Rafaella setembro 28, 2017 Nenhum Comentário

Veja os segredos dos corretores de imóveis que são campeões de venda

Com eles não tem transação perdida. Os corretores campeões de venda sabem tudo o que é preciso para conquistar o cliente e fechar o negócio dentre as inúmeras ofertas que surgem em empreendimentos do “Minha casa, minha vida”. O segredo? Informação, atenção e tempo para esclarecer todas as dúvidas do mutuário e deixá-lo seguro para sair do aluguel.

Leonardo Freitas, gerente de Vendas da Direcional no Rio de Janeiro, garante que ter informações precisas, com respostas na ponta da língua quando o cliente fizer perguntas, é o mais importante para que o corretor consiga fechar uma venda.

— Muitos não conhecem os detalhes do programa “Minha casa, minha vida”. Chegam com dúvidas, querendo detalhes, e precisam de segurança nas informações. E o trabalho principal de um corretor campeão de vendas é responder a todas essas perguntas do cliente. E, claro, mostrar que ele pode sair do aluguel e comprar um imóvel. O importante é transformar a curiosidade em interesse e, depois, em venda. Sempre enfatizando que é possível para esse cliente se tornar dono do próprio imóvel — diz Leonardo.

Rosana Coelho, que é gerente geral de Vendas da construtora Cury no Rio, afirma que, para ser um bom corretor, é preciso ser um ótimo ouvinte.

— Temos que entender o que o cliente deseja. Por isso, a sondagem é um passo muito importante. O corretor de imóveis tem que estar preparado e capacitado para poder receber o cliente e transformar uma simples visita em venda — afirma ela, que atualmente ocupa o cargo de gerente de Vendas, mas está sempre com a mão na massa, ao lado da equipe.

Rosana destaca, ainda, que um fator de grande importância para fechar o negócio é conhecer os produtos da empresa, além de ter argumentos concretos e apresentar todas as possibilidades ao cliente.

— Conhecendo seu produto e entendendo o cliente você consegue ter argumentos. Cada um tem um perfil e uma necessidade, e isso deve ser respeitado. O importante é nunca desistir do cliente na primeira negativa dele — ensina.

As informações sobre tudo o que diz respeito ao imóvel, às condições de financiamento e à documentação necessária para fechar o negócio ajudam a preparar o cliente para que ele se sinta seguro de fazer uma dívida que vai ser paga por 30, 35 anos. E o corretor não pode esmorecer nunca, principalmente em momentos de crise.

— Eu conseguia fechar dez vendas ao mês e continuo trabalhando com as mesmas determinação e vontade de antes — disse Leonardo Freitas, gerente de Vendas da Direcional no Rio de Janeiro.

Fonte: Extra Globo

Rafaella setembro 26, 2017 Nenhum Comentário

Mercado imobiliário dá sinais de retomada

Em julho, a BR Properties anunciou a conclusão da compra dos dois edifícios que compõem o Condomínio Centenário Plaza, em São Paulo, por R$ 439,6 milhões. Em janeiro, o fundo canadense Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB) tinha anunciado acordo com a Cyrela Commercial Properties (CCP), que envolveu troca de ativos e previa a formação de joint venture para investimentos em escritórios comerciais no valor de até R$ 400 milhões.

Esses movimentos ainda são isolados, mesmo assim são apontados por alguns executivos como exemplos de que o mercado de imóveis comerciais começa a dar sinais de vida depois de um período de estagnação. Com os preços ainda em baixa e taxas de vacância altas, a aposta é de que é o momento de comprar para atender a uma futura demanda por essas locações que, eles preveem, não deverá demorar muito mais que quatro anos para se apresentar.

“Há praticamente quatro anos esse mercado enfrenta declínio e, este ano, finalmente, os preços e as taxas de vacância começaram a se estabilizar”, diz Edson Ferrari, diretor da CBRE. Pelos seus cálculos, o próximo ciclo nesse ramo deverá ser de recuperação plena em quatro ou, no máximo, cinco anos.

Em São Paulo, que concentra o maior volume de ofertas, entram no mercado cerca de 370 mil m2 de imóveis comerciais por ano. Mas alguns problemas, como zonas saturadas e dificuldades de potencial construtivo em algumas regiões, segundo ele, devem diminuir esse número para algo como 200 mil m2 anuais.

Portanto, na sua avaliação, diante de uma recuperação econômica mais forte haverá o aumento da demanda que, mesmo com consumo do estoque atual, não deverá ser suprida totalmente por novos lançamentos, pressionando preços. “Se considerarmos apenas o que está represado, como a queda de aproximadamente 25% no valor de locação – que se reflete no valor de venda – e uma inflação acumulada nesse período de maior crise no setor de cerca de 30%, a recuperação poderá elevar, no mínimo, 60% do valor dos negócios nessa área”, ressaltou.

