Rafaella outubro 31, 2017 Nenhum Comentário

Juros em queda e preços em recuperação: a hora de investir em imóveis é agora

Após pelo menos dois anos de queda acentuada nos preços, no número de lançamentos e também nas vendas, o mercado imobiliário brasileiro parece estar reagindo à retomada econômica iniciada no primeiro trimestre de 2017.

Ainda que a retomada para valer, aquela com preços indo além da inflação, com um volume considerável de lançamentos e com um ritmo mais estável nas vendas seja vislumbrado só a partir de 2018, a hora de voltar a investir no setor é agora. Antes que a Selic alcance os 7% ao ano, antes que o estoque volte a ser reposto e antes que os imóveis comerciais voltem a ser ocupados, alerta quem entende do assunto.

Mas, atenção, o recado é mais para quem é investidor e menos para quem está à procura do primeiro imóvel.

A hora certa para este último perfil depende de outros fatores, como estabilidade no emprego, uma boa reserva e juros acessíveis.

Em um país com altas taxas de juros – mesmo que em lento ritmo de queda –, quase todo planejador financeiro dirá que o melhor a se fazer é viver de aluguel e investir em outros ativos.

Lançamentos mostram otimismo do setor

Em termos de lançamentos, dado que é um termômetro do otimismo do setor, as novas unidades voltaram a crescer. Dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), divulgados pelo Jornal da Globo, mostram que, nos últimos 12 meses, mais de 73 mil imóveis foram lançados em todo o Brasil, 4,6% a mais do que nos 12 meses anteriores. As vendas também cresceram, 2,3%.

Esse cenário se deve, principalmente, aos empreendimentos populares, alvo do programa Minha Casa Minha Vida, que responderam por 77% dos lançamentos do período. O ritmo de venda desses empreendimentos também cresceu acima da média, 23,8% nas transações em comparação com os 12 meses anteriores.

Isso não é nenhuma grande novidade, visto que esses imóveis de até R$ 240 mil atendem uma demanda reprimida da população. Mas os dados de um dos principais mercados do país, São Paulo, reforçam os sinais de retomada no setor.

Na capital paulista, segundo o Sindicato da Habitação (Secovi-SP), os lançamentos cresceram 11% nos oito primeiros meses de 2017 em comparação ao mesmo período de 2016. O número de lançamentos , segundo dados da entidade, também cresceu: 11,7% de janeiro a agosto em comparação ao mesmo período do ano passado, com um total 9.215 novas unidades residenciais.

O estoque, que também é um dado importante porque influencia o preço dos imóveis, já diminuiu bastante em São Paulo, mas ainda está em um patamar alto. Ficou em 19.630 unidades em agosto – bem abaixo do pico de 28 mil de 2015 – e apresenta tendência de baixa, segundo o Secovi-SP.

Preços estão próximos da estabilidade

Entre os sinais de melhora do mercado imobiliário, o comportamento dos preços dos imóveis tem chamado a atenção dos especialistas. Em 2017, a queda nos preços iniciada em 2015 desacelerou e algumas cidades já apresentam crescimento no valor médio dos imóveis.

Dados da plataforma VivaReal, por exemplo, que contemplam 30 cidades em diferentes regiões do país e 2 milhões de imóveis usados disponíveis para compra e aluguel, mostram que o preço nominal médio do metro quadrado chegou a R$ 4.833 no terceiro trimestre de 2017 – mesmo patamar do segundo trimestre deste ano, mas levemente abaixo (0,72%) do mesmo período do ano passado.

Ao mesmo tempo, cidades como Brasília (R$ 7.805/m²), Rio de Janeiro (R$ 7.174/m²), São Paulo (R$ 6.875/m²), Recife (R$ 6.210/m²), Vitória (R$ 5.769/m²), Florianópolis (R$ 5.435/m²), Santos (R$ 5.255/m²), Porto Alegre (R$ 5.119/m²), Salvador (R$ 5.000/m²) e Curitiba (R$ 4.863/m²), apresentaram uma valorização acima da média nacional.

