Rafaella novembro 28, 2018 Nenhum Comentário

Presidente do CRECI ministra palestra sobre mercado imobiliário de Teresina

O presidente do CRECI/PI Nogueira Neto ministrou palestra na OAB sobre o mercado imobiliário na capital e toda a legislação que rege o setor. Além disso, o presidente respondeu questionamentos da plateia sobre o Plano Diretor de Ordenamento de Teresina, além de planejamento estratégico para o crescimento imobiliário do Estado.  vale

Rafaella novembro 27, 2018 Nenhum Comentário

Brasil concederá residência a estrangeiros que investirem em imóveis

O Conselho Nacional de Imigração, integrante da estrutura básica do Ministério do Trabalho  editou resolução que determina concessão de residência a estrangeiros que adquirirem propriedades imobiliárias urbanas, em território nacional.

O investimento inicial necessário para o alcance do benefício é de R$ 1.000,000,00 (hum milhão de reais). O principal objetivo da medida é atrair investimentos que gerem riquezas e renda no Brasil. Há incentivos para a compra nas regiões Norte e Nordeste, e também para a aquisição de imóveis ainda em construção.

A medida alinha nosso país com economias como os Estados Unidos, por exemplo, que já incentivam a permanência de estrangeiros a partir de investimentos no setor imobiliário. Leia íntegra da medida no link: Aqui.

Fonte: Legisweb

Rafaella novembro 23, 2018 Nenhum Comentário

CRECI-PI contará com Centro de Mediação, Arbitragem e Conciliação (CEMAC)

Dando continuidade as ações de fortalecimento da categoria, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI-PI) passará a contar em breve com um Centro de Mediação, Arbitragem e Conciliação (CEMAC) na sede da autarquia. Nessa quarta-feira, dia 21, aconteceu a reunião de apresentação da operacionalização do Centro para os corretores de imóveis do Conselho. O encontro foi conduzido pelos advogados Dr. Marconi Fonseca, Dra. Neilan Argento, Dra. Bruna Pimentel que estarão à frente do CEMAC.

O CEMAC possibilitará a realização de conciliações de conflitos de forma rápida, sigilosa e menos onerosa para as partes envolvidas. Além disso, os corretores de imóveis também poderão participar dos programas de treinamento que serão oferecidos pelo Centro a partir do próximo ano. Para o presidente do CRECI-PI, Nogueira Neto, isso representa um marco na história do Conselho que sempre tem buscado atuar em defesa dos interesses coletivos.

“A partir de agora todos os corretores de imóveis e a sociedade em geral terão à sua disposição todas as ferramentas necessárias para a solução de conflitos por meio do CEMAC. Esse mecanismo possibilita resolutividade de forma mais célere a conflitos de inúmeros segmentos, não somente imobiliário. Além disso, contribuirá para desafogar o judiciário do nosso Estado”, destacou.

O advogado e professor Marconi Fonseca externou a sua satisfação em participar da implementação do projeto. Ele recordou que há 10 anos surgiu o primeiro Centro de Mediação na Estácio CEUT. “Esse será um novo nicho para o mercado imobiliário contribuindo diretamente com o poder judiciário que, na maioria das vezes, não consegue solucionar com a eficácia necessária alguns problemas. O investimento nesses meios alternativos trará inúmeros benefícios para a categoria”, disse.

Durante a reunião, a advogada Bruna Pimentel apresentou um quadro com o tempo médio da sentença nas fases de execução e conhecimento no 1° grau, reforçando a morosidade e burocracia nos dias de hoje. Segundo ela, com o investimento nesses novos tipos de práticas de solução de conflitos, o CRECI-PI ficará equiparado a outros Estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraíba e Goiás, que já utilizam esses métodos nos Conselhos Regionais da categoria.

Atuando no mercado imobiliário há cinco anos, o corretor Félix Coelho assistiu toda a explanação e destacou a importância da implementação deste mecanismo no Conselho. “Vai facilitar muito o nosso trabalho, porque quando procuramos diretamente a Justiça se torna mais oneroso e com um tempo de tramitação bem maior. O Centro veio para agregar de forma muito positiva”, disse. Já o advogado Valterlin Noleto, que também marcou presença, afirmou que a iniciativa é excelente porque vai diminuir as demandas dos juizados especiais e da justiça como. “E como foi explanada, que o CEMAC é bastante preparada e organizada trará muita credibilidade”, finalizou.

