Rafaella junho 24, 2019 Nenhum Comentário

Conheça o Habite-se, um dos documentos mais importantes para empreendimentos imobiliários

Na hora de comprar um imóvel, uma pergunta é comum em meio ao processo de negociação: o empreendimento tem o Habite-se? Pode soar apenas como uma mera formalidade, mas não é e essa documentação se torna bastante importante para quem vai adquirir um apartamento.

Este é o documento expedido pela prefeitura da cidade onde o condomínio está localizado após as fiscalizações necessárias e atesta a conclusão da obra. Ou seja, ele serve como uma garantia de que a construção seguiu o projeto pré-estabelecido e também é importante porque tem uma série de questões relacionadas a ele, inclusive quando se trata do financiamento imobiliário. Saiba o que é o Habite-se e para que ele serve.

Durante a construção, o empreendimento está registrado no cartório de registros como uma obra e, a partir da liberação do Habite-se e o registro dele no cartório, fica definido que este cenário está encerrado e que agora o edifício se tornou residencial e que os apartamentos podem ser ocupados. Para garantir o documento, é preciso que seja feita uma série de avaliações.

“Existem regras e uma delas é que a prefeitura precisa fazer uma fiscalização para analisar se o projeto foi executado de acordo com o que estava previsto. Se o construtor fez diferente, tem que aprovar novamente porque, ao construir do zero, erros podem acontecer. Mas hoje em dia, com a qualidade que existe na parte topográfica, é difícil de sair algo errado”, explica Thiago Melo, vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE).

Além disso, é necessária também uma fiscalização dos Bombeiros e que as ligações de energia e água estejam feitas para a emissão do Habite-se. E para o registro no cartório, também há outras exigências.

“É preciso apresentar a certidão de quitação do INSS para provar que não houve funcionários que trabalharam sem carteira assinada. Pelo tamanho da obra e quanto tempo ela demorou, faz o balanço de quanto deveria ser recebido e faz um cruzamento com o que foi pago. O Habite-se sai se a obra foi executada com trabalho regularizado”, ressalta.

O Habite-se também é fundamental para o consumidor que deseja comprar um imóvel no empreendimento. Principalmente para os que vão fazer um financiamento imobiliário.

“Efetivamente, o bem só é considerado construído a partir do Habite-se e é a partir dele também que os bancos financiam. Eles só pagam o saldo para o cliente com o documento, é uma exigência para pagar para a construtora. Os bancos consideram que enquanto ainda está em obra ou não tem o Habite-se, há o risco de a construção não terminar. Mas quando tem a documentação, a carta de crédito pode ser liberada, o pagamento é feito à construtora e a dívida passa a ser entre o cliente e o banco”, detalha.

Outro ponto que Thiago Melo ressalta para que os clientes tenham atenção diz respeito ao IPTU. “Enquanto está em obra, é o IPTU do terreno e que deve ser pago pela construtora. Mas a partir do Habite-se, o imposto passa a ser cobrado das unidades. É um marco importante de fim da obra”, conclui.

Fonte: Revista Zap Imóveis 

Rafaella junho 17, 2019 Nenhum Comentário

CRECI/PI e PASS Mediadores iniciam Curso de Formação de Mediadores para mediação de conflitos imobiliários

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI/PI), em parceria com a PASS Mediadores, promoveu no último final de semana, o primeiro módulo do Curso de Formação de Mediadores Extrajudiciais em Conflitos Imobiliários. O mediador imobiliário é o profissional que por meio de técnicas procedimentais e comunicacionais tem o propósito de realizar a negociação entre os envolvidos em uma situação conflituosa.

Bruna

A advogada e gestora Bruna Pimentel fala da importância das pessoas conhecerem a mediação, pois atualmente é um tema bastante recorrente na sociedade. “Durante esse primeiro módulo, trabalhamos a questão do panorama histórico da mediação com o objetivo de compreender porque o tema passou a ser o centro das discussões. Assim, debatemos toda uma perspectiva no âmbito nacional, bem como a mediação está sendo aplicada no Piauí. Os alunos puderam conhecer os métodos adequados de resolução de conflitos e quais as principais características de cada um”, disse Bruna Pimentel.