“A gente enxerga a cidade de São Paulo como aquela em que a recuperação é mais veloz. Talvez por ter sido a cidade que sofreu primeiro o impacto dos distratos [devolução de imóveis comprados na planta para as construtoras e incorporadoras] e que está próxima, agora, de encerrar esse ciclo. Outras cidades ainda vão sofrer mais um pouco com isso”, observa Rafael Fiotto, diretor comercial de lançamentos da VivaReal. Segundo a Abrainc, os distratos recuaram 20% em 2017 e 27,5% em comparação com 2016 em todo o país.

Mesmo olhando para o preço real, aquele negociado entre vendedor, comprador e banco, o cenário é o mesmo. O Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial (IGMI-R), feito pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), mostram uma queda de 1,03% no preço dos imóveis residenciais de mais de 4 mil municípios brasileiros nos últimos 12 meses.

Para a entidade, “uma recuperação mais forte dos preços dos imóveis está condicionada ao desempenho da economia brasileira. Apesar de vários indicadores recentes do nível de atividades apontarem para uma melhora, a retomada ainda ocorre em um ritmo ainda lento e sujeito a oscilações no curto prazo.”

Financiamento exige pesquisa

Embora o recuo da taxa básica de juros, a Selic, tenha incentivado a queda das taxas do crédito oferecido no país, as condições do financiamento imobiliário ainda estão longe do ideal. A maior banco do setor, a Caixa Econômica Federal, embora costume ter as taxas mais competitivas, tem restringido o valor a ser financiado e também o ritmo de liberação para algumas linhas.

A Caixa reduziu o teto de financiamento para até 50% do valor dos imóveis usados, para todas as modalidades, no último mês de setembro. Em agosto deste ano, o banco já havia diminuído o teto dos imóveis usados de 80% para 60% ou 70%, dependendo da linha de crédito, e também dos imóveis novos, de 90% para 80%, em todas as linhas do sistema SAC, o mais usados pelos clientes da Caixa.

Outros bancos seguem oferecendo financiamentos para quem tem menos dinheiro na mão para dar de entrada e também reduziram os juros de suas linhas de financiamento imobiliário. Segundo dados do Banco Central, de junho do ano passado para junho deste ano, a taxa média para o financiamento de imóveis para pessoas físicas caiu de 11,2% para 9,2% ao ano.

O Banco do Brasil que, ao diferentemente da Caixa, continua operando a linha pró-cotista do FGTS, é o que tem a menor taxa: 9% ao ano + TR.

Mas é preciso negociar e o olhar o custo efetivo total do financiamento, que envolve outras taxas e custos além da taxa de juros, antes de optar pelo melhor banco.

Como aproveitar o início da retomada do setor

Todo esse quadro é bom para quem está pensando em voltar a investir no setor. Quem pensa em fazer isso pelo modo tradicional, comprando imóveis para uma renda complementar, ainda poderá tirar proveito de uma boa negociação com o vendedor, embora tenha de olhar também outros fatores cruciais para uma boa aquisição, como localização e demanda de locação para aquele tipo de imóvel.

Um retorno menor do que 0,5% ao mês, algo que algumas aplicações de renda fixa estão rendendo no momento, não vale a pena, avisam os especialistas.

Já quem prefere olhar para o investimento indireto em imóveis, como os fundos imobiliários, o momento também é bom porque condiz com a queda dos juros e a necessidade de se arriscar um pouco mais para se ter um bom retorno.

Para quem já tem certa experiência com renda fixa e um gestor de confiança na manga , os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) podem ser um bom começo para arriscar um pouco mais. E é um começo que exige pouco: há lançamentos com investimento mínimo de R$ 1 mil e, mesmo depois da estreia do fundo, é possível comprar cotas no mercado secundário por menos de R$ 20.

Cada FII tem um perfil, uma composição e, assim, um regulamento próprio, sob a forma de um condomínio fechado. Mas embora o investimento inicial baixo e o valor pequeno das cotas no mercado secundário sejam atraentes, é preciso tomar cuidado com os custos desse tipo de aplicação.

Valores muito pequenos de investimentos tendem a resultar em rendimentos pequenos e que podem não compensar os gastos com a aplicação.

