CRECI-PI promoveu palestra sobre energia solar no mercado imobiliário

A utilização de energia solar nas cidades brasileiras já se é uma realidade. A conscientização de se utilizar uma fonte que é abundante, limpa, confiável e mais econômica está tornando o mercado imobiliário cada vez mais atento as novas tendências. Pensando nisso, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI-PI), realizou na manhã desta sexta-feira (13), a palestra “Energia solar: Uma nova oportunidade de negócio para o corretor de imóveis”, no auditório do Conselho.

Com o objetivo de mostrar e tirar as principais dúvidas de como se é utilizado a energia solar, o presidente do CRECI, Nogueira Neto, afirma que em um futuro muito próximo os clientes irão preferir casas e apartamentos que utilizem esse tipo de energia. “Esse é um tema muito atual e como é uma energia limpa, nós temos que contribuir para aplicação dela e para o engrandecimento do mercado. Além disso, o investimento que as pessoas terão será somente com os equipamentos”, conta o presidente.

As vantagens de utilizar o sol como principal fonte de energia são as possibilidades que o consumidor terá em produzir toda a energia que será consumida, passando a pagar somente a taxa mínima da concessionária. Além da proteção do patrimônio em relação aos aumentos na conta de energia, a contribuição com o meio ambiente e a valorização do imóvel.

Para o palestrante, Ulisses Soares, que é diretor comercial da YellowGreen Soluções de Engenharia, o mercado imobiliário tem muito a ganhar com a utilização de energia solar nos imóveis, por se tratar de uma fonte mais barata. “A energia solar faz com que o proprietário do imóvel economize até 95% da sua energia que hoje é um peso muito grande no orçamento dos brasileiros. E os corretores são um elo bastante importante, pois eles estão diretamente relacionados com as pessoas que desejam comprar casas ou apartamentos”, explica

Para o corretor de imóveis, Luís Aragão, que está no mercado há 27 anos, a utilização de energia solar já é uma tendência no mercado de Teresina. “A palestra é interessante para nós profissionais, para assim transmitir aos nossos clientes essa possibilidade de produzir a própria energia. Como em nossa cidade fomos agraciado com muita incidência do sol, a utilização dela vem a valorizar os imóveis”, finaliza o profissional.

 

 

Rafaella julho 13, 2018 Nenhum Comentário

3 dicas de matemática financeira para corretores

Qualquer pessoa que trabalhe no mercado imobiliário e deseje ganhar destaque precisa unir diversas qualidades, pois esse é um setor complexo e altamente competitivo. Porém, a matemática financeira para corretores é um dos itens que mais causa dificuldades e transtornos para quem atua no ramo.

Lidar com números não é fácil para muita gente, mas não dá para ter sucesso na área sem boas noções de alguns conceitos primordiais para as negociações. Quer descobrir quais são eles? Então confira atentamente o conteúdo a seguir:

O que é matemática financeira?

Primeiramente, é preciso compreender bem o que é matemática financeira. Ela consiste numa séria de cálculos e conceitos que são aplicados às análises das finanças de um modo geral. Normalmente, sua utilização se dá em situações relacionadas ao dinheiro e suas perdas ou ganhos com o passar do tempo (juros, inflação, deflação, etc.).

Justamente por isso que a matemática financeira para corretores é tão importante no setor de imóveis. Ela ajuda a avaliar projetos, perceber a viabilidade de financiamentos, descobrir oportunidades ocultas, prever riscos, analisar empréstimos para crédito e considerar investimentos.

A matemática financeira para corretores é essencial?

Como dissemos, a matemática financeira para corretores ajuda esses profissionais na avaliação de diversas situações que podem se apresentar usualmente no mercado imobiliário e é primordial que eles mantenham seus conhecimentos atualizados. O próprio CRECI traz questões sobre o tema em suas provas e exames.

Ela também ajuda a orientar clientes durante as transações, pois a maioria das pessoas comuns não domina muito bem esse conceito e ele é extremamente importante para lidar com compradores mais cautelosos, nos momentos de crise ou em situações de menor liquidez no setor.

Conhecimentos básicos de matemática financeira

1. Manuseio da calculadora

Pode parecer uma dica banal, mas o fato é que muitas pessoas só sabem usar a calculadora para operações básicas. Corretores, no entanto, precisam se aprofundar em diversas funções e aprender a usar a memória, calcular juros compostos e alguns outros cálculos financeiros mais requintados.