DSC_0004

DSC_0008

DSC_0012

DSC_0015

DSC_0009

Rafaella novembro 20, 2018 Nenhum Comentário

Distratos – Como resolver um dos maiores problemas do Mercado Imobiliário

Incorporadoras e construtoras desejam rápida aprovação do Projeto de Lei que regulamenta a questão dos distratos

Afetando diretamente as incorporadoras e as construtoras, o problema dos distratos ainda não foi superado em 2018. “Os distratos são um dos principais entraves para o crescimento do setor. Muitas construtoras e incorporadoras são prejudicadas por eles, muitas vezes, oriundos de investidores que ao verificarem que não terão lucro nos imóveis adquiridos, rompem os contratos para receberem de volta até 100% da quantia já paga”, ressalta Renato Lomonaco, gerente de projetos da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC).

De acordo com dados levantados pela ABRAINC-FIPE, o número médio de unidades distratadas de janeiro a julho desse ano é de 2.418 por mês. Nos últimos 12 meses, no entanto, a distribuição dos distratos por tipologia foi a seguinte: 38,9% de unidades distratadas eram de médio e alto padrão; 40,5% foram unidades do Minha Casa, Minha Vida; e, por final, 20,6%, representavam unidades sem informação.

A relação distratos/vendas, no acumulado de 2018, chegou a 34,2% para as tipologias médio e alto padrão e 17,4% para Minha Casa Minha Vida.

Segundo Lomonaco, a inexistência de leis claras que regrem a questão dos distratos provoca insegurança jurídica e impacta o mercado como um todo, inibindo os investimentos, provocando desemprego e afetando o crescimento do país.

Hoje, as devoluções das unidades não só afetam negativamente os empresários, mas também demais consumidores que adquiriram imóveis, os quais podem ter que lidar com atrasos nas suas entregas, devido à possibilidade de as construtoras não terem saúde financeira para continuar as obras.

Há, ainda, casos de pequenas construtoras que chegaram a decretar falência por ter um número de distratos elevado. Nos demais casos, as empresas enfrentam prejuízos financeiros e atrasos nas obras.

“O Brasil é o único país obrigado a devolver o dinheiro pela desistência na compra de um empreendimento. Nos demais países, o dinheiro da compra é perdido totalmente.

Para exemplificar, se você vai a uma loja e adquire uma televisão ou um carro e perde o emprego na sequência, você tem como devolver o produto e pegar o dinheiro de volta? Não”, explica o representante da Abrainc.

Dessa forma, a demanda do setor é que seja aplicada a mesma regra para imóveis. “A construtora compra areia, cimento, tijolos e inicia a obra, tem gastos com materiais e mão-de-obra. Não tem como devolver tudo porque o comprador desistiu de adquirir seu imóvel”, complementa. Depois disso, o prejuízo chega a ser duplo, pela queda nas vendas que decorrem da crise e pela devolução dos imóveis distratados.

PL dos distratos

Ainda está em tramitação a lei que regra os distratos. O Projeto de Lei 1220/2015 está no Senado para ser votado – aguardando também as análises de emendas. “Espera-se que sua aprovação ocorra ainda este ano, tudo dependerá de como ficará o país após as eleições”, afirma Lomonaco.

De acordo com o representante da Abrainc, o PL aprovado na Câmara prevê que em caso de rompimento do contrato, mediante distrato ou resolução por inadimplemento total de obrigação por adquirente, o incorporador que tiver optado pelo Patrimônio de Afetação poderá reter até 50% dos valores pagos pelo adquirente, além da corretagem. As incorporadoras que não tiverem Patrimônio de Afetação poderão reter até 25% dos valores pagos, mais a corretagem.

Confira quais os artigos do PL 1220/2015 (sem considerar as emendas):

1º Nos contratos de compra e venda de imóveis adquiridos na planta é facultado à incorporadora a retenção do valor de até 10 % (dez por cento) do valor pago pelo adquirente desistente do negócio, incluindo a taxa de corretagem.
1º O prazo para a devolução da quantia ao adquirente será de 30 (trinta) dias úteis contados da notificação, acrescidos de correção monetária sobre cada um dos pagamentos e juros de 1% (um por cento) ao mês.
2º Deverá a totalidade da quantia ser devolvida de uma só vez no prazo do parágrafo anterior.
3º a incorporadora poderá descontar os valores devidos da quantia total a ser devolvida do adquirente inadimplente.
4º Na hipótese de rescisão de contrato por culpa inexcusável da incorporadora não é devida a retenção.
2º O adquirente poderá desistir da compra do imóvel a qualquer momento.
Parágrafo único. A incorporadora poderá reter eventuais prejuízos no caso o adquirente já usufrua do imóvel.
3º O adquirente poderá requerer a devolução proporcional da quantia paga ao incorporador e à instituição financeira na hipótese da incorporadora obter financiamento do imóvel junto à instituição financeira.
2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

FONTE: Mapa da Obra

Rafaella novembro 8, 2018 Nenhum Comentário

Pesquisa revela que 73% dos clientes pretendem comprar imóvel nos próximos 6 meses

Segundo pesquisa realizada pelo Portal Imovelk no início do mês de outubro, 73% dos clientes pretendem comprar imóvel nos próximos 6 meses. A intenção de compra de imóveis e a velocidade da compra aumentaram. Em 2017 esse número era de 48%, segundo dados do Imovelk.