A BM&FBovespa cobra emolumentos de 0,03% de todos aqueles fundos negociados em bolsa e 0,07% daqueles negociados em balcão organizado. Há também os valores de corretagem, taxas de manutenção e custódia (essa última só é cobrada de quem tem mais de R$ 300 mil aplicados), que variam de corretora para corretora, já que cabe a cada instituição a decisão de quanto dos custos repassará aos clientes.

Para começar nos FIIs agora, Miguel Russo, sócio e diretor da TRIAR Gestão de Patrimônio, sugere aqueles de perfil diversificado, com lajes corporativas na composição e que preveem recebíveis. “Mas tudo com parcimônia”, acrescenta ele, que lembra que a diversificação em geral para os investimentos é sempre o conselho-mor.

Fonte: Gazeta do Povo

Foto: Antônio More – Gazeta do Povo

Rafaella outubro 26, 2017 Nenhum Comentário

CRECI-PI Itinerante oferece diversos serviços para Parnaíba até sexta-feira (27)

A primeira edição do CRECI-PI Itinerante seguirá até sexta-feira (27), na cidade de Parnaíba até meio dia. Os atendimentos estão sendo realizados na Delegacia Regional de Parnaíba, localizada na imobiliária Bergamini Imóveis.

Estão sendo disponibilizados diversos serviços como recadastramento; pedidos de inscrição de pessoa física, pessoa jurídica e pedido de estágio; negociação de débitos; recebimento de denúncias; entrega de carteiras e certificados; além de orientações de como se tornar corretor.

O corretor de imóveis Mardônio Veras analisou a ação como positiva e revelou que espera uma sede própria no município do litoral piauiense. “É um ação muito positiva, não só essa vinda do CRECI com esse trabalho itinerante, mas como quem sabe no futuro nós termos a nossa própria sede da delegacia regional, onde a gente possa ter uma fiscalização constante e um trabalho mais intenso da parte da direção junto aos corretores, e que os corretores se sintam apoiados pela direção da categoria”, disse.

Ainda de acordo com o corretor, os serviços oferecidos facilitaram para que os profissionais pudessem resolver suas pendências com mais comodidade. “Essa é uma excelente oportunidade para o corretor regional que não tem possibilidade de ir até Teresina para poder resolver suas pendencias, pegar informações, procurar ter uma proximidade maior com o nosso Conselho. Assim faz com que ele leve mais a sério o seu trabalho e tenha um contato mais próximo com a direção do CRECI”, declarou o corretor.

Segundo o delegado regional do CRECI/PI Parnaíba, Neemias Bergamini, os corretores de imóveis que tiverem alguma pendência com o Conselho podem aproveitar para fazer uma negociação. “É uma boa oportunidade para os corretores que querem parcelar seus débitos além de aproveitar para fazer outros serviços. Agradecemos a diretoria do CRECI-PI por proporcionar esses atendimentos que são inéditos no município de Parnaíba”, completou.

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Rafaella outubro 24, 2017 Nenhum Comentário

Brasil terá código de identificação nacional para imóveis

A Receita Federal publicou no Diário Oficial da União o decreto instituindo o Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais (Sinter). Esse sistema vai concentrar em um único ambiente eletrônico as informações relacionadas à titularidade dos imóveis envolvendo operações como alienações, doações e garantias, enviadas pelos sistemas de registro dos cartórios brasileiros.

Com o sistema cada imóvel passará a ter um código de identificação nacional, a exemplo do que ocorre com o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). “Cada imóvel será perfeitamente geolocalizado e será possível identificar instantaneamente, por meio de pesquisa eletrônica, os bens imóveis registrados em nome de qualquer proprietário”, diz nota da Receita.

O sistema também permitirá saber se os proprietários tentarem se desfazer de imóveis arrolados como garantia de dívidas. Para isso, será preciso incluí-los em um serviço de monitoramento.

Segundo a Receita Federal, o objetivo é melhorar o acesso de administrações públicas da União, Estados e municípios, a dados até agora tratados de forma descontextualizada. Ainda de acordo com a Receita, o novo sistema é necessário porque há dificuldade em identificar os bens e seus proprietários em âmbito nacional, já que atualmente as informações ficam dispersas.

