Rafaella novembro 25, 2019 Nenhum Comentário

CRECI/PI promove curso de Avaliação de Imóveis e Perícia Imobiliária  

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI/PI) em parceria com a Inácio Antônio Treinamentos realizou no último final de semana o curso “Avaliação de Imóveis e Perícia Imobiliária”. O treinamento foi ministrado pelo arquiteto e urbanista Humberto Gonzaga.

O diretor pedagógico da entidade, Inácio Guimarães, destaca a importância do Conselho sempre realizar cursos para promover a qualificação dos profissionais piauienses. “A entidade sente cada vez mais a necessidade de fazer com que seus corretores adquiram conhecimentos e desenvolvam um trabalho mais qualificado. Assim, ao longo do ano, disponibilizamos diversos cursos e treinamentos procurando trazer esse conhecimento aos nossos corretores”, afirmou.

Inácio

O curso contou com aulas teóricas e práticas onde os alunos puderam discutir conteúdos sobre a avaliação segura de imóveis urbanos, unidades padronizadas e imóveis rurais.

Humberto

“Ao final do curso esperamos que os alunos tenham todo o conhecimento necessário para fazer uma avaliação segura e eficaz dos imóveis.  Discutimos todas as diretrizes sobre zoneamento, leis de uso e ocupação de solo, plano diretor e demais parâmetros que influenciam na valorização ou desvalorização dos imóveis”, destacou o palestrante Humberto Gonzaga. 

Carlos Gardel atua como corretor de imóveis há cinco anos e fala da necessidade dos profissionais sempre estarem buscando meios de qualificação. “O curso representa a oportunidade dos profissionais sempre estarem se especializando. Por isso, é importante buscar meios para que possamos estar cientes das novas tendências e necessidades do mercado e assim oferecer um melhor serviço aos clientes”, afirmou.     

Rafaella novembro 22, 2019 Nenhum Comentário

Queda dos juros dá agilidade à retomada do mercado imobiliário

A redução dos juros na economia brasileira está deixando o mercado imobiliário otimista com as vendas. No fim de outubro, a taxa básica de juros (Selic) caiu a 5%, o menor patamar de sua história. Dessa maneira, os juros atrelados ao crédito imobiliário também se reduzem: entre as cinco maiores instituições do país, a taxa mínima varia de 7,3% ao ano até 7,99%. Também no mês passado, a Caixa Econômica Federal reduziu em até 1% taxas de juros para financiamentos imobiliários que usam recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e de Empréstimos (SBPE).

Nessa nova configuração da economia e em setor no qual os negócios perduram por mais de 20 anos, no caso dos financiamentos, há retomada da confiança tanto por parte de investidores, que passam a considerar a aplicação de recursos em imóveis, quanto dos consumidores, que, devido às condições do mercado, voltam a considerar a compra da casa própria.

Com juros mais baixos, os pilares necessários para a retomada do mercado imobiliário são firmados, opina o CEO de uma empresa do segmento imobiliário, Gerson Carlos da Silva. “Pelo menos 60% das aquisições de imóveis no Brasil têm necessidade de financiamento. Com juros menores, os consumidores podem pagar menos nas prestações ou comprar imóveis maiores. Na outra ponta, a da economia, começam a surgir sintomas de melhoria, com o fantasma do desemprego saindo de cena e as reformas necessárias ocorrendo. Além disso, outras formas de financiamento, como as fintechs, ajudam a ampliar a competição do mercado”, avalia.

A avaliação de Silva está em linha com os números do mercado imobiliário no Brasil, que registrou aumento de lançamentos e de vendas no segundo trimestre de 2019 na comparação com o mesmo período de 2018, segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Os lançamentos de imóveis no país cresceram 11,8%, atingindo 30.607 unidades, enquanto as vendas de imóveis subiram 16%, chegando a 32.813 unidades. Tomando como base os dados do período, o estoque de imóveis recuou 8,7% — 111.055 unidades. Na atual velocidade de vendas, seriam necessários 11,1 meses para escoar o estoque – há um ano, o prazo era de 13,1 meses.

História e tecnologia

Segundo Silva, a história mostra que a queda dos juros repercute positivamente no mercado imobiliário brasileiro. “Esse cenário faz com que se amplie o espectro de pessoas com acesso ao financiamento, o que é mais complicado nos períodos de juros mais altos. Não é segredo que, todas as vezes em que os juros se reduziram, houve aumento das vendas”, analisa o CEO. Não à toa, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam que, dos 760 mil postos de trabalho criados no país neste ano, 116 mil foram no setor da Construção Civil – o que indica a retomada das obras para o setor.

Rafaella novembro 14, 2019 Nenhum Comentário

Taxa de juros menores incentiva teresinenses a investir na casa própria

As recentes reduções nas taxas de juros para o financiamento imobiliário, anunciadas pelos bancos vêm atraindo os teresinenses aos plantões de vendas em busca do financiamento do tão planejando imóvel próprio.

O terceiro reajuste da taxa de juros promovida pela Caixa Econômica Federal somente este ano vale para os novos contratos e já entra em vigor no próximo dia 6 de novembro. Com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e saldos devedores atualizados pela Taxa Referência (TR), a taxa efetiva mínima para imóveis residenciais será de TR + 6,75% ao ano, e taxa máxima de TR 8,5%.

As medidas já estão resultando em crescimento do crédito imobiliário no país. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), os financiamentos com recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiu em setembro o maior resultado mensal desde maio de 2015, R$ 7,59 bilhões, superando em mais de 13% o número registrado no mês de agosto, R$6,71 bilhões.

Para o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (Creci-PI), Nogueira Neto, a iniciativa é uma importante ferramenta para a concretização de bons negócios em um futuro próximo. “Nos últimos anos, o mercado imobiliário passou por uma crise nas vendas. Porém, de forma gradativa por meio de novas possibilidades de negociação, o setor vem recuperando a capacidade de realizar novos negócios. Assim, com a redução dos juros a expectativa é que em breve possamos ter a construção de novos empreendimentos e aumento das vendas do setor”, disse Nogueira Neto.

Em agosto, a Caixa já havia anunciado também o novo cálculo de juros do financiamento imobiliário, que leva em consideração a inflação oficial na hora de reajustar o valor das prestações da casa própria. Todas essas medidas refletem no impulsionamento do mercado da construção civil porque oferecem vantagens importantes para o consumidor.

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