Esse quadro, na sua opinião, é o que está atraindo grandes investidores para esse mercado e que poderá, inclusive, ter reflexos também nas cotas dos fundos imobiliários permitindo acesso de mais pessoas, inclusive físicas. Entre os incentivos, para o executivo, está a queda das taxas de juros.

Mas, claro, há riscos. Trata-se de um mercado muito sensível às variáveis macroeconômicas. “Os indicadores não estão ainda totalmente favoráveis.”

As mesmas indefinições se aplicam também à área residencial. Segundo Guilherme Bueno Neto, sócio da RBR Asset, o mercado de padrão médio – valores que variam de R$ 300 mil a R$ 1 milhão – teve uma queda de até 20% durante o período de crise. “Ao que tudo indica, o pior já passou e os preços começam a se estabilizar.”

Mesmo com liquidez, o executivo lembra que não se trata de um mercado para amadores. “Com pouco dinheiro em circulação tem muita gente disposta a fazer muitas concessões para vender seus imóveis. Mas é preciso ter suporte para conduzir negociações adequadas e aproveitar as oportunidades”, observou.

Se no mercado brasileiro há ainda muitas incógnitas pela frente, o investimento em imóveis no exterior pode trazer algumas oportunidades. Pelo menos é o que acredita Daniel Toledo, sócio fundador da Loyalty Miami. “Há oportunidades de negócios em empreendimentos comerciais, casas para aluguel de férias ou mesmo imóveis para locação durante o ano.” Ele acredita que os mercados mais rentáveis estão nos Estados do Texas, Flórida – com exceção de Orlando que dá sinais de saturação – e em Nova York.

Fonte: Valor Econômico

Rafaella setembro 22, 2017 Nenhum Comentário

Caixa reduz juros e limite mínimo de financiamento para crédito imobiliário

As pessoas físicas e jurídicas que comprarem imóveis financiados pela Caixa Econômica Federal vão pagar menos juros. O banco reduziu as taxas dos financiamentos imobiliários e diminuiu a cota mínima de financiamento dos imóveis comprados dentro do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Em nota, a Caixa informou que a redução dos juros é reflexo da diminuição da taxa Selic (juros básicos da economia), anunciada recentemente pelo Banco Central. De acordo com o banco, o objetivo é contribuir para impulsionar as vendas de imóveis novos de construtoras parceiras e atrair novos clientes para a instituição.

Todos os clientes pessoa física que financiarem imóveis novos ou usados, enquadrados no SBPE, terão redução linear de 0,25 ponto percentual na taxa, independente do relacionamento com o banco, que concentra dois terços do crédito imobiliário do país. Caso o cliente compre imóveis novos ou na planta, com construção financiada pela Caixa e escolham receber o salário pelo banco, a redução será maior, com juros iguais aos oferecidos aos servidores públicos.

Para as pessoas físicas nessa situação, os juros passarão de 11,22% para 9,75% ao ano para imóveis do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), de menor valor, e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis do Sistema Financeiro Imobiliário, de valor mais alto.

Para os financiamentos imobiliários a empresas, a Caixa reduziu os juros em 1 ponto percentual para todas as faixas de relacionamento. As taxas cairão de 14% para 13% ao ano para micro e pequenas empresas e de 13,5% para 12,5% ao ano para médias e grandes empresas. O banco adotou ainda um sistema de classificação de risco que poderá beneficiar as empresas consideradas como boas pagadoras com redução de até 1,5 ponto percentual.

Além da redução dos juros, a Caixa diminuiu, de R$ 100 mil para R$ 80 mil, o limite mínimo de financiamento no SBPE para pessoas físicas. A medida vale tanto para imóveis novos e usados e independe do valor da unidade habitacional.

Operado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o SFH financia imóveis de até R$ 650 mil em todo o país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o teto corresponde a R$ 750 mil. O SFI, que cobra juros mais altos, financia imóveis acima desse com recursos da poupança, sem o uso do FGTS.

Fonte: Agência Brasil

Rafaella setembro 21, 2017 Nenhum Comentário

Vendas de imóveis sobem 40% em julho, mostram Fipe e Abrainc

O mercado imobiliário mostrou expansão nas vendas e nos lançamentos em julho, bem como recuo dos distratos, de acordo com pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), em parceria com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e divulgada nesta segunda-feira, 18.

A pesquisa mostra que, em julho, as vendas líquidas (já descontados os distratos) totalizaram 5.130 unidades, crescimento de 40% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os distratos foram de 2.821 unidades, retração de 35%. Os lançamentos totalizaram 6.628 unidades, um salto de 182%.

Com os dados positivos de julho, o mercado imobiliário mantém a trajetória de recuperação das operações. No acumulado do ano, as vendas líquidas somaram 37.571 unidades, aumento de 20,3% frente o mesmo período do ano passado.