Além de imóveis, o Sinter fornecerá aos órgãos de controle informações de contratos particulares de compra e venda de direitos e garantias sobre obras de arte, jóias, cavalos de raça e contratos de off shore (termo usado para identificar contas bancárias e empresas abertas fora do País).

Fonte: Portal Brasil, com informações da Receita Federal e da Agência Brasil 

Rafaella outubro 20, 2017 Nenhum Comentário

Saiba como precificar imóveis de maneira correta

Segundo Gilberto Yogui, vice-presidente do Creci-SP, existem duas maneiras do corretor de imóveis se preparar para fazer a avaliação e, portanto, a precificação correta.

“Primeiro, há uma lei do próprio Conselho Regional, que diz que todo corretor inscrito pode opinar quanto ao valor de comercialização. Segundo, há uma resolução do Conselho Federal que normatiza a avaliação. O corretor deve fazer um curso de avaliação para se enquadrar. A resolução prevê o Parecer Técnico de Avaliação Mercadológica (Ptam) e esta resolução tem todos os critérios que devem ser seguidos pelo corretor/avaliador para fazer a precificação”, explica.

Além de se especializar, os profissionais do mercado podem contar com algumas empresas que oferecem esse tipo de avaliação, como é o caso do DataZAP, projeto que originou os índices e estudos FipeZAP. O instituto é uma nova iniciativa de inteligência imobiliária do ZAP.

Passos para avaliar um imóvel

O primeiro ponto que Yogui destaca como fundamental é buscar imóveis semelhantes na região para ter com base em um comparativo. “Devem-se buscar ao menos seis imóveis para compor uma média daquele que se está avaliando”, diz.

Vale destacar que imóveis semelhantes podem ter preços diferentes dependendo de vários fatores, como o andar em que está posicionado, se é um imóvel com mais de 20 anos, por exemplo, se está modernizado ou não, em que região está localizado, se tem melhorias públicas, tudo isso deve ser levado em consideração ao fazer a avaliação.

“Cabe ao corretor fazer essa avaliação e justificar o motivo do valor. O curso de avaliador dá esses parâmetros. Duas casas na mesma rua ou dois apartamentos no mesmo prédio podem ter preços diferentes por vários motivos, como estado de conservação, mobília, se foi modernizado, entre outros fatores.”

Detalhes Que Contam

É preciso que se faça uma análise criteriosa, que inclui a topografia do terreno, metragem, configuração da área e o tipo de construção ali edificada. Detalhes como o posicionamento da construção no terreno, o tipo de estrutura oferecido no imóvel e o número de pavimentos também têm seu peso no momento da emissão do parecer.

E para quem deseja adquirir ou vender uma propriedade, é preciso deixar claro também toda a infraestrutura do seu entorno. É natural que uma casa situada em uma avenida asfaltada, com iluminação pública, telefonia a cabo e internet banda larga conte com muito mais valor agregado que um imóvel cujos arredores não disponham dessas facilidades. A presença de transporte público, escolas e hospitais nas proximidades, além de valorizar o bairro, influencia também o preço final da propriedade.

O valor do imóvel também é determinado a partir da análise técnica do comportamento do mercado imobiliário, e é relativo a imóveis semelhantes na região ou em outras regiões semelhantes em nível socioeconômico. Isso pode ser facilmente percebido pela metodologia utilizada pelo CRECI-SP para a realização de suas pesquisas mensais sobre o mercado de venda e locação de imóveis residenciais. As pesquisas separam a cidade de São Paulo em cinco diferentes zonas de valor (A, B, C, D e E). Assim, independentemente da posição geográfica dos bairros, são analisadas em conjunto regiões que apresentam valores semelhantes de metro quadrado.

Não se pode esquecer que toda avaliação de imóvel reflete uma convicção de valor pessoal do profissional corretor de imóveis, que vive cotidianamente as oscilações do mercado por estar diretamente ligado com os proprietários que vendem e compram imóveis.

O corretor atua como mediador para identificar preços praticados no mercado naquele momento e concluir a negociação, expurgando as especulações.

