Rafaella novembro 28, 2017 Nenhum Comentário

Conheça os prós e contras da Reforma Trabalhista para o Mercado Imobiliário

A reforma trabalhista deve refletir positivamente no mercado imobiliário, dando maior previsibilidade aos empresários para retomarem projetos. Isso porque quando o empresário tem dúvidas sobre o futuro da economia do País, ele fica com medo de fazer contratações, já que encargos sociais do trabalhador geram um alto custo na cadeia produtiva.

“A grande vantagem da reforma é poder contratar pessoas com risco reduzido. O patrão pode negociar diretamente com o empregado, por exemplo, uma redução de salário com manutenção do emprego. E quando a economia voltar a crescer o contrato é novamente ajustado”, explica o economista Eduardo Velho.

Para o economista Ricardo Valério da Costa Menezes, a reforma trabalhista impulsona o mercado imobiliário, especialmente pela geração de empregos na construção civil. “Em função das diversas modalidades de contratação de mão de obra. Porque muitas vezes a construção civil precisa contratar por sazonalidade, em um período do ano, e vai poder fazer contratos intermitentes”.

Especialista em Direito Imobiliário, o advogado Fernando Zito diz que a legislação trabalhista vigente (a nova entra em vigor em novembro) é antiga e ultrapassada. Para ele, a reforma trará importantes novidades. “A principal vantagem é a negociação entre patrão e empregado. Já a desvantagem, para os trabalhadores, será a falta de representatividade nas negociações”.

Na contramão das opiniões, o economista José Pascoal Vaz acredita que a reforma trabalhista vai fragilizar o trabalhador e afetar a venda de imóveis. “O comprador em potencial vai perder salário e a maior facilidade em ser demitido vai amedrontá-lo em financiar a longo prazo. Já o trabalhador da construção vai ser terceirizado e demitido mais facilmente e seu salário vai diminuir”.

Fonte: ZAP Pro

Rafaella novembro 20, 2017 Nenhum Comentário

Plantão de vendas perde espaço para a internet

O plantão de vendas vem perdendo espaço para a internet, o que vai forçar uma atualização no mercado, dizem especialistas. Os corretores de imóveis precisam estar atentos às novidades para não perderem negócios.

Apesar de acreditarem que o plantão deixará de ser essencial, os especialistas ressaltam que alguns clientes ainda gostam do contato com o corretor e de ver os imóveis decorados. Segundo o consultor empresarial Edvaldo Corrêa, o plantão de vendas, como funciona hoje, dará lugar a uma central de negócios. É o que já acontece em alguns lugares.

“Os profissionais do mercado imobiliário poderão usufruir de uma estrutura para melhorar o relacionamento com os clientes e fechar o negócio. Algumas imobiliárias, mesmo as menores, já têm criado decorados dentro da própria sede para receber os visitantes”.

Corrêa ressalta que os corretores, sejam eles novos ou mais experientes, devem aproveitar esses espaços oferecidos pela empresa para criar um relacionamento com o cliente e traçar estratégias individuais.

“Na prática, os clientes raramente vão ao plantão, porque o processo de compra de um imóvel passa, de fato, pela prospecção na internet. A central de vendas é mais um dos canais onde o profissional pode sanar as dúvidas do comprador, apresentar o decorado e fechar o negócio”.

Internet

De acordo com Emerson Pereira, consultor de marketing imobiliário digital, pode até ser positivo para um corretor iniciante estar em um plantão de vendas. Isso faz com que ele adquirira experiência e coloque em prática técnicas de persuasão. Mas o importante é ficar ligado na internet.

“Acho que o plantão é válido, desde que se crie um relacionamento prévio com o potencial cliente através da internet. Isso pode ser feito através de interação por e-mail, redes sociais ou posicionamento da construtora na primeira página do Google”.

Pereira explica que através da web, o profissional pode mensurar os horários de maior busca, que tipo de imóvel gerou mais interesse e o perfil dos clientes, por exemplo.

“Na internet, se uma estratégia ou campanha não estiver surtindo o efeito desejado, ela pode ser alterada rapidamente. Isso já não ocorre quando é feita uma publicidade em jornal, outdoor, revistas e outras mídias”.

Fonte: ZAP Pro

Rafaella novembro 17, 2017 Nenhum Comentário

Moradia popular puxa recuperação do mercado imobiliário

As empresas de construção que desenvolvem moradias populares, enquadradas no Minha Casa, Minha Vida, têm puxado a recuperação do mercado imobiliário.