No acumulado do ano, os distratos atingiram 20.643 unidades, queda de 22,3%, e os lançamentos alcançaram 30.530 unidades, recuo de 3,5%.

No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em junho, as vendas líquidas foram de 63.749 unidades, alta de 11,6%. Os distratos totalizaram 39.790 unidades, baixa de 15,4%, e os lançamentos alcançaram 37.158 unidades, alta de 9,4%.

Os dados da pesquisa abrangem imóveis novos, dos setores residencial, comercial e loteamentos de 20 empresas associadas à Abrainc, com atuação em diversos estados e concentração na região Sudeste.

Fonte: Exame

Rafaella setembro 19, 2017 Nenhum Comentário

Enbraci 2017 divulga programação do evento

Os maiores especialistas em mercado imobiliário, marketing e negócios conduzirão palestras de grande importância para corretores de imóveis durante o Encontro Brasileiro do Mercado Imobiliário (ENBRACI), que acontece nos dias 5 e 6 de outubro no Complexo de Eventos Brasil 21, em Brasília-DF. O evento é o maior do segmento imobiliário da América Latina.

O encontro inicia com a palestra “A influência das reformas e da recuperação da economia no mercado imobiliário”, ministrada pelo jornalista Carlos Alberto Sardenberg.

O Painel Internacional do Sistema COFECI-CRECI contará com a presença de palestrantes estrangeiros como o veterano do setor imobiliário Thomas Riley; o diretor regional da Remax Argentina e Uruguai, Sebastián Sosa; e a especialista em imóveis globais Eleonore Rojas.

Confira a programação completa do ENBRACI 2017 COMPLEXO BRASIL 21 – MELIÁ:

04/10 Quarta-feira
– 15h às 19h – Credenciamento – Complexo Brasil 21

05/10 – Quinta-feira
– 7h30 – Credenciamento – Complexo Brasil 21

– 8h30 – Abertura do evento: Presidente João Teodoro da Silva

– Carlos Alberto Sardenberg – A influência das reformas e da recuperação da economia no mercado imobiliário.

– Tarcísio de Carvalho – Ministro do TSE – O que esperar das Eleições 2018.

– Almoço: Pavilhão Brasília Brasil 21

– 14h – Dado Schneider – O mundo mudou bem na minha vez!

– Ricardo Amorim – Como prosperar na crise?

– Coffee Break
Painel Internacional do Sistema COFECI-CRECI
– Thomas Riley – Saudação da “NAR”

– Eleonore Rojas – GO Digital

– Sebastian Sosa – As Melhores pessoas fazem os Melhores Profissionais Imobiliários
– 21h: Feedback Pavilhão Brasília no complexo Brasil 21

06/10 Sexta-feira:
– 9h – Início

– Nailor Marques – Atitudes de empreendedor

– Gabriel Vilarreal – Lições de Walt Disney para aumentar seu faturamento

– Almoço: Pavilhão Brasília Brasil 21

– 14h – Peixoto Accioly – Como sobreviver e ainda crescer no mercado imobiliário atual

– Paulo de Vilhena – Como se tornar um corretor de sucesso – alto desempenho em vendas

– Coffee Break

– Geraldo Rufino – Catador de sonhos

– Encerramento oficial – ação social e sorteios

 

 

Rafaella setembro 18, 2017 Nenhum Comentário

Dicas para tornar sua rotina imobiliária mais produtiva

Atuando como corretor e depois como gestor, muitas vezes eu sentia dificuldade de explicar às pessoas mais próximas sobre a complexidade de todas as tarefas que faziam parte da minha rotina imobiliária.

Organizar escala, distribuir contatos para corretores, acompanhar o trabalho de follow up, agendamentos com clientes, reuniões de equipe ou com a diretoria, meetings de lançamentos, orientar corretores, conferir documentos de clientes para encaminhar ao departamento jurídico, tudo isto, além de conferir e responder e-mails e mensagens estão entre as tarefas que constituem boa parte da rotina imobiliária de um gestor.

Mesmo assim, atingindo a maioria dos resultados e metas, não era incomum chegar ao final do dia com a sensação ruim de improdutividade por não ter terminado todos os trabalhos e no dia seguinte, começaria tudo novamente.

Para não voltar todos os dias para casa com esta sensação, eu adotei um padrão de hábitos para melhorar a minha rotina imobiliária, um método de trabalho que vai além dos softwares de produtividade integrados ao seu smartphone pois é feito pelo próprio gestor  e depende só de sua disciplina para apresentar resultados rapidamente.

Planeje O Seu Dia Antes De Começar A Trabalhar

Por mais óbvio que pareça, planejar o seu dia segundo o vencimento de prazos e reuniões pré agendadas já é um bom começo para ter uma rotina mais produtiva. Muitos gestores não fazem isto e saem de casa aguardando que o dia o surpreenda. E estas surpresas vão desde corretores que pedem ajuda para ir visitar um cliente ou um incorporador que precisa de atenção de última hora.