“Ressalto que, apesar de o mercado estar com o pé no freio no que diz respeito à comercialização de imóveis, há ainda boas possibilidades de venda. No entanto, o corretor jamais deve perguntar ao proprietário quanto está pedindo pelo imóvel. Ele deve fazer a sua avaliação de forma independente para conseguir precificar o valor correto. Para o proprietário, o imóvel muitas vezes tem valor sentimental e isso não pode ser colocado em consideração na definição do preço. E se o proprietário joga o valor lá pra cima, ele só contribui para a venda do imóvel da outra pessoa na região, que vai usar o valor mais alto do vizinho para justificar que o seu imóvel é um melhor negócio”, conclui.

Fonte: ZAP Pro

Rafaella outubro 17, 2017 Nenhum Comentário

CRECI/PI cobra atenção da Prefeitura para Novo Plano de Zoneamento de Ruído do Aeroporto

Representantes do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI-PI) estiveram reunidos na manhã desta terça-feira (17), no Aeroporto de Teresina para debater sobre o Novo Plano de Zoneamento de Ruído do Aeroporto da capital. Estiveram presentes ainda a Ordem dos Advogados do Piauí (OAB/PI), o vereador Aluísio Sampaio (PP), técnicos e gestores da Prefeitura de Teresina, da INFRAERO e entidades locais da área de arquitetura.

Na ocasião também foram apresentadas as características do uso e ocupação do solo na área de influência do aeroporto. O Plano de Zoneamento, apresentado pela INFRAERO, contém as normas para a ocupação ordenada da área em torno do aeroporto, sujeita aos efeitos do ruído aeronáutico.

Os participantes tiraram suas dúvidas quanto ao Plano de Zoneamento e cobraram da Prefeitura agilidade e soluções para que a população não sofra riscos. De acordo com o presidente do Conselho, Nogueira Neto, as famílias sofrem com os transtornos causados pelos ruídos e estão sujeitas a acidentes.

“Nós estamos preocupados com o bem estar da sociedade, das pessoas que estão próximas ao Aeroporto. A gente pode observar na explanação dos técnicos da Infraero que precisa fazer uma ampliação técnica do Aeroporto de Teresina para atender a demanda das aeronaves. Essas famílias não só estão correndo riscos de acidentes como também são prejudicadas pelos ruídos”, pontuou o presidente.

A implantação do plano está prevista para o ano de 2025. A representante da Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação afirmou que se reunirá com o Prefeito, Firmino Filho, e marcará uma data para nova reunião.

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Rafaella outubro 17, 2017 Nenhum Comentário

CRECI-PI Itinerante levará diversos serviços para Parnaíba

A cidade de Parnaíba receberá a primeira edição do CRECI Itinerante, de 23 a 27 de outubro. Os atendimentos serão realizados na Delegacia de Parnaíba, localizada na imobiliária Bergamini Imóveis, de 9h às 12h e de 14h às 17h. Na segunda-feira (23) os atendimentos serão somente no turno da tarde e na sexta (27) somente pela manhã.

Serão disponibilizados diversos serviços como recadastramento; pedidos de inscrição de pessoa física, pessoa jurídica e pedido de estágio; negociação de débitos; recebimento de denúncias. Acontecerá ainda entrega de carteiras e certificados, além de orientações de como se tornar corretor.

O objetivo do CRECI Itinerante é facilitar o acesso dos corretores de imóveis e da população da região Norte do Estado aos serviços realizados pelo Conselho. Segundo o presidente Nogueira Neto é importante essa aproximação do Conselho com a população para que esta seja bem assistida e possa usufruir de serviços essenciais.

“O CRECI/PI deseja facilitar a vida dos corretores e da população de Parnaíba de toda aquela região para que todos consigam aproveitar os serviços que serão disponibilizados durante esses dias. É uma ótima oportunidade, nesses cinco dias de CRECI Itinerante, para as pessoas fazerem recadastramentos, negociem seus débitos e até mesmo tirem suas dúvidas de como se tornar um corretor”, explicou o presidente.

Rafaella outubro 17, 2017 Nenhum Comentário

Imobiliárias sugerem descontos para driblar dificuldades no setor

As dificuldades do mercado para quem compra e vende imóveis estão exigindo paciência de compradores e de vendedores na hora da negociação. Algumas imobiliárias estão convencendo os donos dos imóveis a baixar os preços e os descontos podem chegar a 30%.

