assim, os corretores terão importantes informações para realizar uma avaliação bastante precisa dentro dos parâmetros que são exigidos pelas normas brasileira”, afirmou Humberto Gonzaga.

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O empresário e corretor de imóveis, Antônio Ferreira, ressalta a importância do Conselho promover momentos de discussão e troca de experiências para a qualificação dos profissionais que atuam no mercado piauiense. “Por meio da iniciativa, a instituição capacita melhor os seus credenciados o que por consequência resulta em uma boa credibilidade dos profissionais no mercado. Atualmente, percebemos que muitas avaliações são feitas de forma soltas, sem uma base e fundamento. Durante o curso, aprendemos através das técnicas e legislação como devemos realizar os procedimentos da maneira correta. Isso faz com que os corretores tenham as condições fundamentais para melhor atender seus clientes”, disse.

Rafaella maio 29, 2019 Nenhum Comentário

Conheça o selo LEED, certificação que atesta empreendimentos imobiliários sustentáveis

Os brasileiros já veem a sustentabilidade como um diferencial ao adquirir ou alugar um imóvel.

Para garantir que as construções realmente respeitem o meio ambiente, foram criados diversas metodologias e também formas de certificar que há vantagens econômicas, ambientais ou sociais. Um imóvel certificado, por exemplo, tende a gastar menos energia e água por implantarem sistemas mais eficientes e, com isso, ter valores mais baixos nas contas de água e energia elétrica.

Entre as principais certificações está a LEED – Leadership in Energy and Environmental Design (Liderança em Energia e Design Ambiental). É um selo internacional que avalia o desempenho das edificações nas seguintes categorias: localização e como se relaciona com o entorno; uso eficiente da água, eficiência energética e produção de energia renovável, qualidade interna do ar, materiais e recursos e inovação.

Essa certificação é gerida pela Green Building Council (GBC), entidade sediada nos Estados Unidos, mas atuante em todo o mundo. “Os consumidores sentem-se atraídos em escolher marcas e estabelecimentos alinhados com questões de sustentabilidade“, afirma Felipe Faria, CEO da GBC Brasil.

Segundo ele, todos os lançamentos foram certificados ou estão em processo de certificação LEED em determinados segmentos, como o de edificaçõescorporativas. A sustentabilidade está entre os objetivos das empresas, seja em sua produção ou no escritório, e é um diferencial competitivo no mercado imobiliário comercial

Carlos Borges, vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo), acredita que há um processo natural de amadurecimento da sociedade em busca dessasedificações ambientalmente eficazes. “Os clientes gostam, valorizam, mas ainda não procuram especificamente isso”, afirma Borges.

Borges lembra que o investimento nesse tipo de construção encarece os apartamentos. “Quem investe é incorporador, o construtor. E quem tem o ganho na economia a longo prazo é o consumidor. É importante que se valorize isso”, explica o vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP.

Carlos Borges, vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP, acredita que há um processo natural de amadurecimento da sociedade em busca dessas edificações ambientalmente eficazes. “Os clientes gostam, valorizam, mas ainda não procuram especificamente isso”.

Borges lembra que o investimento nesse tipo de construção encarece os apartamentos. “Quem investe é incorporador, o construtor. E quem tem o ganho na economia a longo prazo é o consumidor. É importante que se valorize isso”.

Fonte: Revista Zapimoveis

Rafaella maio 28, 2019 Nenhum Comentário

Mercado Imobiliário apresenta boas expectativas de recuperação para 2019

Após enfrentar tempos difíceis por causa da crise econômica que atingiu o país nos últimos anos, o mercado imobiliário começa a apresentar perspectivas bastantes promissoras para 2019.  Segundo especialistas, neste ano o mercado conseguirá melhoras significativas nas vendas, uma vez que no final de 2018 os índices apresentaram boas melhoras. .

Relatório divulgado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), revelou que em 2018 houve um aumento de aproximadamente 30% nos setores de construção e vendas de imóveis.

Para o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI/PI), Nogueira Neto os números representam boas vendas para o setor nos próximos meses. “Devido à crise econômica que atingiu o Brasil, o mercado imobiliário apresentou considerável baixas nas vendas. Porém, desde o final de 2018 essa realidade começou a mudar com o aumento do ticket médio dos imóveis comercializados e o número de vendas concretizadas. Assim, a expectativa é que em 2019 possamos realizar bons negócios para a recuperação do mercado imobiliário”, afirmou Nogueira Neto.

As perspectivas para os próximos cincos anos são bastante animadoras. Com a queda da inflação, diminuição das taxas de juros e de financiamento, e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), as construtoras terão cada vez mais a capacidade de realizar novos investimentos. Assim, o mercado contará com o lançamento de novos projetos que contemplem todas as classes econômicas e faixas etárias dos consumidores.

De acordo com os Indicadores da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), os lançamentos residenciais no primeiro semestre de 2018, tiveram um aumento de 30,1% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Já as vendas de imóveis apresentaram um crescimento de 23%.

“Os números comprovam que estamos passando por um processo de recuperação, onde temos um considerável incremento nas vendas e lançamentos de empreendimentos. Somado a isso, tivemos recentemente o aumento do teto do FGTS para a compra de imóvel que agora é de R$ 1,5 milhão. Tais medidas, serão fundamentais para reforçar nossas expectativas de vendas no setor imobiliário”, afirmou o presidente do Creci-PI, Nogueira Neto.