Situações como esta minam o seu tempo e diminuem a sua produtividade, em contrapartida sair de casa com um plano pré estabelecido permitirá saber quais compromissos você deve cumprir. Avisar a sua equipe de sua agenda também será muito útil para que você só seja solicitado quando realmente for necessário.

Foque Em Uma Coisa De Cada Vez

Cobrar a assinatura de contrato da venda do final de semana, entrevistar novos candidatos para ingressar em sua equipe, analisar a previsão de vendas para a reunião com um diretor, etc. Você não irá conseguir terminar nenhuma destas tarefas se não focar em uma delas de cada vez. Evite fazer tudo ao mesmo tempo e exercite o hábito de só começar uma nova tarefa depois de terminar a anterior. É difícil, a rotina imobiliária é dinâmica, mas com dedicação você conseguirá e será conhecido por ser um gestor disciplinado.

Priorize O Mais Importante Primeiro

Qual a tarefa mais importante do dia? Ir ao cartório e solicitar uma matrícula atualizada? Uma palestra que tomará toda a sua manhã explicando a futuros corretores o porque eles devem trabalhar na sua equipe? Qualquer que seja a tarefa mais importante do seu dia, ela deverá ser colocada em primeiro lugar pois é provavelmente a que te tomará mais tempo também.

Crie Uma ‘To-Do List’ Do Que Não Fazer

O cotidianamente te rouba tempo? Quais pequenas tarefas somadas contribuem para que você volte para a casa com a sua produtividade em baixa? Seja quais foram os seus ladrões de tempo, você deverá listá-los e evitá-los até conseguir eliminá-los completamente. É um dos principais exercícios que um gestor pode fazer em nome de sua busca por resultados.

Diminuir um cigarro, ir uma vez menos a padaria para podem fazer parte de sua lista de coisas que tomam um pequena parte do seu tempo, mas que somados, levam boa parte do seu dia.

Divida Grandes Trabalhos Em Pequenas Tarefas

É praticamente impossível para um gestor imobiliário dispor de um dia inteiro de trabalho para dedicar-se a um único projeto. São tantas interrupções que ele terá que fazer que será impossível manter a concentração se estiver se dedicando a criar uma pauta de reunião por exemplo. Por isto, quando tiver um projeto que mereça uma grande atenção e muito tempo dedicado a ele, divida o mesmo em pequenas e médias tarefas. Será mais fácil atingir o objetivo assim do que se precisar fazê-lo de uma só vez.

Separe Um Tempo Limite Para Cada Tarefa

As tarefas simples, muitas vezes levam mais tempo para serem realizadas do que o planejado. Você sabe que é muito fácil e rápido fazer a escala da sua equipe, preparar uma simulação ou aquele estudo sobre o valor de metro quadrado em determinada região serão sempre deixados para depois, afinal, você, gestor experiente que é, em poucos minutos irá conseguir finalizar.

O problema é que estas pequenas tarefas se acumulam e acabam ou te tomando tempo ou passando a sua equipe a figura de gestor enrolado, que prometeu fazer e deixou para depois.

Quando chegar até você uma tarefa simples, realize-a o quanto antes e determine quanto tempo você levará para isso seja em minutos ou horas, mas deixe acumular nem ultrapasse o tempo determinado. Vai perceber que se fizer isso, vai sobrar mais tempo para os trabalhos mais difíceis que precisam de sua concentração.

Tenha Sempre Em Mente A Visão Macro Do Seu Trabalho

Mesmo que você precise quebrar seus trabalhos em tarefas pequenas ou que precise determinar tempo para cada etapa do seu dia em nome da produtividade, você não pode perder de vista todo o seu projeto como gestor.

Saber onde você quer chegar como gestor ou quanto sua equipe deverá atingir em volume de vendas ou em unidades vendidas são informações que nenhuma tarefa diária deverá ser capaz de tirar sua visão sobre o seu objetivo final, pelo contrário, melhorar a sua produtividade, deve ser visto como uma parte importante de sua estratégia para atingir suas metas e de sua equipe.

Estas são as práticas que adotei e busco diariamente colocar em prática no meu modo de trabalho, afim de melhorar a minha produtividade e minha rotina imobiliária

Fonte: Tecimob

Rafaella setembro 18, 2017 Nenhum Comentário

CRECI/PI entrega certificado aos participantes do curso de Avaliação de imóveis e perícias judiciais

Os participantes do curso de “Avaliação de imóveis e perícias judiciais”, promovido pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI/PI), agora terão mais uma qualificação no currículo. Os profissionais receberam na manhã desta segunda-feira (18) os certificados do curso que foi ministrado pelo professor Frederico Medonça no mês de agosto.