Os modelos mais completos, definitivamente, não são fáceis em um primeiro momento. Na maioria das vezes, fazer um curso sobre o equipamento é fundamental. O lado bom é que alguns deles podem ser realizados na modalidade à distância, por meio da internet.

2. Cálculo das taxas de juros

As taxas de juros são inerentes a diversas modalidades de negociação do mercado imobiliário, como financiamentos, parcelamentos e consórcios. Por isso, compreender esse item é indispensável para um corretor de sucesso, pois isso ajudará a oferecer informações rápidas e precisas para os clientes.

Uma utilização essencial, por exemplo, ocorre em situações onde o profissional precisa comparar as alíquotas de um financiamento com outras taxas, como o valor do aluguel ou o percentual de valorização de uma propriedade.

3. Compreensão do conceito de amortização

A amortização é a redução de uma dívida por meio de pagamentos parciais ou graduais periodicamente, que são realizados de acordo com um planejamento preestabelecido. Isso é extremamente comum em financiamentos e consórcios, mas muitos corretores não compreendem perfeitamente o seu conceito.

O profissional que tiver domínio sobre o tema pode esclarecer muito melhor as dúvidas dos seus clientes e trazer muito mais segurança em uma eventual negociação. Certamente, isso poderá se tornar um fator de motivação para aquelas pessoas que estão na dúvida se vale a pena concretizar a compra de um imóvel.

Fonte: inGaia

Rafaella julho 12, 2018 Nenhum Comentário

Marco regulatório e melhor mercado imobiliário dão fôlego à capitalização

A implementação do marco regulatório para capitalização fomentará a criação de produtos e a venda de novos títulos a partir do primeiro trimestre de 2019. Além disso, a estimativa de melhora do mercado imobiliário também dá fôlego à garantia de aluguel.

De acordo com o diretor executivo da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), Carlos Alberto Corrêa, ainda que os resultados deste ano possam “não alcançar 100%” das projeções, o marco regulatório do setor deve trazer novos impulsos.

“É o que precisamos para dar mais transparência e visibilidade para a capitalização. Isso trará novos produtos para o nosso portfolio”, diz.

Acabou, na última quinta-feira, o prazo da consulta pública criada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). A expectativa é que a complementação da Circular 569 – de maio – será efetiva em 31 de agosto.

“O prazo para adequação fica entre 120 e 180 dias. Em fevereiro já teremos as prateleiras prontas para a venda de novos produtos e aumento do setor”, completa Corrêa.

Garantia LocatíciaJá do lado das seguradoras, as projeções estão, em sua maioria, voltadas para a recuperação do mercado imobiliário.

Segundo o superintendente de negócios da SulAmérica Capitalização, Natanael Castro, a baixa venda de imóveis trouxe um aumento na venda de títulos de garantia de aluguel.

“Temos um contexto econômico que, de certa forma, represa o crescimento do faturamento, mas a emissão da circular traz uma tendência positiva, principalmente para os produtos voltados para o mercado imobiliário”, afirma.

“O título como garantia locatícia é um dos produtos mais conhecidos e, a partir do aquecimento do mercado e da modernização do marco, vemos crescimento significativo quando olhamos para 2019”, opina o superintendente de riscos e capitalização da Porto Seguro, Luiz Carlos Henrique.

Os últimos dados da FenaCap apontam que, de janeiro a maio deste ano, a receita do setor atingiu R$ 8,6 bilhões, alta de 8,1% em relação a igual período de 2017. As provisões técnicas – recursos resgatados antecipadamente, ou no fim da vigência – fecharam com R$ 29 bilhões (+2,7%).

Rafaella julho 10, 2018 Nenhum Comentário

CRECI- PI promove palestra sobre Energia Solar Fotovoltaica

O CRECI-PI estará promovendo no dia 13 de julho, a palestra Energia Solar Fotovoltaica- Uma nova oportunidade de negócio para o corretor de imóveis.

O encontro será ministrado pelo diretor comercial da YellowGreen Soluções de Engenharia, Ulisses Soares. O evento será no auditório do CRECI-PI.

Mais informações nos telefones: (86) 9 8821-9393 ou (86) 9 8891-9911.