Direcional, MRV e Tenda responderam por dois terços dos lançamentos e das vendas do terceiro trimestre entre as 11 incorporadoras listadas na Bolsa. Juntas, as três lançaram empreendimentos com valor de vendas estimado em R$ 2 bilhões, um crescimento de 55,5% na comparação anual. As vendas no período totalizaram R$ 2,1 bilhões, avanço de 23,5%.

“O protagonismo da faixa popular na recuperação acontece sobretudo por causa do crédito. Os empreendimentos mais baratos, do Minha Casa, Minha Vida, têm acesso a crédito mais em conta. Os juros altos no passado recente praticamente inviabilizavam o financiamento”, diz Pedro de Seixas, pesquisador da Fundação Getulio Vargas (FGV) e especialista em negócios imobiliários.

Em São Paulo, imóveis com preços até R$ 240 mil lideraram em quase todos os indicadores de agosto, aponta o Secovi-SP (entidade do setor). No País, dados da Abrainc (associação de incorporadoras) mostram que as vendas de imóveis novos do Minha Casa, Minha Vida até agosto somaram 41,7 mil unidades, 23,6% mais que no mesmo período de 2016. Foram 33,4 mil lançamentos, alta de 13%.

O copresidente da MRV, Eduardo Fischer, reitera a perspectiva de mais lançamentos e vendas em 2018. Ele também avalia que há boa disponibilidade de recursos para financiar a compra de imóveis com juros baixos, ao contrário do restante do mercado. “As sinalizações do governo são de que a habitação popular é prioridade.”

Já a Direcional avalia que ainda existe grande diferença no desempenho de cada ramo. Tanto o médio quanto o alto padrão sofrem com distratos, juros altos e baixa demanda. Diante disso, a companhia abandonou novos projetos nesse mercado. Mas no de moradias populares, a trajetória continua positiva.

No grupo das empresas focadas tanto no médio quanto no alto padrão – Cyrela, Even, Eztec, Gafisa, PDG, Rossi, Rodobens e Tecnisa – o resultado na Bolsa foi mais modesto. Os lançamentos atingiram R$ 1,27 bilhão, alta de 4,6%. Já as vendas subiram 42,4%, para R$ 1,39 bilhão. As incorporadoras conseguiram aumentar lançamentos e vendas no terceiro trimestre, além de diminuir o tamanho do rombo financeiro, o que sinaliza uma inflexão no mercado imobiliário após anos de crise.

Sair do vermelho, entretanto, é algo esperado só para meados de 2018, segundo empresários. Eles avaliam que o setor ainda depende de um avanço mais consistente da economia brasileira e da confiança dos consumidores para impulsionar as vendas e reduzir os estoques.

O vice-presidente de Habitação Econômica do Secovi-SP, Rodrigo Luna, ressalta que o crescimento do setor depende da volta do emprego e da retomada da renda. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Exame

Rafaella novembro 14, 2017 Nenhum Comentário

CRECI/PI marca presença no I Seminário de Assistência Técnica Habitacional de Interesse Social

O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI/PI), Nogueira Neto, participou do I Seminário de Assistência Técnica Habitacional de Interesse Social do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Piauí (CAU-PI). O evento aconteceu nesta segunda-feira (13), no Blue Tree Towers Rio Poty Hotel.

“As experiências apresentadas pelos profissionais que proferiram as palestras nos permitiu conhecer projetos sociais que são realizados no sudeste do país e que podem ser trazidos para o Piauí”, afirma Nogueira Neto.

O presidente do CAU/PI, Emanuel Rodrigues Castelo Branco, explica que o objetivo do Seminário foi levar à sociedade o entendimento de que a arquitetura pode ser feita em todas as classes sociais, incluindo famílias de baixa renda, que muitas vezes não possuem poder aquisitivo e que podem ser auxiliadas por um arquiteto, que vai prestar o serviço através de um planejamento feito pelo CAU. “Reunimos aqui especialistas que trazem experiências bem sucedidas de Brasília e São Paulo, e mostram que a arquitetura é fundamental na vida das pessoas e pode melhorar consideravelmente a qualidade de vida dessas famílias”, explica.

A arquiteta e urbanista Mariana Estevão apresentou aos participantes a experiência da ONG Soluções Urbanas com o Projeto Arquiteto de Família, que foram idealizados pela palestrante. O objetivo da ONG é promover a habitação saudável por meio da melhoria habitacional de moradias nas favelas. Os profissionais prestam assistência técnica de projeto e obra.

O evento encerrou com a palestra ministrada pelo presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (CODHAB), Gilson Paranhos. Ele explicou o trabalho do órgão do governo que faz investimentos em habitação social, oferecendo assistência para construção e reforma de casas de famílias de baixa renda.