Para o diretor pedagógico do órgão, Inácio Guimarães, o curso teve grande aproveitamento e agora os profissionais terão uma qualificação a mais no currículo. “O curso é uma qualificação a mais que o corretor de imóveis tem. Com ele, os profissionais podem fazer avaliações tanto a nível judicial como qualquer tipo de avaliação com imóveis dentro da área comercial. O aproveitamento do curso foi excelente, todos os participantes foram aprovados com mérito e o resultado é a certificação. Com isso, eles vão ganhar mais dinheiro com a profissão de corretor de imóveis, eles serão peritos avaliadores e podem agora emitir laudos”, explicou o diretor.

A turma contou com 43 participantes e um deles é o corretor Reginaldo Freitas que recebeu seu certificado. Ele conta que a qualificação irá permitir que sua renda aumente e falou sobre o incentivo que os profissionais recebem ao fazer um curso desse tipo. “Foi uma grande oportunidade para aprimorar nossos conhecimentos. Essa qualificação nos incentiva a continuar trabalhando e agora podemos atuar também como peritos, o que vai nos permitir ter uma renda maior”, declarou.

21557905_1449772431772643_1526423511640111875_n

21557915_1449772228439330_56496287331856230_n

21558755_1449772908439262_4626630037859010130_n

21558873_1449772638439289_2234943076219607499_n

21558878_1449772261772660_277918214141791633_n

21616048_1449772541772632_8926307306406974943_n

21752200_1449772325105987_7575165823032268202_n

21761514_1449772735105946_3211659834235318154_n

Rafaella setembro 15, 2017 Nenhum Comentário

10 dicas para vender imóveis para investidores

O mercado imobiliário no Brasil continua aquecido, mas com dificuldades para os corretores de imóveis. Clientes mais exigentes querendo pagar menos. Esse artigo, de forma simples e direta, traz 10 dicas para corretores de imóveis aplicarem nas negociações e aumentarem as vendas.

1- A abordagem é o início do fechamento de qualquer venda. Muitos investidores estão preocupados com a sua segurança e por este motivo a apresentação, com dados claros que deram origem ao primeiro contato, é muito importante e deve ser feita no máximo em 2 minutos. Informar o seu nome e sobrenome, empresa onde trabalha e como a empresa conseguiu o contato do investidor (se foi por indicação, cadastro em alguma loja, por mailing do site da construtora ou da imobiliária ou outro).

2- Após a apresentação identifique ao cliente a oportunidade que gerou o contato, perguntando-lhe se teria alguns minutos para ouvi-lo. Se a resposta for negativa, por falta de tempo, lembre-se de que é uma das respostas mais utilizadas, peça um e-mail de contato para encaminhar as informações, valores e previsão de retorno financeiro acima da média do mercado. O cliente precisa ter certeza de que o assunto é sério e de interesse dele; se for um retorno financeiro padrão ou abaixo do mercado, o investidor dificilmente terá interesse.

3- Conheça o mercado: é importante que leia matérias sobre economia, imóveis, classificados, política e que pesquise outros imóveis na região onde atua, lançamentos ou não.

4- Bolha imobiliária no Brasil: existe ou não existe? Quanto os imóveis valorizaram acima da inflação nos últimos 3 anos? Por qual motivo continuar investindo em imóveis é um ótimo negócio se muitos dizem que os preços estão baixando?

5- Localização: o que existe próximo ao imóvel que é possível ir sem carro? Exemplos: padaria, supermercado, açougue, shopping, parque e etc. O acesso é fácil? Há feira ou outro evento na rua do imóvel que pode prejudicar o acesso? Há vaga para visitantes ou condições para estacionar próximo ao imóvel?

6- Imóvel usado: qual a situação real do imóvel? Quando foi feita a última manutenção periódica e o que foi feito? Quais as mudanças feitas no imóvel da planta original? Qual a face do imóvel, qual o período que “bate” sol? Qual a qualidade dos acabamentos das pias, torneiras, portas, janelas e etc? Existem tomadas elétricas espalhadas na casa de acordo com as necessidades padrão? Quantas vagas de garagem? Se for prédio, qual o valor do condomínio? Qual o valor do IPTU?

7- Imóvel novo (lançamento): quais os diferenciais da construtora? Qual a previsão de lançamento? Qual o último lançamento entregue pela construtora e quanto valorizou o imóvel do lançamento até a entrega das chaves? Qual a qualidade dos acabamentos das pias, torneiras, portas, janelas e etc? Qual o diferencial deste empreendimento em relação aos outros do bairro? Quantas vagas de garagem? Se for prédio, qual a previsão do valor do condomínio? Qual o valor do IPTU? Se o imóvel é para investir, por qual motivo comprar um imóvel novo que ficará pronto entre 2 e 3 anos e não comprar um imóvel usado onde tenho condições de já alugar no mês seguinte e recuperar o meu investimento mais rápido? Por que é vantajoso este lançamento.