No primeiro módulo, os alunos ainda discutiram temas como o panorama da mediação, o código de ética, moderna teoria e legislações que norteiam a mediação dos conflitos.  A capacitação tem como público-alvo corretores de imóveis, advogados, acadêmicos e demais profissionais que atuam no mercado imobiliário.

Neilan

“O curso não é voltado somente para corretores de imóveis, profissionais que trabalham em imobiliárias ou na construção civil, mas para a sociedade em geral como forma de agregar conhecimentos sobre o tema. Assim, a iniciativa visa capacitar o aluno para atuar como mediador extrajudicial por meio de técnicas da comunicação e negociação”, declarou a gestora do CEMAC-CRECI/PI, Neilan Argento.

A Formação de Mediadores tem quatro meses de duração e uma carga horária de 100 horas que alinha teoria e prática. O segundo módulo do curso está previsto para acontecer nos próximos dias 28 e 29/06. A fase prática que envolve simulações, observações e produção de relatórios, será realizada na primeira quinzena de agosto/2019.

   Adelmar

O estudante de direito Adelmar Rosado destaca a importância do Conselho realizar a capacitação de profissionais que desejam atuar no mercado da mediação. “Acho bastante válido a instituição promover esse curso com uma temática tão importante e que está em franca ascensão. Na minha opinião, quanto mais rápido o conflito for resolvido melhor será para as partes envolvidas. Como estudante vejo isso como uma oportunidade de agregar conhecimentos para no futuro virar um mediador e resolver da forma mais adequada tais conflitos”, afirmou o estudante.

As aulas acontecerão na sede do CRECI/PI que fica localizado na Rua Mato Grosso, 275 – Centro (Sul). Na sexta-feira, a aula acontece no horário de 18h às 22h30, e no sábado, de 08h às 12h e de 14h às 18h30.

 

 

Rafaella junho 7, 2019 Nenhum Comentário

Investir em imóveis residenciais ou comerciais: o que é mais vantajoso?

Na hora de fazer um investimento, comprar um imóvel se mostra uma solução cobiçada entre os brasileiros. Este é um mercado tradicionalmente valorizado e pode gerar uma margem de lucro boa se a escolha for acertada ao ter um imóvel para alugar. O preço, tamanho ou a localização são apenas algumas das diversas  variáveis muito importantes para escolher o imóvel certo para investir.

Uma das principais definições, para quem vai investir em um imóvel, é a escolha entre um imóvel residencial ou comercial. Os dois têm pontos positivos e conhecer o que cada um proporciona pode garantir um resultado financeiro melhor, principalmente a médio e longo prazos. Saiba quais são as vantagens, desvantagens e como optar pelo melhor tipo de imóvel para ter o maior retorno possível.

Historicamente, os imóveis comerciais costumam atrair mais investidores, porém é preciso analisar vários fatores que podem influenciar na escolha. Uma questão em comum é que a localização é importante tanto para os comerciais quanto para os residenciais, mas pode ter um peso maior e até auxiliar no sucesso de uma loja, por exemplo.

“É preciso que ele seja em um ponto que tenha a certeza da vocação comercial da região. E é importante ficar atento a outros detalhes também, como ver se em uma determinada rua um dos dois lados, o direito ou esquerdo, tem valor comercialmente maior do que o outro lado. É bom ter uma visão do local”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP).

Outro fator é que os contratos de aluguéis de imóveis comerciais costumam ser mais duradouros. “No residencial, é comum precisar de algum tipo de reforma com a saída do inquilino. O locador precisa fazer isso o mais rápido possível para recolocar o imóvel no mercado e concorrer com outros reformados ou novos”, ressalta Luciano Novaes, vice-presidente do Sindicato da Habitação de Pernambuco (Secovi-PE).

A situação econômica do Brasil também pode influenciar na escolha do melhor tipo de investimento. Eventuais crises geram desconfianças e posturas mais conservadoras que retraem investimentos das empresas e também na aposta de empreender. O resultado é uma menor procura de imóveis comerciais e até mesmo a redução em valores de aluguéis para conseguir um locatário.