Rafaella julho 9, 2018 Nenhum Comentário

CRECI-PI participa de Fórum dos Conselhos Regionais e Ordem das Profissões Regulamentadas do Estado do Piauí

Aconteceu nesta segunda-feira, 09, o Fórum dos Conselhos Regionais e Ordem das Profissões Regulamentadas do Estado do Piauí. O encontro, que aconteceu na Sala dos Conselhos na OAB-PI, reuniu presidentes e representantes de vários conselhos piauienses.

O objetivo da reunião foi discutir sobre fiscalização integrada entre Conselhos de Classe nas Instituições de Ensino Superior no Piauí, pisos salariais das categorias profissionais e o posicionamento conjunto dos Conselhos sobre as eleições 2018.

Para o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI-PI), Manoel Nogueira, o encontro é uma forma de unir as classes e trocar experiências. “Estamos nos unindo, para que em conjunto possamos conquistar o que nossa categoria e as outras precisam para fazer um bom trabalho para a sociedade. Para nós que fazemos parte do CRECI, debatemos sobre convênios e política de fiscalização em conjunto”, afirmou o presidente.

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil- Seccional Piauí (OAB-PI), Chico Lucas, explicou que a pauta mais abordada na reunião foi a necessidade de se fiscalizar as instituições de ensino a distância. “Esse é um problema que passa por todos os conselhos, que é uma grande oferta nas vagas do curso e a má formação dos profissionais. Então, decidimos nos reunir novamente para se ter um relatório e mandar para o MEC, relatando esses problemas. Também iremos nos reunir com os candidatos ao governo e a senado para apresentar pautas que sejam comum aos Conselhos Profissionais”, finalizou.

Conselhos 2

 

Rafaella julho 6, 2018 Nenhum Comentário

Mercado imobiliário mantém-se estável, com preços menores

O mercado imobiliário da cidade mantém o ritmo de negócios mesmo com as incertezas econômicas atuais, mas, para isso, foi preciso adequar os valores dos imóveis. Para o presidente da Associação dos Corretores e Empresas Imobiliárias de Sorocaba (Aceiso), Harley Mena, a cidade tem um cenário diferente em comparação a outros municípios, pela grande presença de indústrias, empresas e faculdades. E, para o diretor da regional Sorocaba do Sindicato da Habitação (Secovi), Guido Cussiol Neto, a estrutura do município possibilita que, com a retomada da economia, a cidade também volte a crescer, o que a torna uma boa opção para adquirir imóveis como investimento.

De acordo com pesquisa feita pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CreciSP), ocorreu “uma queda nas vendas de imóveis usados em abril, no estado; no interior a retração chegou a – 11,58%, em comparação com o mês anterior”. A pesquisa foi realizada com 998 imobiliárias em 37 cidades.

Para Mena, em Sorocaba o mercado está estável. Embora as vendas de usados, por exemplo, sejam afetadas pela preferência dos bancos em financiar novos empreendimentos, com condições melhores, ele lembra que a permuta — troca por outros imóveis — é uma das maneiras de negociar usados. “A maior procura, devido aos financiamentos e taxas mais atrativas para imóveis, são os novos”.

Mena diz que isso provoca um realinhamento em termos de valores dos empreendimentos. O diretor da regional Secovi avalia que os preços dos imóveis usados tenham caído de 30% a 40% nos últimos anos.

Para Cussiol Neto, a quantidade de imóveis usados negociados se manteve ou até aumentou. Ele observa que, apesar da falta de financiamento, há mais possibilidades de negociação com os proprietários que com as construtoras que vendem os novos empreendimentos. “A flexibilidade é muito maior”, aponta.

De acordo com a pesquisa do Creci, 56,34% das vendas de usados em abril foi feita com pagamento à vista. Os financiamentos responderam por 35,07% dos negócios; 7,46% desses imóveis foram vendidos com pagamento parcelado pelos proprietários e 1,12% por meio de cartas de crédito de consórcio.

Mena lembra que houve muitos lançamentos, além da realização recente do Feirão da Caixa — que impulsiona a venda de imóveis novos. Ele conta que, apesar de as vendas pelas plataformas digitais terem aumentado, os anúncios em jornais continuam trazendo ótimo retorno. Para Mena, o cenário econômico e a proximidade das eleições presidenciais desencorajam os interessados em investir em imóveis.