8- Perguntas “chaves”: você conhece o investidor? Qual o perfil de investimentos de que ele gosta? Imóveis, comerciais ou residências? Cidades do interior ou Capitais? Alto padrão, médio ou imóveis populares? Investimento para vender a médio ou longo prazo ou para locação? Sem conhecer o cliente, a venda se torna robotizada, o cliente irá ouvir muitas vezes o que não quer ouvir e dará pouca atenção. Quer vender, diga o que ele quer ouvir. Por isso se não conhecer bem o cliente, levante os interesses e necessidades dele.

9- Nas principais Capitais brasileiras, existem muitos lançamentos em construção que não podem parar pela pouca demanda. Em breve teremos imóveis vagos e disponíveis no mercado. Este fator é verdadeiro ou falso? Se verdadeiro, a previsão em até 3 anos é dos preços baixarem pela regra da procura e oferta. Neste caso, por qual motivo o investidor deve comprar agora e não aguardar?

10- Investimento para locação: na cidade de São Paulo, o retorno médio com aluguel de imóveis está em torno de 0,48% ao mês, ou seja, 5,76% ao ano. Importante lembrar que precisamos descontar os gastos com imposto de renda (27,5% na faixa mais alta) e em média 8% de taxa de administração imobiliária (máximo recomendado pelo CRECI-SP). Neste caso, o retorno líquido desta locação, seria de aproximadamente 0,32% ao mês ou 3,84% ao ano. Quando alugado pela imobiliária, geralmente pagamos o primeiro aluguel de comissionamento e precisamos descontá-lo na soma do primeiro ano de locação, diminuindo ainda mais o percentual. Podemos comparar este percentual com a caderneta de poupança, que não incidem taxas ou imposto de renda. Com a Selic em 7,25% ao ano, a caderneta de poupança está em 0,41% ao mês, pagando juros sobre juros, mas não tem a correção anual da inflação. Já a locação tem, uma vez por ano, geralmente pelo IGP-M.

Para vender com qualidade e manter o investidor fiel comprador, é importante conhecer o mercado e vender consultoria e não um imóvel. Investidor quer retorno financeiro e não imóvel.

Por: Jaques Grinberg

Fonte: Administradores

Rafaella setembro 13, 2017 Nenhum Comentário

Tecnologias despontam como soluções para o mercado imobiliário brasileiro

Seja nos métodos de construção, na intermediação da compra, na busca pelo cliente e nos próprios empreendimentos, tendências já são realidade

Novas tecnologias surgem o tempo todo em todas as áreas da sociedade e no mundo inteiro e o segmento da construção civil e o mercado imobiliário não fogem às novas tendências que despontam. Seja nos novos métodos de construir, nas soluções que os empreendimentos já apresentam, nas novas formas de os corretores intermediarem a compra e ainda como os consumidores finais encaram tudo isso, todo o ciclo já está inserido em um contexto mais tecnológico. E os impactos já podem ser sentidos no Brasil. Confira as tendências de tecnologias que já são realidade no mercado imobiliário brasileiro.

Para Guilherme Ribeiro, diretor de Tecnologia da Rede Imobiliária do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), o mercado da construção e imobiliário historicamente absorvem as novas tendências de tecnologias de forma mais lenta. “É mais tradicional porque é um ciclo de compra maior. Mas, hoje em dia, até mesmo o próprio consumidor exige o uso da tecnologia e elas já estão mais acessíveis e práticas”, explica. Mesmo que não leve exatamente à compra, as tecnologias facilitam todo o processo. “Ela leva a um contato mais rápido, à economia de tempo, resolve etapas intermediárias do processo e o deixa mais transparente. O cliente acaba tendo mais informações e só entra em contato com o imóvel que ele realmente deseja”, completa.

As tecnologias proporcionam facilidades tanto para o profissional que está atuando na intermediação da unidade como também para quem deseja comprar um imóvel. “O corretor de imóveis pode através das ferramentas tecnológicas conquistar mais clientes e alavancar as vendas. Afinal de contas, as novas tecnologias e aplicativos vieram para auxiliar e não para substituir o profissional. De uma forma mais geral, o profissional poderá contar com informações mais precisas sobre as unidades que estiver negociando”, afirma Manoel da Silveira Maia, presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ).

Ele cita, como facilitadores para os corretores, aplicativos que já existem no mercado. “O que gera cartões de visita que podem ser enviados por e-mail ou o que simula uma Calculadora HP12C são exemplos de como podem ser úteis ao profissional da intermediação imobiliária”, lista Manoel da Silveira Maia. “Além disso, já existem até mesmo aplicativos que guardam documentos dos imóveis captados, tornando a atuação do corretor de imóveis mais eficiente e produtiva”, acrescenta.