1

2

3

4

 

 

 

 

Rafaella novembro 9, 2017 Nenhum Comentário

Setor imobiliário volta a crescer e aposta em 2018

O mercado imobiliário brasileiro voltou a crescer. Um dos principais setores atingidos pela crise econômica esboçou reação positiva no final do primeiro semestre, e a expectativa é que o bom desempenho se mantenha ao longo do segundo, trazendo fôlego para a consolidação de uma retomada em 2018.

Pesquisa divulgada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC) mostrou aumento de 17,4% nas vendas de imóveis e 59,8% no número de lançamentos. O estudo considerou o período entre abril e junho em comparação com o intervalo entre janeiro e março. A queda de preços das moradias é apontada como o principal motivo para o crescimento.

Na avaliação do presidente da CBIC, José Carlos Martins, os consumidores estão aproveitando o momento de preços mais baixos para comprar. Com o aumento da demanda, as construtoras retomaram obras que estavam paralisadas. “O mercado tem muitas oportunidades, e as pessoas voltaram a buscar o sonho da casa própria.” Ele explica que a redução de preços é reflexo da crise econômica, que, nos últimos dois anos, fez com que o setor tivesse aumento do estoque de moradias.

De acordo com o economista e coordenador da pesquisa, Celso Luiz Petrucci, os imóveis com dois dormitórios predominam na preferência dos clientes na hora de comprar e, também, os lançamentos feitos pelas empresas no primeiro semestre de 2017.

JF reflete cenário nacional

O mercado imobiliário juiz-forano também percebeu aquecimento nos últimos meses. Embora não haja um indicador econômico do setor, empresas têm registrado crescimento gradativo das vendas, dos lançamentos e, também, das locações. Isso tem contribuído para expectativas mais otimistas com relação ao cenário que será desenhado em 2018.

O diretor da Brasil Imóveis, Heuder Santana, relata que os últimos seis meses configuraram o período de melhor desempenho do setor imobiliário local. “Depois de passarmos por um momento de instabilidade econômica, com queda nas vendas, tem sido notório o aumento de transações e a procura por imóveis, o que nos gera uma expectativa positiva para os próximos meses.”

Segundo ele, no período de agosto a setembro, a Brasil Imóveis registrou elevação de 60% nas vendas e 40% nas locações em comparação com igual período do ano passado. “A nossa expectativa é muito positiva para o encerramento de 2017, diante da crescente demanda por imóveis, quanto para 2018, com as previsões de desaceleração da inflação, queda das taxas de juros e aumento do PIB.”

Para o gerente de vendas do Grupo Almar, Leonardo Vieira, o bom desempenho reflete as oscilações inerentes ao setor. “O mercado imobiliário funciona em ciclos, com altos e baixos. Historicamente, depois de um tempo de baixas, vem uma significativa melhora”, analisa. Para ele, a redução da taxa de juros Selic, que passou de 8,25% para 7,5%, irá facilitar o financiamento imobiliário, o que deve trazer resultados de vendas ainda melhores.

 

Demanda

De acordo com o setor, os apartamentos de dois dormitórios, com valores até R$ 350 mil e localizados no Centro e em bairros como São Mateus, Cascatinha, Santa Helena, Alto dos Passos e Bom Pastor, são os mais procurados pelos juiz-foranos para a compra.

Aquecimento também atinge investidores

O crescimento da demanda por imóveis na cidade não se restringe ao público que deseja adquirir a casa própria. Na imobiliária Souza Gomes, a venda destinada à revenda cresceu 20% no primeiro semestre e segue em expansão. “Como causa dessa melhora no cenário de compra e venda de imóveis, houve um aumento na procura por opções avulsas, que são os imóveis de revenda”, explica o diretor Diogo Souza Gomes, que também é vice-presidente da Associação Juiz-forana de Administradores de Imóveis (Ajadi).

Para ele, o resultado é fruto do aumento da confiança dos investidores. “Não é apenas o mercado imobiliário que está reagindo e voltando a ter confiança. As pessoas estão mais seguras para investir”, diz. “Chegou-se num consenso de que o trabalho deve ser feito com ainda mais competência e inovação para atender os clientes, independentemente de como a política ou economia do país está. As pessoas continuam demandando moradia, e é nesta necessidade que as imobiliárias e construtoras devem concentrar esforços.”

Preços mais baixos são principal atrativo

O presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos, avalia que o crescimento da demanda por imóveis deve continuar nos próximos meses. “Este é um tipo de demanda que sempre vai existir, porque as pessoas mudam de cidade, se casam, e querem sair do aluguel. O sonho da casa própria é um dos principais desejos do brasileiro. A questão é que o momento econômico estava fazendo com que elas adiassem esta realização.”