A casa comprada há quatro anos para abrigar a família foi morada de um sonho realizado para Charlyton Feitosa: “Foi bom por conta do imóvel, do bairro. Agora, nesse momento, eu vou ter que me desfazer do meu sonho pra tentar seguir novos horizontes, melhorar e sair da crise”.

Há onze meses, Charlyton, que é empreiteiro, não pega uma grande obra: “Eu me descapitalizei e agora preciso vender meu imóvel pra tentar voltar pro mercado com capital próprio”.

Mas se tem gente precisando vender de um lado, do outro tem gente com muita dificuldade em comprar. Os negócios imobiliários, que são de longo prazo e envolvem muito dinheiro, dependem de confiança e financiamento, duas coisas que andam difíceis.

Não bastasse a lentidão da recuperação da economia, no mês passado a Caixa Econômica Federal passou a financiar só 50% do valor dos imóveis usados e suspendeu as chamadas operações com interveniente quitante, negociações envolvendo imóveis que ainda tinham prestações a pagar. Nos últimos 12 meses, a queda no número de financiamentos foi de 18% na comparação na comparação com mesmo período do ano passado.

“É ruim para o mercado porque o momento hoje é de retomada, os sinais de lançamentos, aumento das vendas. O mercado precisaria também do apoio do sistema financeiro, principalmente da Caixa, que detém dois terços do financiamento imobiliário. Então, é na contramão”, avalia Flávio Amary, presidente do Secovi-SP.

Para reduzir os estoques de imóveis à venda ou até para alugar tem imobiliária fazendo promoção. “Existe uma boa negociação, são descontos de até 30%, vão de 6% a 30%. Então, flexibilidade é a palavra de ordem aqui do mercado”, afirma Elaine Fouto, diretora de uma imobiliária.

Charlyton, por exemplo, tirou R$ 50 mil do preço final da casa: “Dá cerca de 8% do valor do imóvel. Vale porque eu preciso urgente do dinheiro para abrir uma franquia para minha esposa e investir na minha empreiteira. Tem obras pra sair, pra eu voltar ao mercado e quem sabe voltar a comprar o meu imóvel novamente, no futuro”.

Fonte: Jornal Hoje – Graziela Azevedo 

Rafaella outubro 13, 2017 Nenhum Comentário

5 dicas para vender imóvel rápido sem baixar demais o preço

Está difícil para vender seu imóvel? Estes detalhes podem fazer toda a diferença para fechar o negócio

Se você está tentando vender seu imóvel há meses e não consegue fechar negócio, ou se pretende colocar o maior bem da sua vida à venda, esta matéria é para você. As dicas a seguir podem ajudar a elaborar um anúncio atraente e a chegar a um preço ideal para os dois lados.

Para não perder negócio em tempos de baixa liquidez no mercado imobiliário, pequenos detalhes fazem diferença. Confira a seguir cinco dicas para vender o imóvel rápido sem baixar demais o preço:

1) Organize os documentos

Cerca de 20% das negociações de imóveis à venda em São Paulo são interrompidas na hora de assinar o contrato por problemas de documentação do vendedor ou do imóvel, segundo a imobiliária e administradora Lello. A burocracia é grande, por isso, é essencial organizar toda a documentação para não perder a venda por um detalhe.

A lista de documentos necessários é imensa: inclui escritura e certidão atualizada do imóvel, negativas de débitos de IPTU e condomínio, além de diversos documentos pessoais. Você terá que regularizar qualquer pendência e provar que seu nome não está envolvido em processos judiciais ou dívidas com a Receita Federal ou com o banco.

Qualquer irregularidade impede que você venda seu imóvel. Por isso, vale contar com assessoria jurídica para revisar toda a documentação antes colocar o imóvel à venda.

“Esse processo de análise dos documentos é extenso, mas boa parte dos problemas são facilmente sanados. Quem faz isso com antecedência leva vantagem na venda”, orienta o diretor de Vendas da Lello Imóveis, Igor Freire.

2) Estabeleça um preço justo

Os especialistas em mercado imobiliário garantem: se o preço do imóvel estiver de acordo com o seu valor de mercado, três meses é o tempo máximo que leva para você conseguir vendê-lo.