Os clientes interessados em comprar um imóvel também se beneficiam das tecnologias. Óculos de realidade virtual que permitem o consumidor a visitar, mesmo que remotamente, o imóvel de interesse já começam a ser difundidos no Brasil. “O equipamento facilita a vida do cliente, que pode ver diversos empreendimentos simultaneamente sem se deslocar”, ressalta o presidente do Creci-RJ. Aplicativos que se baseiam na posição geográfica do cliente também já são bastante utilizados. “Eles acabam criando uma nova maneira de buscar um imóvel, no entorno”, completa o diretor do Secovi-SP, que ainda cita a utilização de drones para captar imagens aéreas e o crescimento do uso de vídeos para que os consumidores se sintam andando dentro do imóvel.

A tendência é que esses tipos de tecnologias só cresçam no Brasil. “É um custo barato para quem contrata, não tem custo para o cliente final e só traz qualidade”, acredita Guilherme Ribeiro. Além disso, as tecnologias proporcionam um interesse maior por parte dos clientes. “Quando a tecnologia permite ao consumidor conhecer, por exemplo, como ficará um imóvel que hoje ainda está em construção ou quando percebe a aplicação dos benefícios da tecnologia no imóvel e os impactos e facilidades que poderá ter ao adquirir a unidade, com certeza estará mais inclinado a concretizar a compra”, reforça Manoel da Silveira Maia.

Por dentro

A tendência é que surjam ideias cada vez mais inovadoras e que agreguem valor aos serviços imobiliários, impactem na forma de construir e também valorizem os próprios imóveis. Condomínios com aplicativos próprios que oferecem serviços aos moradores já estão despontando no mercado brasileiro. Dentro dos próprios imóveis, os sistemas de automação residencial ainda possuem um alto custo no país, mas, segundo o presidente do Creci-RJ, Manoel da Silveira Maia, podem futuramente ser aliados na economia mensal dos moradores.”Fogões e geladeiras controlados via aplicativo de celular ou tablete, lâmpadas que acendem via wi-fi, sensores que avisam o que está faltando na geladeira, câmeras de segurança controladas via vídeo, entre outras diversas modalidades de sistemas de automação estão em ascensão no país”, garante, ressaltando que a implantação pode agregar valor ao imóvel.

Confira tendências de tecnologias no mercado imobiliário

– Mensagens virtuais – A comunicação entre corretores e clientes se torna, cada vez mais, facilitada por aplicativos de mensagens. O telefonema, usado antigamente, já se torna menos usual por conta da praticidade da troca de mensagens a qualquer momento, com a possibilidade de troca de fotos e vídeos. Além do mais, é uma comunicação mais barata.

– Aplicativos de imóveis – O mercado imobiliário aderiu à onda de aplicativos para smartphones. A facilidade de ter todas as informações sobre os imóveis de interesse na mão, a qualquer hora e lugar já se tornou realidade.

– Anúncios com geolocalização – marcar a área onde o imóvel se encontra facilita a busca do cliente pelo apartamento ou casa ideal, já que a localização, hoje em dia, é quesito fundamental na hora da escolha. Apontar a localização em um mapa ajuda o interessado a saber área e redondezas do imóvel.

– Uso de vídeos – o mercado já percebeu que o cliente gosta de se sentir andando dentro do imóvel que deseja comprar. Com vídeos, essa possibilidade se torna realidade.

– Realidade virtual – Os óculos 3D já se tornaram realidade no mercado brasileiro e permite, de forma ainda mais evoluída, um passeio virtual do cliente no imóvel de interesse. Esta tecnologia evita que os consumidores precisem de muitos deslocamentos e já entre em contato para imóveis que realmente o interessem.

– Imagens por drones – este é o tipo de equipamento já acessível no Brasil e prático para utilizar. Ele permite fazer imagens aéreas dos imóveis, registrando não apenas o empreendimento, mas também o seu entorno, dando uma visão geral.

– Automação – apesar de ainda não ser muito difundida no Brasil por conta do custo alto, já aparece como solução em muitos imóveis. São muitas as possibilidades de automação, como luzes com sensores de presença, ar-condicionado e geladeira que funcionam através de comandos no aplicativo no celular, lâmpadas que acendem via wi-fi, entre outras.

Fonte: ZAP em Casa

Rafaella setembro 11, 2017 Nenhum Comentário

O que fazer quando seu imóvel encalha

A placa de “aluga-se” ou “vende-se” já está lá há meses, mas nada de o imóvel encontrar um locatário ou comprador. Uma casa ou apartamento encalhado pode até ser indicativo de um mercado mais difícil ou de um imóvel problemático, mas como no mercado se acredita que tudo é vendável pelo preço certo, o mais provável é que esteja na hora de o proprietário rever sua estratégia. O preço pedido é alto demais? Ou será que você está sendo intransigente ao negociar com os interessados?

