Rafaella janeiro 15, 2018 Nenhum Comentário

Como ter sucesso vendendo imóveis na planta

Muitas pessoas procuram este tipo de venda devido aos diversos benefícios que ela apresenta. Porém, em contrapartida, outros acabam não optando por este tipo de compra por medo ou insegurança.

A aquisição na planta também proporciona menos burocracia para tirar a documentação, tempo para planejar a mudança, possibilidade de personalizar o imóvel, além da valorização do bem, após o término da construção. O que você corretor irá lê em seguida são argumentos fortíssimos para alavancar as suas vendas.

POR QUE COMPRAR UM IMÓVEL NOVO?

Uma vantagem é que o valor do condomínio de imóveis novos é mais barato do que o de apartamentos antigos. Isto acontece porque os valores são baseados em gastos com água e luz nas áreas comuns. Os prédios novos possuem infraestrutura que barateia estas contas e, por isso, o valor final do condomínio é menor.

Ademais, ser o primeiro morador do imóvel faz com que o cliente não tenha problemas com documentação de moradores antigos, fazendo com que qualquer problema burocrático passe apenas pela mão do comprador. Novos prédios já são feitos com estrutura elétrica mais moderna, o que garante menores gastos por mês com conta de luz, por exemplo.

QUAL A VANTAGEM FINANCEIRA PARA SEU CLIENTE?

Um dos principais pontos que fazem pessoas procurarem imóveis na planta são as vantagens financeiras. Por isso se você deseja trabalhar com imóvel na planta deve ressaltar estes benefícios para o cliente.

Comprar um imóvel na planta sai bem mais barato do que comprá-lo já concluído. Uma vantagem é que após a compra, ele vai valorizando com o tempo, fazendo com que o cliente tenha feito um bom investimento financeiro sem ainda poder usufruir do bem. Ou seja, quando ele receber o imóvel, ele já terá se valorizado — e poderá vendê-lo mais caro, se for este o intuito dele.

Além disso, as condições de compra são mais facilitadas. A entrada pode ser parcelada, incluindo balões e chaves, e o valor restante ser financiado em até 30 anos de acordo com o perfil do cliente. Deve-se informar ao cliente que estas parcelas são reajustadas conforme a variação do Índice Nacional de Construção Civil (INCC).

DEMONSTRE SEGURANÇA AOS SEUS CLIENTES

Um dos quesitos que fazem com que alguns compradores se afastem da compra de imóveis na planta é a segurança em relação a transação e ao tempo de entrega do apartamento.

A insegurança ocorre porque o cliente estará adquirindo algo que ele não sabe como vai ficar na prática. Por isso saliente que há amparos legais quanto a compra, garantindo que ele está sim seguro quanto a eventuais problemas.

Mostre todo o memorial descritivo do imóvel para que ele possa entender perfeitamente como ficará o apartamento. Saliente que o contrato prevê a multa em caso de atraso na entrega. Passe ponto a ponto sobre questões importantes para que ele saiba que é um negócio seguro e atraente para ele.

FACILIDADES PARA REFORMAS

Quando negociar o imóvel na planta, destaque para seu comprador que ele pode ter acesso à planta do apartamento. Com isso ele pode pedir mudança em disposição de cômodos ou qualquer outro tipo de mudança que deseja, evitando dor de cabeça com reformas posteriores.

O que você acabou de lê acima são alguns de inúmeros argumentos de vendas que você pode adaptar ao seu cotidiano de vendas. Lembre-se que o primeiro contato é o momento certo de mostrar todo o seu conhecimento sobre o produto, você não terá outro momento, então esteja preparado e tenha conhecimento técnicos das obras como também de contratos.

 

Fonte: Publicidade Imobiliária – Paulo Oliveira

Rafaella janeiro 12, 2018 Nenhum Comentário

CRECI/PI divulga formas de pagamento da anuidade 2018

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis 23ª Região/Piauí divulgou a anuidade do Exercício de 2018. Os corretores podem garantir o parcelamento no boleto bancário em até cinco parcelas mensais, iguais e sucessivas, sem o desconto, no Conselho, de segunda a sexta, de 8h às 12h e de 14h a 18h.

Os profissionais poderão ainda dividir em até cinco parcelas mensais, se requerido até 12 de janeiro com vencimentos da primeira parcela em 15 de janeiro.  Em até quatro parcelas mensais, se requerido até 15 de fevereiro com vencimento da primeira parcela em 16 de fevereiro. E em até três parcelas mensais, se requerido até 13 de março,  com vencimentos da primeira parcela em 14 de março.

O valor integral da contribuição anual pago após o dia 31 de março será atualizado pelo índice oficial de preços ao consumidor (IPCA) e acrescido de multa de 2% e de juros moratórios de 1% ao mês ou fração.

A anuidade 2018 também poderá ser paga por meio de cartão de crédito, na sede do CRECI/PI. Entre os dias 01/01/2018 e 31/01/2018, os corretores e imobiliárias deverão entrar no site www.cofeci.gov.br e acessar o link de acesso ao Sistema SISCOAF, a fim realizar a Comunicação de não ocorrência ou Comunicação de Operações Suspeitas, obrigatoriamente. Deixar de fazer a comunicação ao COFECI/COAF é infração legal punível com multa irrecorrível.