“A maioria dos vendedores coloca o preço acima do valor de mercado e, por isso, tem dificuldade para fechar negócio”, diz o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, José Augusto Viana Neto.

O especialista em mercado imobiliário Marcelo Prata, fundador dos sites Resale e Canal do Crédito, concorda: “Não existe mercado imobiliário ruim. Existem imóveis fora do preço”.

Segundo Prata, em geral, os imóveis são efetivamente vendidos com preço entre 15% e 25% abaixo do valor anunciado por índices como o FipeZap. “O imóvel vale quanto os compradores estão dispostos a pagar, e não quanto o vendedor quer”, diz.

Isso não significa que você deve cobrar o mesmo preço pelo qual o vizinho vendeu, pois imóveis no mesmo condomínio podem ter valores diferentes conforme o estado de conservação, a iluminação e a ventilação. “O mercado é predador. Os preços mudam muito se você atravessar a rua ou o corredor”, alerta Viana Neto.

3) Escolha com atenção o corretor e a imobiliária

Como você viu, a tarefa de determinar um preço pode ser difícil para quem tem pouca prática. Por isso, procure uma imobiliária ou corretor de referência, que conheça o mercado imobiliário na região, para ajudar a determinar o melhor preço de anúncio.

Assim como você faz quando vai a um médico especialista, busque recomendações de corretores com quem já vendeu um imóvel. “Um bom corretor conhece a realidade dos preços do mercado e vai falar o que você não gostaria de ouvir. Esteja aberto para isso”, diz Prata.

Outra dica é escolher com cuidado apenas uma imobiliária. “Cinco ou seis placas de imobiliárias diferentes depreciam o imóvel. É melhor contratar apenas uma imobiliária, que se empenhe muito para vender seu imóvel”, ensina.

4) Capriche no anúncio

Com português impecável, detalhe como é o imóvel e destaque o ele tem de melhor, mas não minta ou exagere nos elogios para não perder tempo com visitas de potenciais compradores que vão se decepcionar com o imóvel.

Descreva o condomínio, se tem garagem ou área de lazer, e não esqueça de falar sobre a região e suas facilidades, como acesso a transporte público e a serviços como supermercado e farmácia.

Tudo o que está descrito deve aparecer nas fotos. Se necessário, contrate um fotógrafo para apresentar fotos que valorizem o que o imóvel tem de melhor, sem cachorro, roupa no varal ou cama desarrumada à vista. “Preço e foto são os itens determinantes para o comprador marque uma visita”, diz Freire.

5) Tenha jogo de cintura para negociar

No Brasil, se você não tiver uma pequena margem de manobra para negociar, você cria uma barreira emocional no comprador que impede o negócio, como explica o especialista em negociações José Roberto Ribeiro do Valle, presidente da consultoria Scotwork Brasil.

Por isso, estabeleça um limite mínimo de valor desejado para vender o imóvel e esteja disposto a negociar dentro desse teto. “Não flexibilize demais. O segredo é estabelecer margens pequenas e exigir algo em troca”, orienta. Tenha cuidado para não demonstrar que você tem pressa para vender o imóvel.

Fonte: Exame

 

Rafaella outubro 11, 2017 Nenhum Comentário

Preço médio do M² no Brasil atinge R$4.833, aponta pesquisa

Pesquisa realizada pela Viva Real, empresa do segmento imobiliário, relativa ao terceiro trimestre de 2017, aponta que o preço nominal médio do m² para venda no Brasil atingiu o valor de R$4.833. A constatação, comparada ao segundo trimestre deste ano (R$ 4.8333), é considerada estável. No entanto, em comparação ao mesmo período de 2016, houve uma desvalorização de 0,72%.

Denominado de DMI (Dados do Mercado Imobiliário), o relatório analisou mais de dois milhões de imóveis, em 30 cidades de diferentes regiões. Com isso, ao todo, em relação ao terceiro trimestre do ano passado, 20 cidades registraram alta no preço médio do imóvel, enquanto duas se mantiveram estáveis e outras oito, entre elas Campinas, João Pessoa, Natal e Porto Alegre, sofreram queda.