Em geral, quem procura anunciar seu imóvel por meio de uma boa consultoria imobiliária já encontra auxílio profissional para adequar os anúncios, o preço e a estratégia ao público do imóvel. Mesmo assim, cabe rediscutir a tática ou mudar de comportamento na hora de negociar se mesmo assim o imóvel não encontrar alguém para fechar negócio. Veja a seguir o que fazer se o seu imóvel encalhar em cada caso: venda e locação.

Venda

Segundo Roseli Hernandes, diretora comercial da Lello Imóveis, bons imóveis levam de três a seis meses para serem vendidos. A menos que estejam abaixo do preço de mercado – nesses casos, provavelmente a venda será imediata. Proprietários de imóveis anunciados há mais de um ano já devem rever sua estratégia.

1. Foque a divulgação na internet. Para Roseli Hernandes, a melhor forma de divulgação hoje em dia é a internet, pois é a que atinge o público mais selecionado. Quem busca por imóveis em sites de classificados já define seus parâmetros para procurar exatamente o que deseja, vê antes as fotos e já conhece as condições da venda. Anúncios com foto são preferidos.

2. Anúncios em jornais são caros e pouco efetivos. “As imobiliárias até colocam anúncio no jornal para marcar presença no mercado, mas é uma mídia cara e com resultado insignificante para atrair potenciais compradores”, diz Roseli.

3. Placas são boas formas de divulgação.
 A placa em frente ao imóvel atrai compradores em potencial menos prováveis e pessoas que já buscam imóvel naquela região. Porém, seu uso é mais seguro quando o proprietário usa os serviços de uma imobiliária e pode colocar nas placas o telefone do corretor. Se puser seu próprio contato, além de se expor, o vendedor terá de atender o telefone continuamenteo para pessoas que busquem um imóvel totalmente diferente, corretores, pessoas mal intencionadas e até trotes.

4. Deixe apenas uma placa. Quem usa os serviços de mais de uma imobiliária para estimular a competição entre os corretores pode acabar com o tiro saindo pela culatra. Várias placas de empresas diferentes em frente a um mesmo imóvel podem denotar para os possíveis interessados que o imóvel está encalhado porque tem algum problema.

5. Deixe o imóvel em bom estado. Não deixe o imóvel com aspecto de abandonado. Ele deve parecer habitável, com jardim limpo, se for o caso, fachada sem pichação, interior bem cuidado e sem sinais de mofo ou infiltração. Deixe o interior bastante neutro, retirando qualquer sinal religioso, de time de futebol ou qualquer outra preferência que possa afastar algum grupo de compradores em potencial. Procure também pintar o interior com uma cor clara e neutra: uma sala de paredes roxas pode ser polêmica.

6. Reveja o preço pedido. Se o preço estiver muito mais alto do que o valor médio da região, seu imóvel não vai sequer aparecer nas buscas pela internet dos compradores em potencial.

7. Seja flexível nas condições de pagamento. Se você só aceita pagamento à vista, considere aceitar um parcelamento, por exemplo.

8. Considere contratar uma imobiliária para melhorar sua estratégia de divulgação.
 Se arcar com o ônus da divulgação por sua conta não está dando certo, lembre-se de que imobiliárias podem conseguir uma divulgação mais efetiva, até mesmo por meio de anúncios pagos na internet, que sairiam muito caros para a pessoa física independente. Lembre-se de que a imobiliária apenas será paga quando o imóvel for vendido, por meio da comissão.

Locação

Segundo Roseli Hernandes, uma boa propriedade, em boas condições, é alugada em até três meses. “Alugamos cerca de 30% dos nossos imóveis no mesmo mês do anúncio”, diz a diretora da Lello. Os imóveis que encontram locatário mais rapidamente são os residenciais menores, de um ou dois quartos. Os de alto padrão levam até seis meses para alugar. Já para os comerciais, o tempo varia muito, diz ela.

1. Valorize a divulgação pela internet. Procure divulgar todos os detalhes sobre o imóvel em sites especializados, com fotos, valor do IPTU, descrição, número de vagas e localização, bem como o preço correto de mercado, para que ele apareça bem nas buscas. Continuam valendo as regras do jornal e das placas do item anterior (números 2, 3 e 4).

2. Seja flexível para negociar valores e condições. Todo locatário gosta de negociar o valor do aluguel, e pode ser que os candidatos a inquilino também desejem negociar, por exemplo, uma reforma ou um reparo antes de fechar negócio. Leve isso em consideração.

3. Considere aceitar outros tipos de garantia. Uma imobiliária que só aceite fiador com imóvel na cidade pode não ser a melhor opção para quem quer acelerar a locação do seu imóvel. Aceitar seguro-fiança ou fiadores com imóveis em outra cidade aumentará suas chances de conseguir um locatário, mas é preciso verificar se a imobiliária escolhida aceita esse tipo de coisa. “Às vezes a imobiliária não tem estrutura para administrar essas outras formas de fiança”, explica Roseli Hernandes.

Fonte: Exame