Ele explica que, com o aumento da oferta e a queda da demanda nos últimos dois anos, os preços dos imóveis diminuíram e se estabilizaram. “Agora o consumidor está enxergando a possibilidade de fazer negócio por conta da atratividade dos preços.”

Em Juiz de Fora, o empresário Wilson Rezende Franco, um dos sócios do Grupo Rezato, confirma a informação. “O ano de 2017 começou com valores até 25% mais baratos em comparação com 2014. Isto por si só já facilita a aquisição. O momento também é propício à compra, pois o mercado está aberto às negociações. Por conta destas condições favoráveis, nós começamos a enxergar o início de uma reação.”

Construtoras fazem prospecção

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis em Minas Gerais (Creci-MG) concorda. “Este ano foi atípico para o setor. No primeiro semestre, tentamos nos adequar às mudanças econômicas e políticas pelas quais passamos. Neste cenário, as empresas que conseguiram inovar e se readaptar colheram bons frutos. Já no segundo semestre, momento em que percebemos uma alavancada nos negócios, houve uma melhora que compensou estas dificuldades. Para 2018, esperamos crescimento seguindo este impulso da segunda metade de 2017”, analisa a diretora Andréa do Carmo Alves.O presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos, sinaliza que, em número de vendas, ainda é preciso ganhar mais fôlego. “Podemos dizer que o mercado ensaia uma retomada, pois o aquecimento das vendas acontece com os preços estabilizados em baixa.” Para ele, a situação pode ser melhor em 2018.

De acordo com o vice-presidente da Ajadi, Juiz de Fora deve seguir este ritmo. “Como indicativo de que 2018 será mais expressivo para o mercado imobiliário da cidade, temos dado consultoria para construtoras que querem lançar empreendimentos no ano que vem e buscam opções como localização e estrutura do imóvel.”

Mais de 20 lançamentos de grande porte em 2017

Com a maior movimentação dos consumidores em busca de um imóvel, as construtoras de todo o país decidiram dar continuidade aos projetos que estavam paralisados por conta da crise. Em Juiz de Fora, mais de 20 lançamentos de grande porte ocorreram ao longo de 2017. “Até o momento, os apartamentos mais compactos e que oferecem ao cliente facilidades de financiamento, como é o caso do parcelamento pelo programa Minha Casa Minha Vida, representam os principais lançamentos na cidade”, afirma o diretor da imobiliária Souza Gomes e vice-presidente da Associação Juiz-forana de Administradores de Imóveis (Ajadi), Diogo Souza Gomes.

Ele destaca que já existe uma movimentação para o lançamento de outros tipos de imóveis, e a tendência é que as opções se diversifiquem ao longo dos próximos meses.

Aluguéis

O segmento de locação também tem se beneficiado com o aumento da demanda dos consumidores. “A chegada de imóveis recém-construídos trouxe ótimas opções de aluguéis em prédios modernos e destinados à primeira locação”, destaca Diogo.

Fonte: Tribuna de Minas / Foto: Marcelo Ribeiro

Rafaella novembro 6, 2017 Nenhum Comentário

Vendas de imóveis crescem 59% em agosto, dizem Fipe e Abrainc

As vendas de imóveis novos têm crescido ao longo do ano, ao mesmo tempo em que recuam os cancelamentos de negócios – os chamados distratos – de acordo com pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), em parceria com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).

A pesquisa mostra que, em agosto, as vendas líquidas (já descontados os distratos) totalizaram 7.697 unidades, um crescimento de 59,0% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Os distratos foram de 2.722 unidades, retração de 27,5%. Os lançamentos totalizaram 4.900 unidades, aumento de 6,3%.

No acumulado do ano, as vendas líquidas somaram 45.267 unidades, aumento de 25,5% frente aos mesmos meses do ano passado. Nesse período, os distratos atingiram 17.785 unidades, queda de 20%, e os lançamentos alcançaram 30.530 unidades, recuo de 3,5%.

No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em junho, as vendas líquidas foram de 63.749 unidades, alta de 11,6%. Os distratos totalizaram 23.365 unidades, baixa de 22,9%, e os lançamentos alcançaram 42.058 unidades, alta de 9,0%.

No fim de agosto, havia 111.935 unidades novas disponíveis para venda, montante 4,0% menor do que o registrado um ano antes. Considerando o ritmo atual de vendas, seriam precisos 14,6 meses para liquidar esse estoque, segundo a pesquisa da Abrainc/Fipe.

Fonte: Exame