Sergio Langer, fundador do Imovelk, atribui que a velocidade de compra aumentou principalmente pelo aumento da oferta de crédito imobiliário. “Os bancos privados entraram de vez na disputa do financiamento imobiliário”, analisa Langer.

De acordo com dados divulgados pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), no primeiro semestre de 2018 a liberação de crédito imobiliário com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança teve um alta de 23% ante o mesmo período de 2017.

A pesquisa revela também as formas preferidas do cliente receber um contato de um corretor de imóveis. 66% preferem o WhatsApp. A forma de comunicação mudou. Segundo Julio Aguiar, sócio do Imovelk, cada vez mais os clientes estão adotando aplicativos de mensagens para se comunicar. Dados da Sensor Tower, consultoria que analisa o mercado de aplicativos para smartphones, mostram que os aplicativos de mensagens (como WhatsApp e Messenger) sempre aparecem entre os 10 mais baixados nas lojas virtuais.

O período do dia preferido para buscar imóveis na internet é a noite. 52% dos clientes utilizam o horário noturno para procurar imóveis na internet.

A pesquisa completa está disponível gratuitamente para download em: http://bit.ly/imovelk2018

FONTE: Terra

Rafaella novembro 6, 2018 Nenhum Comentário

Veja como comprar um imóvel em Portugal

Documentação correta permite aquisição para moradia ou investimento e pode até garantir visto

Portugal está em alta. Com qualidade de vida, segurança e belas paisagens, o país viu disparar o número de turistas, pedidos de residência e venda de imóveis nos últimos anos. Comprar um imóvel em Portugal pode ser uma excelente opção para quem deseja mudar de país, fazer vistas prolongadas ou mesmo investir.

Não é necessário ter nacionalidade da União Europeia para comprar imóveis em Portugal. Segundo levantamento da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, em 2017, um em cada quatro imóveis em Portugal foi comprado por estrangeiros. Os brasileiros aparecem em terceiro lugar na lista de nacionalidades, atrás de chineses e franceses.

“Há muito brasileiro a comprar casa em Portugal, muitos para fugir de um futuro incerto. Eles vêm do próprio Brasil e também dos Estados Unidos”, diz Raul Neves, 43, corretor de imóveis na região sul do país.

Segundo ele, mesmo com os preços subindo, o mercado continua aquecido e vale o investimento. “Tudo o que temos para venda sai rapidamente. Ainda vale para investir porque os imóveis tendem a continuar valorizando e os alugueis também estão altos”, afirma.

primeiro passo para comprar um imóvel em Portugal é tirar o NIF (Número de Identificação Fiscal), o equivalente português do CPF. O documento é requerido nas Finanças, autoridade do país como a Receita Federal brasileira.

Também será preciso obter a caderneta predial, que descreve a situação do imóvel, a licença de utilização, que comprova o tipo de uso (residencial, comercial, etc) e a ficha técnica de habitação, que descreve as características do imóvel.

As imobiliárias em Portugal, em especial as redes grandes, estão acostumadas com a compra por estrangeiros, cada vez mais frequente, e podem ajudar na documentação. Também há serviços de consultoria, a pagamento. Nas duas opções, quase sempre, é possível entrar em contato com os profissionais ainda a partir do Brasil.

É importante se programar para pagar impostos e taxas, como o IMT (Imposto Municipal sobre a Transmissão Onerosa de Imóveis) e o Imposto do Selo, que variam conforme o valor do imóvel, além da taxa de transferência e dos custos de registro do contrato. Para um imóvel de 500 mil euros, estima-se um custo na faixa de 40 mil euros.

Um apartamento de dois quartos vai de 150 mil a 2 milhões de euros, de acordo com a cidade. Essa variação pode ser encontrada até mesmo dentro de Lisboa, conforme o bairro.

A capital e Porto, maiores cidades do país, também são as mais procuradas por terem estrutura de serviços e oferta de emprego superiores, o que eleva o preço dos imóveis. Mais ao sul, Cascais, já um reduto de brasileiros, Faro e Algarve também são muito buscadas por terem boas praias. Cidades menores e distritos do centro têm propriedades mais em conta.

A compra de um imóvel de 500 mil euros ou mais garante a ARI (Autorização de Residência para Investimento), chamada de Visto Gold — 350 mil euros, se for uma propriedade em área de recuperação.

FONTE: Revista Zap Imóveis