Guido Cussiol Neto aponta, no entanto, que esse é um bom momento para os investidores, uma vez que os preços estão baixos e a oferta de imóveis está alta, o que dá ainda mais poder de negociação ao comprador. Ele também observa que, na comparação com outras cidade, inclusive capitais, Sorocaba tem enfrentado melhor a crise econômica. Guido lembra que dados de setembro do ano passado indicavam 4 mil unidades em estoque na cidade, mas um número muito maior de famílias que desejavam comprar um imóvel. Como obstáculo entre os compradores e os empreendimentos, o desemprego, as condições de crédito e falta de confiança. “Existe uma oferta maior do que a demanda”. Ele avalia que assim que economia mostrar condições mais favoráveis, esse estoque deve diminuir rapidamente.

Aluguéis caem no Estado e descontos sobem 

Pesquisa do CreciSP com 998 imobiliárias do Estado mostra queda no número de imóveis residenciais alugados em abril comparado a março na Capital (- 5,51%), no Interior (- 6,62%) e no Litoral (- 5,66%). Em Guarulhos e Osasco houve crescimento de 12,36%. Os descontos médios que os donos dos imóveis alugados deram foram de 10,18% nos bairros de áreas nobres, de 11,76% nos das regiões centrais e de 13,91% nos bairros de periferia, segundo a pesquisa.

Para o diretor da regional Sorocaba do Secovi, Guido Cussiol Neto, a situação das locações em Sorocaba é semelhante à das vendas. Embora o ritmo de negócios esteja estável, os preços caíram. Também colabora para isso a colocação para locação de imóveis antes disponíveis apenas para venda, devido à crise econômica, aumentando a oferta.

A situação é mais difícil para os imóveis comerciais. “Muitas empresas fecharam ou reduziram de tamanho e isso reflete diretamente nos comerciais”, observa. Ele aponta que a região com maior procura para locações residenciais e comerciais é a zona sul da cidade, pela boa estrutura de serviços, shoppings, bancos e transportes.

O atraso no pagamento dos aluguéis no estado aumentou em abril, de acordo com a pesquisa, 5,42% dos contratos contra 4,99% dos atrasados em março. Já em Sorocaba Guido avalia que o pico da inadimplência já passou. Embora a situação ainda preocupe, percebe-se que os inquilinos já conseguem equilibrar melhor as contas.

Fonte: Cruzeiro do Sul

Rafaella julho 4, 2018 Nenhum Comentário

Preços de venda de imóveis residenciais ficam estáveis

De acordo com o índice FipeZAP, fevereiro registrou nova estabilidade no preço de venda de imóveis residenciais (-0,05%). Considerando a inflação esperada de 0,33% para fevereiro, de acordo o Boletim Focus do Banco Central, a pesquisa encerrou o segundo mês de 2018 com queda real no preço de venda de imóveis residenciais (-0,38%).

Segundo o índice, o comportamento dos preços residenciais não foi homogêneo entre as cidades monitoradas. Analisadas individualmente, oito das 20 cidades pesquisadas apresentaram queda nominal no preço médio, com destaque para Belo Horizonte (-0,41%), Niterói (-0,37%) e Distrito Federal (-0,36%). Já entre as 12 cidades que registraram aumento de preço no período, as maiores variações foram observadas em São Caetano do Sul (+0,56%), Vila Velha (+0,51%) e Florianópolis (+0,34%).

Nos últimos 12 meses, o Índice FipeZAP aponta recuo (-0,72%) no preço médio dos imóveis residenciais. Nesse intervalo de tempo, nove das 20 cidades pesquisadas acumulam queda nominal no preço de venda, destacando-se: Rio de Janeiro (-4,99%), Distrito
Federal (-2.67%) e Niterói (-2,65%). Por outro lado, entre as cidades que acumulam alta no preço médio de venda, apenas em
Florianópolis (+5,01%) a variação observada superou a inflação acumulada no período (+2,87%). Com o resultado, o preço médio de
venda de imóveis residenciais nas 20 cidades analisadas acumula queda real de 3,48% nos últimos 12 meses.

Em fevereiro, o valor médio de venda dos imóveis residenciais nas 20 cidades monitoradas foi de R$ 7.549/m². Rio de Janeiro se
manteve como a cidade com o m² mais caro do país (R$ 9.686/m²), seguida por São Paulo (R$ 8.703/m²) e Distrito Federal (R$ 7.814/m²).

Já as cidades com menor valor médio por m² foram Contagem (R$ 3.510/m²), Goiânia (R$ 4.113/m²) e Vila Velha (R$ 4.674/m²).

Fonte: Zap em Casa