A pesquisa também enumerou 16 cidades que estão com os valores do m² acima da média nacional (R$4.833/m²). A lista é encabeçada pela capital federal, Brasília (R$7.805/m²). Na segunda colocação está o Rio de Janeiro (R$7.174/m²), seguido por São Paulo (R$ 6.875/m²). Já em relação as cidades com valores abaixo da média, Campinas lidera a lista com o valor R$ 4.806/m², seguida por Fortaleza (R$ 4.688/m²) e Belo Horizonte (R$ 4.600/m²).

Outro dado do estudo revela que a procura por imóveis à venda, no valor de R$500 mil, corresponde a 73% das buscas. Contudo, a oferta desse tipo de imóvel foi de 52% nos meses de julho, agosto e setembro deste ano.

Por fim, o ranking também elaborou uma lista com os bairros mais procurados para venda no país. Vila Mariana, em São Paulo, Tatuapé, também na capital paulista, além da Barra da Tijuca, no Rio, são os primeiros da relação. No que diz respeito aos bairros mais caros para venda, o quadro é composto por três locais da capital fluminense: Leblon (R$ 21.667/m²), Ipanema (R$ 20.000/m²) e Lagoa (17.123/m²).

Fonte: Estadão

Rafaella outubro 10, 2017 Nenhum Comentário

Após mobilização, empresários conseguem retirar de pauta projeto que aumenta impostos no PI

Representantes de diversos setores empresariais do Piauí estiveram na manhã desta terça-feira (10) na Assembleia Legislativa do Piauí para pressionar parlamentares para retirada de pauta do projeto de lei de autoria do Executivo Estadual que aumenta a alíquota de impostos de diversos produtos e serviços, como telecomunicações, combustíveis e energia elétrica. Além disso, a proposta prevê a anistia de multas e juros para débitos e ICMS e IPVA.

Após reunião com o relator do projeto, deputado Fernando Monteiro (PRTB), os representantes do setor empresarial participaram da discussão do projeto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde conseguiram a retirada do projeto de pauta. Para o presidente do Sindicato da Construção Civil, André Baía, o aumento de imposto é inexplicável e compromete a própria recuperação econômica do Estado, já que a proposta atinge áreas sensíveis do dia a dia da população.

“A energia aumentou 27% na semana passada e agora, de acordo com esse projeto, terá um aumento de mais 4%. Nós estamos falando não somente de empresário, mas do cidadão comum, do trabalhador da construção civil que tem uma moto e vai sofrer com o aumento de combustível, do trabalhador do comércio, de todo mundo que tem seu celular e vai sentir o impacto do aumento. Estamos falando de itens básicos das pessoas.  Vamos mobilizar os sindicatos laborais para dizer que não tem como passar como está. Esse é um problema do Piauí, nãos é somente da Assembleia, é de todos nós”, afirmou André Baía.

Evandro Cosme, presidente da Câmara Dirigentes Lojistas (CDL) e do Sebrae, afirmou que o Governo precisa apresentar soluções alternativas à criação de impostos, já que a carga tributária está no limite. “Tributos não é mais a solução. Temos que buscar soluções, atitudes mais criativas e compartilhadas com aqueles que recolhem e pagam tributos. Precisamos ser mais ouvidos, não temos como conviver com mais tributos. Altas taxas prejudicam o trabalho dos empresários. Temos uma realidade exposta: aumento de tributo não é a solução”, pontuou.

Representando os corretores de imóveis, Nogueira Neto, presidente do CRECI/PI, fez duras críticas à essa medida do Governo Estadual e lembrou o impacto que a medida terá em todos os níveis sociais. “Essa proposta é desastrosa para a sociedade. O Governo é pago pelos contribuintes para desenvolver uma boa gestão, a favor da sociedade. Não é somente o setor produtivo que será afetado, mas todas as pessoas serão prejudicadas”, frisou.

Após a retirada do projeto de pauta na CCJ, o líder do Governo na Assembleia, deputado João de Deus (PT) viabilizou uma reunião do setor empresarial com o secretário de Fazenda, Rafael Fonteles para esta quarta-feira (11) para discussão do projeto que chegou ao poder legislativo em regime de urgência. Já o deputado Rubem Martins (PSB) informou que ingressará com pedido de requerimento para a realização de uma audiência pública.

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