“Com a população empregada, havia mais possibilidade de as pessoas empreenderem. Com uma crise, a taxa de desemprego alta e a instabilidade, muitas pessoas preferem não arriscar. Portanto, a procura por imóveis comerciais para alugar consequentemente cai”, diz Manoel da Silva Maia, presidente do Creci-RJ.

Portanto, diante deste contexto, avaliar a atual situação da economia também é necessário. Para Manoel da Silva Maia, as pessoas acabam fazendo um esforço quando se trata de um lugar para morar. Nesta questão, o economista Antônio Pessoa, professor do UniFBV, aconselha investimento em imóveis menores, seja residencial ou comercial.

“As pessoas têm dado prioridade para imóveis pequenos até para trabalhar com aluguel na faixa mais acessível. Além disso, deve-se priorizar empreendimentos que agreguem serviços e que tenham o lazer como diferencial. A tendência de condomínio clube é uma alternativa que pode trazer benefícios”, reforça.

Ou seja, no final das contas, a decisão passa pela análise de vários fatores que podem influenciar o rendimento com um imóvel, seja residencial ou comercial.

“É importante buscar um imóvel que ofereça um custo benefício melhor, que possa cobrar um aluguel que seja com o preço do mercado, mas que também remunere o investidor. No mercado de aluguel, vale muito a localização, proximidade de área que ofereçam serviços, coisas que vão valorizá-lo. Se a pessoa tem esse tipo de imóvel, fica mais fácil de alugar e ter retorno, seja comercial ou residencial”, conclui Antônio Pessoa.

 

Fonte: Zapimoveis

 

Rafaella junho 4, 2019 Nenhum Comentário

CRECI/PI apoia e sedia curso de Avaliação de Imóveis e Perícia Imobiliária     

 A Inácio Antônio Treinamentos com o apoio do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (Creci/PI) realizou o curso de Avaliação de Imóveis e Perícia Imobiliária no último final de semana. O treinamento ministrado pelo arquiteto e urbanista Humberto Gonzaga, contou com a participação de corretores, advogados, arquitetos e interessados pelo tema.

O presidente do CRECI-PI, Nogueira Neto, destaca a importância do curso para a qualificação dos profissionais. “O Conselho sempre tem a preocupação de promover e apoiar iniciativas que possibilite a capacitação de nossos corretores. Acreditamos que é somente por meio da qualificação que teremos profissionais cada vez mais qualificados para atuar e ajudar no desenvolvimento do mercado imobiliário em nosso Estado”, pontuou o presidente.

O curso de Avaliação de Imóveis e Perícia Imobiliária teve como objetivo discutir importantes temas como a avaliação de imóveis urbanos, unidades padronizadas e imóveis rurais.

Humberto

Humberto Gonzaga é arquiteto e urbanista, e afirma que por meio do curso os profissionais tiveram acesso a informações para realizar uma avaliação mais precisa do mercado. “Durante o curso, os alunos conheceram as novas diretrizes do setor, o que por consequência será fundamental para que os profissionais tenham totais condições de avaliar e identificar fatores como localização, zoneamento, padrões construtivos, estados de conservação, materiais de acabamento, ou seja, fazer toda a análise e pesquisa de mercado. Assim, os corretores terão importantes informações para realizar uma avaliação bastante precisa dentro dos parâmetros que são exigidos pelas normas brasileira”, afirmou Humberto Gonzaga.

pessoas

O empresário e corretor de imóveis, Antônio Ferreira, ressalta a importância do Conselho promover momentos de discussão e troca de experiências para a qualificação dos profissionais que atuam no mercado piauiense. “Por meio da iniciativa, a instituição capacita melhor os seus credenciados o que por consequência resulta em uma boa credibilidade dos profissionais no mercado. Atualmente, percebemos que muitas avaliações são feitas de forma soltas, sem uma base e fundamento. Durante o curso, aprendemos através das técnicas e legislação como devemos realizar os procedimentos da maneira correta. Isso faz com que os corretores tenham as condições fundamentais para melhor atender seus clientes”, disse.