Rafaella janeiro 9, 2018 Nenhum Comentário

Preço médio dos imóveis tem queda nominal em 2017

Índice FipeZap – que acompanha o preço de venda de imóveis residenciais em 20 cidades brasileiras – registrou estabilidade em dezembro  (+0,01%) e, assim, encerrou o ano de 2017 com queda nominal dos preços de 0,53% na comparação com o final de 2016.

Nos 10 anos de  histórico do indicador, esta foi a primeira vez que os preços encerraram um ano em nível nominalmente menor do que o do ano anterior.

Considerando-se a inflação esperada* (IPCA/IBGE) de 2,78% para o ano de 2017, o Índice FipeZap aponta queda real de 3,23% no preço de  venda de imóveis residenciais no ano passado.

Individualmente, 13 das 20 cidades pesquisadas apresentaram recuo nominal no preço de venda no último ano, com destaque para Rio de Janeiro (-4,45%), Niterói (-3,43%), Fortaleza (-3,35%) e o Distrito Federal (-2,27%).

Entre as demais cidades, as maiores variações foram  observadas em Belo Horizonte (+4,47%) e Florianópolis (+4,34%) – as duas foram as únicas com aumentos acima da inflação.

Cabe ressaltar que, levando-se em conta a inflação, a queda real nos preços de 2017 foi menor do que a registrada em 2016.

Naquele ano, o Índice FipeZap subiu 0,57% e o IPCA variou 6,29% – ou seja, a queda real foi de 5,38%, mais de dois pontos percentuais acima da queda real  esperada para 2017 (+3,23%).

O valor médio de venda dos imóveis residenciais nas 20 cidades monitoradas encerrou o ano valendo R$ 7.631/m².

Rio de Janeiro se manteve  como a cidade com o m² mais caro do país (R$ 9.811), seguida por São Paulo (R$ 8.745) e Distrito Federal (R$ 8.238).

Já as cidades com menor  valor médio por m² foram Contagem (R$ 3.521), Goiânia (R$ 4.137) e Vila Velha (R$ 4.638).

Fonte: Fipe/Zap

Rafaella janeiro 3, 2018 Nenhum Comentário

Prazo para declaração de inocorrência encerra dia 31 de janeiro

Corretores de imóveis e empresas do setor imobiliário precisam ficar atentos ao prazo para declaração de inocorrência ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), que encerra no próximo dia 31 de janeiro.

A declaração da não ocorrência de propostas, transações ou operações passíveis de serem comunicadas nos termos do inciso II (incluído pela Lei nº 12.683, de 2012) é obrigatória e tem como objetivo de prevenir a lavagem de dinheiro no setor de atividade econômica.

É importante ressaltar que a não realização da declaração imputará em multa que não poderá ser recorrida. A declaração deve ser realizada no site https://intranet.cofeci.gov.br/declaracao/

Confira o passo a passo para fazer a declaração:

  1. Acesse o site https://intranet.cofeci.gov.br/declaracao/;
  2. Informe se é PESSOA FÍSICA ou PESSOA JURÍDICA;
  3. Informe o CPF ou CNPJ e selecione a opção “De acordo”;
  4. Confirme seus dados e informe seu e-mail para recebimento do comprovante;
  5. Seu comprovante será enviado por e-mail;
  6. Clique no link informado no e-mail;
  7. Imprima e guarde seu comprovante para qualquer eventualidade;

 

 

Rafaella janeiro 2, 2018 Nenhum Comentário

Consumidores devem ficar atentos a riscos ao alugar imóveis pela internet nas férias

O mercado de aluguel de imóveis por temporada aquece com a proximidade das férias e datas comemorativas, como Natal e Ano Novo. Em período de crise, as pessoas estão preferindo alugar casas ou apartamentos pela internet a pagar diárias em hotéis. Porém, há um grande risco se o consumidor não ficar atento às armadilhas dos anúncios expostos em sites e redes sociais.

O corretor de imóveis, Pedro Nogueira, dá algumas dicas que devem ser observadas antes de fechar negócio e alerta para anúncios em sites que não possuem credibilidade.

“O consumidor deve pesquisar sobre o local. Olhar em sites de busca se o endereço é o mesmo, se o imóvel existe realmente, devem escolher sites de credibilidade, aqueles com maior número de visitações. Nos sites, as pessoas devem observar a parte de comentário das pessoas que já se hospedaram naquele imóvel, as críticas, os elogios. Os consumidores também têm que pedir para o locador gravar e mandar vídeos recentes do imóvel para saber se é isso mesmo que estão procurando”, explicou o corretor.

Francisco Junior, 20 anos, se juntou com amigos para celebrar o final de ano em uma pousada em Fortaleza. Ele conta que fez uma pesquisa na internet para encontrar o local mais adequado e com um preço acessível.

“Primeiro nós analisados o preço, pedimos indicações de amigos, vimos os comentários de outras pessoas que tinham se hospedado, ligamos, fizemos um contrato e vimos através das fotos que era o local ideal. Tivemos todo o cuidado para não cair em armadilhas, porque sabemos que isso é comum. Só fechamos negócio quando tivemos certeza que era uma pousada de confiança”, declarou o estudante.

Para o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI-PI), Nogueira Neto, o mais indicado é que as pessoas procurem um corretor, credenciado pelo Conselho para evitar problemas.

“O corretor que cometer algum desvio de conduta pode ser punido, já uma pessoa que não tem formação e nem a carteira poderá sair impune. Porém, se o consumidor se sentir lesado, pode procurar o Procon para formalizar uma denúncia. É importante que as pessoas assinem um contrato de locação por temporada.”, esclareceu o presidente.